As empresas estão cada vez mais empenhadas em apoiar causas sociais e, deste modo, retribuir à sociedade.
A Ideias & Desafios não é excepção estando neste momento empenhada num conjunto de acções de solidariedade social.
A que lhe apresentamos hoje, trata-se de um sonho antigo do seu fundador, que consiste na criação de acções de formação comercial totalmente gratuitas para desempregados.
Existem muitas pessoas de extremo valor e que se viram, por causa da conjuntura económica actual, sem emprego.
Foi a pensar em tudo isto que surgiu o presente projecto.
Após 7 anos de grande sucesso no mercado nacional decidimos que estava na hora de retribuir o muito que temos recebido por parte dos nossos clientes. É nesse espírito que nascem as nossas iniciativas de solidariedade social.
Um dos paradoxos que existem em Portugal é a falta de emprego sistemática que é reportada nos média versus a necessidade que as empresa têm de bons profissionais na vertente comercial que não conseguem arranjar.
Pensando um pouco fora da caixa, decidimos criar um projecto de formação gratuita que incidisse precisamente nesta área.
Até ao momento realizámos já quatro workshops de formação com um total de cerca de 400 pessoas que resultaram na colocação no espaço de três meses de aproximadamente 30% das pessoas que participaram.
Este projecto é exclusivo para pessoas desempregadas que procurem novas alternativas profissionais, sendo a sua participação completamente gratuita.
O projecto funciona apenas com fundos próprios da Ideias e Desafios e dos parceiros que a ela se associam.
Se está desempregado e gostaria de participar numa destas formações comerciais gratuitas contacte-nos para operacionalizar a sua inscrição:
ana.oliveira@ideiasedesafios.com
Próximas datas:
7º Grupo – 8, 9 e 10 de Julho no Porto
Estão disponíveis apenas 100 lugares para cada evento!
Leia mais em http://www.ideiasedesafios.com/?page_id=1116
Links Patrocinados
quarta-feira, 15 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Suicídio Assistido
BBC transmitiu suicídio assistido de milionário britânico. convido a todos a fazerem uma reflexão sobre este assunto.
A cadeia BBC transmitiu na segunda-feira o suicídio assistido de Peter Medley, um hoteleiro britânico multimilionário de 71 anos, afectado por uma doença neurológica motora, que recorreu à clínica suíça Dignitas para morrer.
A emissão foi criticada por várias organizações, que acusaram a emissora pública britânica de ajudar a promover o suicídio assistido e de incentivar outras pessoas a seguirem os passos de Peter Medley.
A BBC argumentou que a reportagem, com o título "Escolhendo morrer", dará aos telespectadores a oportunidade de formarem a sua própria opinião já que o programa apresenta todos os pontos de vista relacionados com o suicídio assistido.
A reportagem mostra imagens de Peter Medley a tomar uma dose letal de barbitúricos na clínica suíça que nos últimos 12 anos ajudou a morrer mais de mil pessoas.
A organização britânica pro-suicídio assistido "Dignity in Dying" (dignidade na morte) declarou que o programa é "profundamente emotivo e, em algumas ocasiões, difícil de ver".
"Censurar o debate não ajudará as pessoas que sofrem de maneira intolerável", afirmou um porta-voz da organização, acrescentando que a realidade actual é que "as pessoas não só viajam ao estrangeiro para morrer, também acabam com a vida nas suas casas".
A cadeia BBC transmitiu na segunda-feira o suicídio assistido de Peter Medley, um hoteleiro britânico multimilionário de 71 anos, afectado por uma doença neurológica motora, que recorreu à clínica suíça Dignitas para morrer.
A emissão foi criticada por várias organizações, que acusaram a emissora pública britânica de ajudar a promover o suicídio assistido e de incentivar outras pessoas a seguirem os passos de Peter Medley.
A BBC argumentou que a reportagem, com o título "Escolhendo morrer", dará aos telespectadores a oportunidade de formarem a sua própria opinião já que o programa apresenta todos os pontos de vista relacionados com o suicídio assistido.
A reportagem mostra imagens de Peter Medley a tomar uma dose letal de barbitúricos na clínica suíça que nos últimos 12 anos ajudou a morrer mais de mil pessoas.
A organização britânica pro-suicídio assistido "Dignity in Dying" (dignidade na morte) declarou que o programa é "profundamente emotivo e, em algumas ocasiões, difícil de ver".
"Censurar o debate não ajudará as pessoas que sofrem de maneira intolerável", afirmou um porta-voz da organização, acrescentando que a realidade actual é que "as pessoas não só viajam ao estrangeiro para morrer, também acabam com a vida nas suas casas".
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Meditação Reflexões,
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O UNIVERSO HOLOGRAFICO
O pesquisador americano Michael Talbot aproxima a ciência moderna e as
religiões antigas, ao analisar uma das teorias mais fantásticas de nosso tempo.
Desenvolvida por dois eminentes pensadores, o físico David Bohm, da
Universidade de Londres, e o neurofisiologista Karl Pribram, de Stanford, tratase
de uma nova conceituação da matéria, inspirada no princípio da holografia, a
reprodução tridimensional de imagens por laser, segundo a qual todo o
universo não passaria de um holograma gigantesco, um tipo de imagem criada
pela mente, contendo tanto a matéria quanto a consciência, na forma de um
campo único. Esse novo modo de encarar a realidade, que vem conquistando
um número crescente de adeptos no meio científico, explica não apenas muitos
dos enigmas insolúveis da física, como também ocorrências misteriosas como a
telepatia, experiências fora do corpo ou no limiar da morte, os sonhos
"lúcidos", e mesmo vivências místicas e religiosas. Um livro audacioso,
perturbador, escrito numa linguagem deliciosamente simples, ainda que
firmemente enraizado nas melhores tradições científicas,
O Universo Holográfico está destinado a se tornar um clássico no gênero.
religiões antigas, ao analisar uma das teorias mais fantásticas de nosso tempo.
Desenvolvida por dois eminentes pensadores, o físico David Bohm, da
Universidade de Londres, e o neurofisiologista Karl Pribram, de Stanford, tratase
de uma nova conceituação da matéria, inspirada no princípio da holografia, a
reprodução tridimensional de imagens por laser, segundo a qual todo o
universo não passaria de um holograma gigantesco, um tipo de imagem criada
pela mente, contendo tanto a matéria quanto a consciência, na forma de um
campo único. Esse novo modo de encarar a realidade, que vem conquistando
um número crescente de adeptos no meio científico, explica não apenas muitos
dos enigmas insolúveis da física, como também ocorrências misteriosas como a
telepatia, experiências fora do corpo ou no limiar da morte, os sonhos
"lúcidos", e mesmo vivências místicas e religiosas. Um livro audacioso,
perturbador, escrito numa linguagem deliciosamente simples, ainda que
firmemente enraizado nas melhores tradições científicas,
O Universo Holográfico está destinado a se tornar um clássico no gênero.
Voo inauguralTAP PortoAlegre
VÔO INAUGURAL DA TAP COM 11hs DE VIAGEM.... SENSACIONAL
Este vídeo abaixo está com melhor qualidade, menos ruído, gravado pelo jornalista André Machado.
http://mediacenter.clicrbs.com.br/videos-gaucha-player/282/player/189178/blog-do-andre-machado-no-voo-inaugural-da-tap-passageiros-cantam-porto-alegre-e-demais/1/index.htm
Porto Alegre - A TAP Portugal faz este domingo o voo inaugural da nova rota Lisboa - Porto Alegre, com chegada prevista à capital do Rio Grande do Sul ao final da tarde. O voo marca igualmente o regresso do governador Tarso Genro a Porto Alegre, após uma missão internacional que o levou a Portugal e Espanha.
Este será o primeiro voo direto da Europa para a capital gaúcha. A companhia aérea portuguesa, que sublinha tratar-se de um "momento histórico", fará no Aeroporto Salgado Filho uma cerimónia de batismo do avião.
A nova rota da TAP terá quatro frequências semanais entre as duas cidades. A TAP já é a companhia que mais tem ligações entre Brasil e Europa, a partir de Lisboa, em voos saindo de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador, além de Rio de Janeiro e São Paulo.
Neste voo inaugural, a bordo virá um grupo de autoridades liderado pelo governador Tarso Genro e pelo vice-presidente da TAP, Luiz Mór.
O voo TAP163 foi executado pelo CS-TOL que possui motores da General Eletric, mais potentes que os Pratt & Whitney devido o peso na decolagem em Porto Alegre. O voo teve duração de 11h05, entre a partida às 06h37 e o pouso às 17h42, ambos no horario de Brasilia.
Este vídeo abaixo está com melhor qualidade, menos ruído, gravado pelo jornalista André Machado.
http://mediacenter.clicrbs.com.br/videos-gaucha-player/282/player/189178/blog-do-andre-machado-no-voo-inaugural-da-tap-passageiros-cantam-porto-alegre-e-demais/1/index.htm
Porto Alegre - A TAP Portugal faz este domingo o voo inaugural da nova rota Lisboa - Porto Alegre, com chegada prevista à capital do Rio Grande do Sul ao final da tarde. O voo marca igualmente o regresso do governador Tarso Genro a Porto Alegre, após uma missão internacional que o levou a Portugal e Espanha.
Este será o primeiro voo direto da Europa para a capital gaúcha. A companhia aérea portuguesa, que sublinha tratar-se de um "momento histórico", fará no Aeroporto Salgado Filho uma cerimónia de batismo do avião.
A nova rota da TAP terá quatro frequências semanais entre as duas cidades. A TAP já é a companhia que mais tem ligações entre Brasil e Europa, a partir de Lisboa, em voos saindo de Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Fortaleza, Natal, Recife e Salvador, além de Rio de Janeiro e São Paulo.
Neste voo inaugural, a bordo virá um grupo de autoridades liderado pelo governador Tarso Genro e pelo vice-presidente da TAP, Luiz Mór.
O voo TAP163 foi executado pelo CS-TOL que possui motores da General Eletric, mais potentes que os Pratt & Whitney devido o peso na decolagem em Porto Alegre. O voo teve duração de 11h05, entre a partida às 06h37 e o pouso às 17h42, ambos no horario de Brasilia.
domingo, 12 de junho de 2011
Protestos pacíficos
Sou favorável aos protestos pacíficos. Uma liberdade de expressão onde se respeita os direitos do outro e não se provoca danos sociais, apenas abrimos portas para reflexão.
Cem pessoas deitaram-se no Rossio por uma “democracia verdadeira”
A iniciativa, promovida pelo movimento “Democracia Verdadeira Já!” de Lisboa, surge depois de 12 dias de acampamento no Rossio e de várias assembleias, reuniões e acções nos dias seguintes, e que culminaram com uma carga policial e a detenção de dois activistas no sábado passado.
“A primeira coisa que nos mobilizou foi a repressão que houve aqui no Rossio, onde a polícia, ilegalmente, deitou ao chão muitas pessoas que, pacificamente e sem cometer nenhuma ilegalidade, pretendiam apenas debater os problemas das suas vidas e pensar novas formas de activismo”, disse ao PÚBLICO Renato, de 31 anos, um dos membros do movimento, confirmando que vão mesmo avançar com um processo judicial contra os agentes policiais que carregaram há uma semana sobre os manifestantes.
Madalena, de 33 anos, levou uma bastonada da polícia e fez questão de participar no protesto de hoje. “Estou aqui na continuação do protesto contra a democracia falsa em que vivemos”, disse ao PÚBLICO esta jovem desempregada, que lamenta ainda o facto de o país continuar no sofá. “Custa bastante ver que, numa crise tão forte como a que estamos a viver, o país continua muito calado no sofá. Acabamos por ser poucos a fazer uma luta de todos.”
Defendendo que o país “está a precisar não de uma, mas de várias revoluções”, Madalena diz estar disposta a ir “até onde for preciso”. “Não tenho um limite. É preciso que o medo nos dê coragem”, dizia com um sorriso nos lábios.
Já Alexandra, de 37 anos, vai “até onde o bom senso e as circunstâncias o exigirem”. Tem consciência de que a iniciativa de hoje, “por si só, não vai mover a sociedade toda”, mas acredita que “pode ser o início de um acordar de consciências”. “Estou aqui para me manifestar pacificamente contra a injustiça que existe em muitas áreas”, diz, confessando que é a primeira vez, desde a guerra das propinas na década de 1990, que decidiu “voltar a esforçar-se e a levantar a voz”.
Envergando um cartaz a reclamar “mais amor na política”, Inês está no movimento desde o princípio e garante que ali vai ficar enquanto continuar a “sentir que as acções fazem sentido e que as pessoas mudam”. “A iniciativa de hoje é uma forma metafórica de protestar contra a democracia que temos. Estamos cansados”, explica esta jovem de 23 anos. “Quero mais amor na política, pois para mim o amor é haver mais comunicação e justiça entre as pessoas. São dois conceitos muito próximos e, quando eles forem a mesma coisa, a sociedade será uma boa sociedade. É um bocado utópico, mas todas as crenças têm de ser um bocado utópicas”, justifica.
Renato acredita que a dinâmica dos protestos “vai naturalmente crescer”. “Tenho a história do meu lado. E, ao contrário do que nos pregavam nos anos 90, em que diziam que a ideologia estava morta, há muitas coisas a acontecer e, se há sítios onde o bater das asas da borboleta se nota, é no movimento social”, afirma este ex-estudante da Faculdade de Letras, depois de lembrar o que se passou no Egipto. “As coisas que vão acontecendo ajudam a reforçar esta dinâmica”, acrescenta.
A iniciativa de hoje contou com a participação solidária de Alberto, um espanhol de 22 anos que está em Lisboa desde Setembro de 2010 a estudar Biologia. “Estou aqui a lutar pela democracia verdadeira, que falta em toda a Europa”, diz. Alberto não tem dúvidas de que “a situação em Portugal é bastante parecida com Espanha e ao resto dos países mediterrâneos”.
As assembleias populares vão continuar e o movimento apela desde já à participação de “todos os indignados” na manifestação internacional do dia 19, que irá começar em frente ao Cinema São Jorge, em Lisboa.
Cem pessoas deitaram-se no Rossio por uma “democracia verdadeira”
A iniciativa, promovida pelo movimento “Democracia Verdadeira Já!” de Lisboa, surge depois de 12 dias de acampamento no Rossio e de várias assembleias, reuniões e acções nos dias seguintes, e que culminaram com uma carga policial e a detenção de dois activistas no sábado passado.
“A primeira coisa que nos mobilizou foi a repressão que houve aqui no Rossio, onde a polícia, ilegalmente, deitou ao chão muitas pessoas que, pacificamente e sem cometer nenhuma ilegalidade, pretendiam apenas debater os problemas das suas vidas e pensar novas formas de activismo”, disse ao PÚBLICO Renato, de 31 anos, um dos membros do movimento, confirmando que vão mesmo avançar com um processo judicial contra os agentes policiais que carregaram há uma semana sobre os manifestantes.
Madalena, de 33 anos, levou uma bastonada da polícia e fez questão de participar no protesto de hoje. “Estou aqui na continuação do protesto contra a democracia falsa em que vivemos”, disse ao PÚBLICO esta jovem desempregada, que lamenta ainda o facto de o país continuar no sofá. “Custa bastante ver que, numa crise tão forte como a que estamos a viver, o país continua muito calado no sofá. Acabamos por ser poucos a fazer uma luta de todos.”
Defendendo que o país “está a precisar não de uma, mas de várias revoluções”, Madalena diz estar disposta a ir “até onde for preciso”. “Não tenho um limite. É preciso que o medo nos dê coragem”, dizia com um sorriso nos lábios.
Já Alexandra, de 37 anos, vai “até onde o bom senso e as circunstâncias o exigirem”. Tem consciência de que a iniciativa de hoje, “por si só, não vai mover a sociedade toda”, mas acredita que “pode ser o início de um acordar de consciências”. “Estou aqui para me manifestar pacificamente contra a injustiça que existe em muitas áreas”, diz, confessando que é a primeira vez, desde a guerra das propinas na década de 1990, que decidiu “voltar a esforçar-se e a levantar a voz”.
Envergando um cartaz a reclamar “mais amor na política”, Inês está no movimento desde o princípio e garante que ali vai ficar enquanto continuar a “sentir que as acções fazem sentido e que as pessoas mudam”. “A iniciativa de hoje é uma forma metafórica de protestar contra a democracia que temos. Estamos cansados”, explica esta jovem de 23 anos. “Quero mais amor na política, pois para mim o amor é haver mais comunicação e justiça entre as pessoas. São dois conceitos muito próximos e, quando eles forem a mesma coisa, a sociedade será uma boa sociedade. É um bocado utópico, mas todas as crenças têm de ser um bocado utópicas”, justifica.
Renato acredita que a dinâmica dos protestos “vai naturalmente crescer”. “Tenho a história do meu lado. E, ao contrário do que nos pregavam nos anos 90, em que diziam que a ideologia estava morta, há muitas coisas a acontecer e, se há sítios onde o bater das asas da borboleta se nota, é no movimento social”, afirma este ex-estudante da Faculdade de Letras, depois de lembrar o que se passou no Egipto. “As coisas que vão acontecendo ajudam a reforçar esta dinâmica”, acrescenta.
A iniciativa de hoje contou com a participação solidária de Alberto, um espanhol de 22 anos que está em Lisboa desde Setembro de 2010 a estudar Biologia. “Estou aqui a lutar pela democracia verdadeira, que falta em toda a Europa”, diz. Alberto não tem dúvidas de que “a situação em Portugal é bastante parecida com Espanha e ao resto dos países mediterrâneos”.
As assembleias populares vão continuar e o movimento apela desde já à participação de “todos os indignados” na manifestação internacional do dia 19, que irá começar em frente ao Cinema São Jorge, em Lisboa.
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sábado, 11 de junho de 2011
Debitocracia ou Divitocracia
Não gosto de debater política e nem me considero uma pessoa preparada para o fazer, porém achei este documentário extraordinário sobre a crise grega que está a causar polémica, feito por dois jornalistas gregos e que merece, pese a sua duração, ser visto, ouvido e analisado com muita atenção, quanto mais não seja como cultura geral.
Na Internet, toda a gente fala do documentário sobre a crise grega preparado pelos jornalistas Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou e que tem por título "Debtocracy". Rodado com dinheiro próprio e com donativos de alguns amigos, o filme tem exibição gratuita em http://www.debtocracy.gr. Em menos de dez dias, foi visto por 600 mil utilizadores. Todos os dias, defensores e adversários do documentário apresentam os respetivos pontos de vista no Facebook, no Twitter e em blogues.
Os principais atores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de atos de corrupção contra o interesse da sociedade.
"Debtocracy" é uma ação política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.
Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.
O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.
À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.
Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internet e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."
O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.
"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.
Fonte original do vídeo:
http://www.debtocracy.gr
Na Internet, toda a gente fala do documentário sobre a crise grega preparado pelos jornalistas Katerina Kitidi e Aris Hatzistefanou e que tem por título "Debtocracy". Rodado com dinheiro próprio e com donativos de alguns amigos, o filme tem exibição gratuita em http://www.debtocracy.gr. Em menos de dez dias, foi visto por 600 mil utilizadores. Todos os dias, defensores e adversários do documentário apresentam os respetivos pontos de vista no Facebook, no Twitter e em blogues.
Os principais atores do documentário (cerca de 200 pessoas) assinam um pedido de criação de uma comissão internacional de auditoria, que teria por missão especificar os motivos da acumulação da dívida soberana e condenar os responsáveis. No caso vertente, a Grécia tem direito a recusar o reembolso da sua "dívida injustificada", ou seja, da dívida criada através de atos de corrupção contra o interesse da sociedade.
"Debtocracy" é uma ação política. Apresenta um ponto de vista sobre a análise dos acontecimentos que arrastaram a Grécia para uma situação preocupante. As opiniões vão todas no mesmo sentido, sem contraponto. Foi essa a opção dos autores, que apresentam a sua maneira de ver as coisas, logo nos primeiros minutos: "Em cerca de 40 anos, dois partidos, três famílias políticas e alguns grandes patrões levaram a Grécia à falência. Deixaram de pagar aos cidadãos para salvar os credores".
Os "cúmplices" da falência perderam o direito à palavra.
Os autores do documentário não dão a palavra àqueles que consideram "cúmplices" da falência. Os primeiros-ministros e ministros das Finanças gregos dos últimos dez anos são apresentados como elos de uma cadeia de cúmplices que arrastaram o país para o abismo.
O diretor-geral do FMI, Dominique Strauss-Kahn, que se apresentou aos gregos como o médico do país, é comparado ao ditador Georges Papadopoulos [primeiro-ministro sob o regime dos coronéis, de 1967 a 1974]. O paralelo é estabelecido com uma facilidade notável desde o início do documentário mas não é dado ao personagem relevante (DSK) o direito a usar da palavra.
À pergunta "Porque não fazer intervir as pessoas apontadas a dedo", um dos autores, Kateina Kitidi, responde que se trata de "uma pergunta que deve ser feita a muitos órgãos de comunicação que, nos últimos tempos, difundem permanentemente um único ponto de vista sobre a situação. Nós consideramos que estamos a apresentar uma abordagem diferente, que faz falta há muito tempo". O público garante a independência do filme.
Para o seu colega Aris Hatzistefanou, o que conta é a independência do documentário. "Não tínhamos outra hipótese", explica. "Para evitar as limitações quanto ao conteúdo do filme, que as empresas [de produção], as instituições ou os partidos teriam imposto, apelámos ao público para garantir as despesas de produção. Portanto, o documentário pertence aos nossos 'produtores associados', que fizeram donativos na Internet e é por isso que não há problemas de direitos. De qualquer modo, o nosso objetivo é difundi-lo o mais amplamente possível."
O documentário utiliza os exemplos do Equador e da Argentina para suportar o argumento segundo o qual o relatório de uma comissão de auditoria pode ser utilizado como instrumento de negociação, para eliminar uma parte da dívida e do congelamento dos salários e pensões de reforma.
"Tentamos pegar em exemplos de países como a Argentina e o Equador, que disseram não ao FMI e aos credores estrangeiros que, ainda que parcialmente, puseram de joelhos os cidadãos. Para tal, falámos com as pessoas que realizaram uma auditoria no Equador e provaram que uma grande parte da dívida era ilegal", acrescenta Katerina Kitidi. Contudo, "Debtocracy" evita sublinhar algumas diferenças de peso e evidentes entre o Equador e a Grécia. Entre elas, o facto de o Equador ter petróleo.
Fonte original do vídeo:
http://www.debtocracy.gr
sexta-feira, 10 de junho de 2011
A história de cada casal
Tenho atendido muitos casais com dúvidas sobre o continuar juntos ou desbravar novos mundos, porém asseguro que podemos desbravar, mudar a nossa forma de funcionar na relação, em relação, com relação e continuar casados com o mesmo parceiro. Aprendendo a descobrir quem surge de dentro para fora! É um processo!
Ao fazer terapia, cada um cresce, renova, muda e depois cada um reflecte se esse novo ser que surgiu em si e o novo ser que surgiu no outro, conseguem fazer um novo caminhar JUNTOS. Se não conseguem, lamenta-se, porém valeu o processo.
Se conseguem passam a viver uma relação mais CONSCIENTE.
Eu refiro a terapia porque é um processo intenso e se for bem vivido por cada pessoas faz uma mudanças fantásticas, porém os livros ajudam imenso, os filmes, as metáforas e actualmente com a Internet temos também uns vídeos interessantes.
Este vídeo, que é uma propaganda da operadora Vivo (Brasil) mostra uma história de amor de um casal desde o primeiro encontro, com as diferenças individuais e com os ajustes que foram fazendo.
Deixo aqui a indicação de um livro interessante para casais não acabarem a relação antes de ler. Chama-se "Todo o amor do mundo", Harville Hendrix, Ph.D. Editora CasadasLetras.
Making of
Desenho animado
Ao fazer terapia, cada um cresce, renova, muda e depois cada um reflecte se esse novo ser que surgiu em si e o novo ser que surgiu no outro, conseguem fazer um novo caminhar JUNTOS. Se não conseguem, lamenta-se, porém valeu o processo.
Se conseguem passam a viver uma relação mais CONSCIENTE.
Eu refiro a terapia porque é um processo intenso e se for bem vivido por cada pessoas faz uma mudanças fantásticas, porém os livros ajudam imenso, os filmes, as metáforas e actualmente com a Internet temos também uns vídeos interessantes.
Este vídeo, que é uma propaganda da operadora Vivo (Brasil) mostra uma história de amor de um casal desde o primeiro encontro, com as diferenças individuais e com os ajustes que foram fazendo.
Deixo aqui a indicação de um livro interessante para casais não acabarem a relação antes de ler. Chama-se "Todo o amor do mundo", Harville Hendrix, Ph.D. Editora CasadasLetras.
Making of
Desenho animado
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Reciclagem do lixo em Barcelona
SIm, é um investimento financeiro, porém é uma garantia de um excelente atendimento ao cidadão.
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Responsabilidade Social
domingo, 5 de junho de 2011
O quarto de Emma Donoghue
"O Quarto”, da autora Emma Donoghue, www.roomthebook.com que foi considerado obra-prima em diversos países, chega ao Brasil por meio do selo Verus do Grupo Record. O livro foi publicado em mais de 30 países e eleito o melhor livro do ano por diversos meios de comunicação.
O livro conta a história de um menino, Jack, que aos 5 anos vive em um mundo que se resume a um pequeno quarto de 4 metro x 4 metro sem janelas. O espaço é divido com Ma, sua mãe. No ambiente existem apenas cama, armário, mesa, berço, fogão, televisão e banheira.
Para entreter o esperto menino, Ma desenvolve de maneira criativa brincadeiras, exercícios e procura ensinar-lhe o que Jack estudaria se pudesse ir à escola. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la.O único momento em que se separam é quando o velho Nick sequestra Ma e a mantém em cativeiro por sete anos.
Apesar de lhe proporcionar um ambiente lúdico e saudável, Ma sabe que isso é muito pouco para o menino. A curiosidade de Jack vai crescendo. Com uma linguagem especial e de forma sensível, Emma Donoughue conta em “O Quarto” a vida nesse ambiente sufocante, através da ótica infantil de Jack. Com viradas que prendem a atenção , o leitor vai acompanhar o desenvolvimento de Jack e sua mãe, até o ponto em que, finalmente, conseguem fugir das mãos do captor.
O livro conta a história de um menino, Jack, que aos 5 anos vive em um mundo que se resume a um pequeno quarto de 4 metro x 4 metro sem janelas. O espaço é divido com Ma, sua mãe. No ambiente existem apenas cama, armário, mesa, berço, fogão, televisão e banheira.
Para entreter o esperto menino, Ma desenvolve de maneira criativa brincadeiras, exercícios e procura ensinar-lhe o que Jack estudaria se pudesse ir à escola. À noite, sua mãe o fecha em segurança no guarda-roupa, onde ele deve estar dormindo quando o velho Nick vem visitá-la.O único momento em que se separam é quando o velho Nick sequestra Ma e a mantém em cativeiro por sete anos.
Apesar de lhe proporcionar um ambiente lúdico e saudável, Ma sabe que isso é muito pouco para o menino. A curiosidade de Jack vai crescendo. Com uma linguagem especial e de forma sensível, Emma Donoughue conta em “O Quarto” a vida nesse ambiente sufocante, através da ótica infantil de Jack. Com viradas que prendem a atenção , o leitor vai acompanhar o desenvolvimento de Jack e sua mãe, até o ponto em que, finalmente, conseguem fugir das mãos do captor.
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sábado, 4 de junho de 2011
Telefone da Esperança
porto@telefonedaesperanca.pt
* 960340851Mobile
* 222030707Home
Rua Duque de Loulé, 98 – 2º Esq. Porto
* http://www.telefonedaesperanca.pt
* http://telefonedaesperanca.blogspot.com/
Somos uma organização de voluntariado que actua nas áreas da acção social e da cooperação para o desenvolvimento. Oferecemos, de forma gratuita, anónima e especializada, um serviço permanente de ajuda por telefone ou presencial para apoiar pessoas em situação de crise emocional. Além disso, proporcionamos, através de cursos especializados, uma série de recursos eficazes para promover a melhoria da qualidade de vida emocional de cada pessoa e de cada família.
ORIENTAÇÃO POR TELEFONE (Já a funcionar em Portugal!)
O Telefone da Esperança oferece um serviço permanente de Orientação por Telefone, 3 horas por dia (período a alargar brevemente), todos os dias do ano (inclusive noites e quadras festivas) às pessoas que vivem alguma situação de crise.
Este serviço é especializado, gratuito (paga apenas o custo da chamada à sua operadora, se aplicável) e absolutamente confidencial. Do outro lado da linha, encontra pessoas formadas para o(a) apoia da melhor forma.
...
Caso necessite de quem o escute com respeito e cuidado, telefone-nos: 222 037 707. Todos os dias do ano, entre as 20 e as 23 horas, estamos disponíveis para o(a) escutar!
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* http://www.telefonedaesperanca.pt
* http://telefonedaesperanca.blogspot.com/
Somos uma organização de voluntariado que actua nas áreas da acção social e da cooperação para o desenvolvimento. Oferecemos, de forma gratuita, anónima e especializada, um serviço permanente de ajuda por telefone ou presencial para apoiar pessoas em situação de crise emocional. Além disso, proporcionamos, através de cursos especializados, uma série de recursos eficazes para promover a melhoria da qualidade de vida emocional de cada pessoa e de cada família.
ORIENTAÇÃO POR TELEFONE (Já a funcionar em Portugal!)
O Telefone da Esperança oferece um serviço permanente de Orientação por Telefone, 3 horas por dia (período a alargar brevemente), todos os dias do ano (inclusive noites e quadras festivas) às pessoas que vivem alguma situação de crise.
Este serviço é especializado, gratuito (paga apenas o custo da chamada à sua operadora, se aplicável) e absolutamente confidencial. Do outro lado da linha, encontra pessoas formadas para o(a) apoia da melhor forma.
...
Caso necessite de quem o escute com respeito e cuidado, telefone-nos: 222 037 707. Todos os dias do ano, entre as 20 e as 23 horas, estamos disponíveis para o(a) escutar!
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Responsabilidade Social
quarta-feira, 1 de junho de 2011
Um pianista resiliente
Música. A história da teimosia de um grande pianista que não desistiu de ser maestro.
Um acidente travou a carreira de pianista de João Carlos Martins. Acabou por se tornar maestro e contou ao i como não desistiu do que diz ser o seu destino.
João Carlos Martins seguia num táxi em direcção à 57a Avenida, uma das transversais da 7.a, em Nova Iorque. O trânsito estava caótico, buzinas, confusão. Gente bem vestida e apressada numa corrida contra o tempo. "O que é que se passa aqui, que confusão é esta?", perguntou ao taxista. "Não sei quem é o gajo que vai tocar hoje no Carnegie, mas é por causa dele", ouviu. "Faça como quiser, mas leve-me lá rapidamente. Esse gajo que vai tocar sou eu!"
João Carlos Martins, pianista, foi considerado pela "New York Magazine" e pelo "Boston Globe" o melhor intérprete de Bach depois do lendário Glenn Gould. Aos oito anos já era um virtuoso e aos 13 apresentava-se nas melhores salas brasileiras. Com 18 estreou-se no palco do Carnegie Hall, em Nova Iorque, num concerto patrocinado pela ex-primeira-dama dos Estados Unidos Eleonor Roosevelt. Aos 23 gravou o "Cravo bem Temperado", êxito de vendas durante anos nos Estados Unidos.
Aos 26, quando estava alojado num hotel nova-iorquino para mais um espectáculo, espreitou pela janela. Lá em baixo estavam uns miúdos a jogar à bola e João Carlos Martins, fanático por futebol, foi ter com eles para "dar uns toques antes do concerto". A fatalidade atravessou-se-lhe no caminho e aquela decisão mudou-lhe a vida: a correr atrás da bola, entre os rapazes (também brasileiros), uma queda violenta roubou-lhe os movimentos da mão direita. Os dedos do pianista calaram-se naquele momento.
Com o sonho desfeito, a música é atirada para trás das costas, mas o ex-pianista estava decidido a dedicar-se a novos projectos. João Carlos Martins foi buscar o exemplo à infância. Mais precisamente ao pai, "que é português, de Braga", contou ao i. O pai teve um cancro aos 36 anos e os médicos deram-lhe poucos meses de vida: "Não o conheciam. Morreu num acidente de aviação com 102 anos, dando um exemplo de dinamismo até ao último dia da sua vida", conta.
Um ano depois do acidente de Nova Iorque, João Carlos não queria acreditar que tinha abandonado o piano. "Como era possível ter deixado a música?", questionava-se. Dia após dia praticava intensamente e descobriu que, se não usasse o dedo anelar, conseguia recuperar a velocidade dos restantes. Queria voltar ao Carnegie Hall e marcou novos concertos, mesmo sob o alerta do seu agente: "Já ninguém se lembra de ti. É difícil encher o Carnegie. Pensa melhor." Mas não havia volta a dar, porque o pianista queria mesmo subir ao palco e voltar a interpretar não só Bach, mas também Ravel, Tchaikovsky ou Ennio Morricone.
Por causa disso, aterrou em Nova Iorque e foi parar ao tal táxi da confusa Rua 57, receoso de chegar tarde ao seu próprio regresso aos palcos. O taxista americano lá conseguiu deixá-lo a tempo no Carnegie Hall e a apresentação correu "maravilhosamente. Foram precisas mais 300 cadeiras na sala, o que nunca acontece lá", conta.
João Carlos Martins continuou a fazer recitais de piano, ano após ano, espectáculo após espectáculo, até que: "Depois de sete anos de prática, fiquei com uma doença chamada lesão por esforços repetitivos (LER)." Devido ao esforço e à prática intensa do piano, os seus dedos começaram a ter movimentos involuntários e teve de deixar de tocar mais uma vez.
Mas voltou a não desistir: "Se pararmos de fazer o movimento repetitivo [tocar piano], o movimento involuntário é esquecido passados uns anos". Martins deixava de tocar, para voltar a tocar de novo.
O pianista nunca largou o seu alvo, mas por vezes parece que o destino desafia quem mais lhe faz frente. "Ao sair de uma teatro na Bulgária fui assaltado. Bateram-me com uma barra de ferro na cabeça." Caiu no chão, foi levado para o hospital e ficou em coma oito meses. Quando acordou, João Carlos tinha o lado direito paralisado. O piano calou-se novamente, e a luta recomeçou, dia após dia, um passo atrás de outro passo.
Um ano depois, volta a "fazer as tais 21 notas por segundo". João Carlos Martins volta ao Carnegie Hall. Dois anos depois, os médicos, em Miami, dão-lhe mais uma notícia brutal: "Vamos ter de cortar os nervos da sua mão direita e nunca mais vai poder tocar piano."
João Carlos Martins, pianista, começa uma carreira com a mão esquerda. O piano foge-lhe de novo quando um tumor "também rouba o controlo da mão esquerda".
Reviravolta A sua paixão pela música não permitiu que a abandonasse e, aos 64 anos, troca novamente as voltas à vida e aposta na carreira de maestro: "Superação é transformar a adversidade em plataforma", diz. Formou a Orquestra Bachiana Jovem e a Bachiana Filarmónica e depois fundiu-as. Voltou ao Carnegie Hall, agora "como regente", diz.
O maestro João Carlos Martins faz cerca de 200 concertos por ano. "Às 5h estou acordado, esteja onde estiver, para decorar as músicas", explicando que não pode virar as páginas das partituras ou usar uma batuta, por isso tem de memorizar as pautas.
"No ano passado foram 10 mil páginas. Quando você menos espera, o sonho corre atrás de si."
Em menos de um ano gravou 5 CDs e diz que quer mais: "Quero criar sempre". E por isso tem um novo projecto. "Criar mil orquestras jovens, em dez anos." As primeiras 180 vão estrear-se em Janeiro de 2012, em São Paulo. "Um Brasil musical diminui a criminalidade", acredita.
Um acidente travou a carreira de pianista de João Carlos Martins. Acabou por se tornar maestro e contou ao i como não desistiu do que diz ser o seu destino.
João Carlos Martins seguia num táxi em direcção à 57a Avenida, uma das transversais da 7.a, em Nova Iorque. O trânsito estava caótico, buzinas, confusão. Gente bem vestida e apressada numa corrida contra o tempo. "O que é que se passa aqui, que confusão é esta?", perguntou ao taxista. "Não sei quem é o gajo que vai tocar hoje no Carnegie, mas é por causa dele", ouviu. "Faça como quiser, mas leve-me lá rapidamente. Esse gajo que vai tocar sou eu!"
João Carlos Martins, pianista, foi considerado pela "New York Magazine" e pelo "Boston Globe" o melhor intérprete de Bach depois do lendário Glenn Gould. Aos oito anos já era um virtuoso e aos 13 apresentava-se nas melhores salas brasileiras. Com 18 estreou-se no palco do Carnegie Hall, em Nova Iorque, num concerto patrocinado pela ex-primeira-dama dos Estados Unidos Eleonor Roosevelt. Aos 23 gravou o "Cravo bem Temperado", êxito de vendas durante anos nos Estados Unidos.
Aos 26, quando estava alojado num hotel nova-iorquino para mais um espectáculo, espreitou pela janela. Lá em baixo estavam uns miúdos a jogar à bola e João Carlos Martins, fanático por futebol, foi ter com eles para "dar uns toques antes do concerto". A fatalidade atravessou-se-lhe no caminho e aquela decisão mudou-lhe a vida: a correr atrás da bola, entre os rapazes (também brasileiros), uma queda violenta roubou-lhe os movimentos da mão direita. Os dedos do pianista calaram-se naquele momento.
Com o sonho desfeito, a música é atirada para trás das costas, mas o ex-pianista estava decidido a dedicar-se a novos projectos. João Carlos Martins foi buscar o exemplo à infância. Mais precisamente ao pai, "que é português, de Braga", contou ao i. O pai teve um cancro aos 36 anos e os médicos deram-lhe poucos meses de vida: "Não o conheciam. Morreu num acidente de aviação com 102 anos, dando um exemplo de dinamismo até ao último dia da sua vida", conta.
Um ano depois do acidente de Nova Iorque, João Carlos não queria acreditar que tinha abandonado o piano. "Como era possível ter deixado a música?", questionava-se. Dia após dia praticava intensamente e descobriu que, se não usasse o dedo anelar, conseguia recuperar a velocidade dos restantes. Queria voltar ao Carnegie Hall e marcou novos concertos, mesmo sob o alerta do seu agente: "Já ninguém se lembra de ti. É difícil encher o Carnegie. Pensa melhor." Mas não havia volta a dar, porque o pianista queria mesmo subir ao palco e voltar a interpretar não só Bach, mas também Ravel, Tchaikovsky ou Ennio Morricone.
Por causa disso, aterrou em Nova Iorque e foi parar ao tal táxi da confusa Rua 57, receoso de chegar tarde ao seu próprio regresso aos palcos. O taxista americano lá conseguiu deixá-lo a tempo no Carnegie Hall e a apresentação correu "maravilhosamente. Foram precisas mais 300 cadeiras na sala, o que nunca acontece lá", conta.
João Carlos Martins continuou a fazer recitais de piano, ano após ano, espectáculo após espectáculo, até que: "Depois de sete anos de prática, fiquei com uma doença chamada lesão por esforços repetitivos (LER)." Devido ao esforço e à prática intensa do piano, os seus dedos começaram a ter movimentos involuntários e teve de deixar de tocar mais uma vez.
Mas voltou a não desistir: "Se pararmos de fazer o movimento repetitivo [tocar piano], o movimento involuntário é esquecido passados uns anos". Martins deixava de tocar, para voltar a tocar de novo.
O pianista nunca largou o seu alvo, mas por vezes parece que o destino desafia quem mais lhe faz frente. "Ao sair de uma teatro na Bulgária fui assaltado. Bateram-me com uma barra de ferro na cabeça." Caiu no chão, foi levado para o hospital e ficou em coma oito meses. Quando acordou, João Carlos tinha o lado direito paralisado. O piano calou-se novamente, e a luta recomeçou, dia após dia, um passo atrás de outro passo.
Um ano depois, volta a "fazer as tais 21 notas por segundo". João Carlos Martins volta ao Carnegie Hall. Dois anos depois, os médicos, em Miami, dão-lhe mais uma notícia brutal: "Vamos ter de cortar os nervos da sua mão direita e nunca mais vai poder tocar piano."
João Carlos Martins, pianista, começa uma carreira com a mão esquerda. O piano foge-lhe de novo quando um tumor "também rouba o controlo da mão esquerda".
Reviravolta A sua paixão pela música não permitiu que a abandonasse e, aos 64 anos, troca novamente as voltas à vida e aposta na carreira de maestro: "Superação é transformar a adversidade em plataforma", diz. Formou a Orquestra Bachiana Jovem e a Bachiana Filarmónica e depois fundiu-as. Voltou ao Carnegie Hall, agora "como regente", diz.
O maestro João Carlos Martins faz cerca de 200 concertos por ano. "Às 5h estou acordado, esteja onde estiver, para decorar as músicas", explicando que não pode virar as páginas das partituras ou usar uma batuta, por isso tem de memorizar as pautas.
"No ano passado foram 10 mil páginas. Quando você menos espera, o sonho corre atrás de si."
Em menos de um ano gravou 5 CDs e diz que quer mais: "Quero criar sempre". E por isso tem um novo projecto. "Criar mil orquestras jovens, em dez anos." As primeiras 180 vão estrear-se em Janeiro de 2012, em São Paulo. "Um Brasil musical diminui a criminalidade", acredita.
Justiça. Advogados juntam-se para defender crianças
Cinco advogados especialistas em Direito da Família fundaram associação inédita para dar voz às crianças na barra dos tribunais
É uma associação dedicada à protecção das crianças, mas dentro dos tribunais. Um grupo de advogados especialistas em Direito da Família juntou-se para criar um organismo de defesa dos direitos da criança. Rui Alves Pereira, Alexandre de Sousa Machado, Rita Sassetti, Leonor Vicente Ribeiro e Cristina de Sousa querem envolver magistrados, professores, psicólogos e pais numa organização "inédita" em Portugal, que garanta a defesa dos menores diante da Justiça. "Porque, por vezes, a legislação protege mais os pais do que as crianças", justifica Rui Alves Pereira.
A primeira batalha da associação - que já tem nome mas ainda está a aguardar confirmação de registo - será pela criação de um Código da Criança. Um documento que, explica o advogado, não existe no ordenamento jurídico português e serviria para congregar toda a legislação referente aos menores. "Enquanto advogados apercebemo-nos que há pessoas que não têm noção de toda a legislação, porque o que existe são decretos--lei avulsos", diz. Outro dos objectivos será promover conferências e debates - envolvendo profissionais das várias áreas ligadas às crianças - para reflectir sobre matérias jurídicas que levantem dúvidas, como a guarda conjunta, exemplifica o advogado. "Tem havido alguma confusão depois de, em 2008, se ter deixado de falar em poder paternal ou guarda para se passar a falar em responsabilidades parentais", diz Rui Alves Pereira. "Confunde-se responsabilidade parental conjunta com guarda conjunta, quando não é isso que resulta da lei. É uma questão controversa que está a preocupar juízes, procuradores e advogados", garante o advogado. Reflectir antecipadamente sobre estas questões é "fundamental, antes que qualquer dia, por força de um decreto, se imponha uma decisão desse género a uma criança, sem se saber se é o mais acertado", acrescenta.
O rapto internacional de crianças ou a alteração de residência do progenitor que detém a guarda do menor são outros assuntos a pedir debate. "O número de casamentos entre pessoas de nacionalidades diferentes está a aumentar e há casos em que depois do divórcio o membro do casal que detém a guarda dos filhos quer regressar ao seu país, o que levanta muitas questões jurídicas", sublinha Rui Alves Pereira.
O número crescente de divórcios também preocupa os advogados. "Importa mostrar à sociedade e aos pais que não podem confundir os papéis de marido e mulher com o de progenitores. Há pais que partem para o litígio sem compreenderem o que isso faz aos filhos. O casal acha que se assumir determinados comportamentos está a atingir a outra parte, mas está é a atingir a criança", avisa o advogado, que defende uma participação maior dos menores nos tribunais. "Há testemunhas dos pais e das mães, mas quem é a voz da criança? É preciso uma participação maior do menor, quer de forma directa, através da sua audição em tribunal, quer através das pessoas que estão em contacto com ela, como professores ou educadores", defende.
A associação de advogados deve começar a trabalhar "em breve", remata Rui Alves Pereira.
É uma associação dedicada à protecção das crianças, mas dentro dos tribunais. Um grupo de advogados especialistas em Direito da Família juntou-se para criar um organismo de defesa dos direitos da criança. Rui Alves Pereira, Alexandre de Sousa Machado, Rita Sassetti, Leonor Vicente Ribeiro e Cristina de Sousa querem envolver magistrados, professores, psicólogos e pais numa organização "inédita" em Portugal, que garanta a defesa dos menores diante da Justiça. "Porque, por vezes, a legislação protege mais os pais do que as crianças", justifica Rui Alves Pereira.
A primeira batalha da associação - que já tem nome mas ainda está a aguardar confirmação de registo - será pela criação de um Código da Criança. Um documento que, explica o advogado, não existe no ordenamento jurídico português e serviria para congregar toda a legislação referente aos menores. "Enquanto advogados apercebemo-nos que há pessoas que não têm noção de toda a legislação, porque o que existe são decretos--lei avulsos", diz. Outro dos objectivos será promover conferências e debates - envolvendo profissionais das várias áreas ligadas às crianças - para reflectir sobre matérias jurídicas que levantem dúvidas, como a guarda conjunta, exemplifica o advogado. "Tem havido alguma confusão depois de, em 2008, se ter deixado de falar em poder paternal ou guarda para se passar a falar em responsabilidades parentais", diz Rui Alves Pereira. "Confunde-se responsabilidade parental conjunta com guarda conjunta, quando não é isso que resulta da lei. É uma questão controversa que está a preocupar juízes, procuradores e advogados", garante o advogado. Reflectir antecipadamente sobre estas questões é "fundamental, antes que qualquer dia, por força de um decreto, se imponha uma decisão desse género a uma criança, sem se saber se é o mais acertado", acrescenta.
O rapto internacional de crianças ou a alteração de residência do progenitor que detém a guarda do menor são outros assuntos a pedir debate. "O número de casamentos entre pessoas de nacionalidades diferentes está a aumentar e há casos em que depois do divórcio o membro do casal que detém a guarda dos filhos quer regressar ao seu país, o que levanta muitas questões jurídicas", sublinha Rui Alves Pereira.
O número crescente de divórcios também preocupa os advogados. "Importa mostrar à sociedade e aos pais que não podem confundir os papéis de marido e mulher com o de progenitores. Há pais que partem para o litígio sem compreenderem o que isso faz aos filhos. O casal acha que se assumir determinados comportamentos está a atingir a outra parte, mas está é a atingir a criança", avisa o advogado, que defende uma participação maior dos menores nos tribunais. "Há testemunhas dos pais e das mães, mas quem é a voz da criança? É preciso uma participação maior do menor, quer de forma directa, através da sua audição em tribunal, quer através das pessoas que estão em contacto com ela, como professores ou educadores", defende.
A associação de advogados deve começar a trabalhar "em breve", remata Rui Alves Pereira.
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Pais e Filhos
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Pedro Quaresma da Silva
Pedro Quaresma da Silva
Sábado dia 28 de Maio pelas 21h30m na Igreja de Stº António de Corim, no concerto Mariano do grupo Vox Angelorum, cantarei o fabuloso Avé Maria de Giullio Caccini, será uma nova e magnifica aventura que me foi proposta pelo excelente Maestro Pedro Fonseca, que me privilegiará com a sua música, e o seu superior acompanhamento!...
Sábado dia 28 de Maio pelas 21h30m na Igreja de Stº António de Corim, no concerto Mariano do grupo Vox Angelorum, cantarei o fabuloso Avé Maria de Giullio Caccini, será uma nova e magnifica aventura que me foi proposta pelo excelente Maestro Pedro Fonseca, que me privilegiará com a sua música, e o seu superior acompanhamento!...
Como evitar que seu casamento se deteriore
"O casamento está acima do compromisso entre o marido e a mulher".
O casamento é como a casa, o carro ou o nosso corpo, para se manter saudável, precisa de manutenção.
Vejamos as 44 regras básicas para manter a saúde do seu casamento:
1. As visitas na casa dos sogros não devem ser uma obrigação, exceto nas datas importantes como dia dos pais, das mães, aniversários e natais.
2. Ficam permitidas saídas, uma vez por semana, com amigos do mesmo sexo, desde que em locais e horários apropriados.
3. Ele pode comprar o que gosta e ela também, desde que seja de comum acordo e com equilíbrio.
4. Os dois devem fazer um acordo para não levar mágoas para a cama. Jogando o lixo no lixo. Mágoa é lixo emocional.
5. As partes se comprometem em não mentir um para o outro, mesmo que a verdade seja difícil.
6. Deverão ser amigos acima de tudo e nunca falar mal um do outro.
7. Devem se elogiar sempre que o momento permitir.
8. Os dois devem praticar alguma modalidade esportiva, mesmo que separadamente.
9. Muita conversa sempre ¬ silêncio em exagero leva à distância.
10. Acontecimentos favoráveis, para qualquer das partes, devem ser comemorados com um jantar a dois, mesmo que em casa.
11. As questões financeiras devem ser tratadas em horário específico, ficando banidas dos momentos de lazer.
12. Os filhos não devem dormir na cama do casal.
13. Ela não deve dizer não ao sexo, nem mesmo quando estiver com dor de cabeça: sexo relaxa e é analgésico.
14. Ele não deve negar sexo quando ela se insinua para ele, mesmo cansado. Vale usar a criatividade.
15. Ela não precisa pedir sexo com palavras.
16. Os beijos devem ser de língua, beijo técnico nem pensar.
17. Os desejos sexuais devem ser explorados sempre, mesmo que se modifiquem com o passar do tempo.
18. O sexo deve acontecer pelo menos três vezes por semana, e os dois devem usar a criatividade.
19. Um não deve ver o outro naqueles momentos no banheiro que não interessam a mais ninguém.
20. Ela não precisa gostar de futebol e nem torcer pelo time dele, mas deve ser sábia participando.
21. Os dois se comprometem a fazer o possível para viajar no mínimo duas vezes por ano, sendo que, em uma das vezes, sem os filhos.
22. Ela não deve relaxar exageradamente na forma de se vestir em casa.
23. Ele não deve se vestir de forma relaxada em casa.
24. Os dois devem brincar com os filhos juntos, sempre que possível.
25. Gritos devem ser banidos, mas caso aconteçam devem ser respondidos com sussurros ou ignorados.
26. Os dois se comprometem a manter a forma, de maneira saudável e equilibrada.
27. Jamais devem criticar um ao outro publicamente.
28. O casal deve diversificar o uso dos perfumes ¬ pelo menos três fragrâncias diferentes cada um.
29. Não devem usar a abstinência como castigo e sim conversar sempre.
30. Ela não deve ficar muito íntima dos amigos dele e vice-versa.
31. Evite reclamar daquilo que antes você não reclamava, a menos que seja algo negativo que sempre incomodou.
32. Troque a crítica pela sugestão.
33. Não deixe a familiaridade acabar com a elegância.
34. O bom humor é óleo que lubrifica todas as engrenagens do relacionamento. Conserve o senso de humor.
35. Os programas devem ser escolhidos em comum acordo ou alternadamente.
36. As reuniões na escola dos filhos podem ser divididas.
37. Mesmo com opiniões divergentes, evitem discussões na frente de qualquer pessoa.
38. Debates de idéias são ótimos, desde que só entre vocês e educadamente, respeitando os diferentes pontos de vista.
39. Receba bem os amigos do cônjuge.
40. Quando ela estiver de TPM, fica obrigada a comunicá-lo, e ele, a ser condescendente ou manter a distância necessária.
41. Algumas tarefas podem ser divididas de acordo com a habilidade de cada um, exemplo: eu cozinho e você lava a louça.
42. Ele deve pensar nela antes de agir.
43. Ela deve pensar nele antes de agir.
44. Comprometem-se em fazer tudo o que for possível para ver o outro e a si mesmo felizes.
DORSA, Cibele. Homens no bolso. [São Paulo]: [Editora Clio], [2009].
O casamento é como a casa, o carro ou o nosso corpo, para se manter saudável, precisa de manutenção.
Vejamos as 44 regras básicas para manter a saúde do seu casamento:
1. As visitas na casa dos sogros não devem ser uma obrigação, exceto nas datas importantes como dia dos pais, das mães, aniversários e natais.
2. Ficam permitidas saídas, uma vez por semana, com amigos do mesmo sexo, desde que em locais e horários apropriados.
3. Ele pode comprar o que gosta e ela também, desde que seja de comum acordo e com equilíbrio.
4. Os dois devem fazer um acordo para não levar mágoas para a cama. Jogando o lixo no lixo. Mágoa é lixo emocional.
5. As partes se comprometem em não mentir um para o outro, mesmo que a verdade seja difícil.
6. Deverão ser amigos acima de tudo e nunca falar mal um do outro.
7. Devem se elogiar sempre que o momento permitir.
8. Os dois devem praticar alguma modalidade esportiva, mesmo que separadamente.
9. Muita conversa sempre ¬ silêncio em exagero leva à distância.
10. Acontecimentos favoráveis, para qualquer das partes, devem ser comemorados com um jantar a dois, mesmo que em casa.
11. As questões financeiras devem ser tratadas em horário específico, ficando banidas dos momentos de lazer.
12. Os filhos não devem dormir na cama do casal.
13. Ela não deve dizer não ao sexo, nem mesmo quando estiver com dor de cabeça: sexo relaxa e é analgésico.
14. Ele não deve negar sexo quando ela se insinua para ele, mesmo cansado. Vale usar a criatividade.
15. Ela não precisa pedir sexo com palavras.
16. Os beijos devem ser de língua, beijo técnico nem pensar.
17. Os desejos sexuais devem ser explorados sempre, mesmo que se modifiquem com o passar do tempo.
18. O sexo deve acontecer pelo menos três vezes por semana, e os dois devem usar a criatividade.
19. Um não deve ver o outro naqueles momentos no banheiro que não interessam a mais ninguém.
20. Ela não precisa gostar de futebol e nem torcer pelo time dele, mas deve ser sábia participando.
21. Os dois se comprometem a fazer o possível para viajar no mínimo duas vezes por ano, sendo que, em uma das vezes, sem os filhos.
22. Ela não deve relaxar exageradamente na forma de se vestir em casa.
23. Ele não deve se vestir de forma relaxada em casa.
24. Os dois devem brincar com os filhos juntos, sempre que possível.
25. Gritos devem ser banidos, mas caso aconteçam devem ser respondidos com sussurros ou ignorados.
26. Os dois se comprometem a manter a forma, de maneira saudável e equilibrada.
27. Jamais devem criticar um ao outro publicamente.
28. O casal deve diversificar o uso dos perfumes ¬ pelo menos três fragrâncias diferentes cada um.
29. Não devem usar a abstinência como castigo e sim conversar sempre.
30. Ela não deve ficar muito íntima dos amigos dele e vice-versa.
31. Evite reclamar daquilo que antes você não reclamava, a menos que seja algo negativo que sempre incomodou.
32. Troque a crítica pela sugestão.
33. Não deixe a familiaridade acabar com a elegância.
34. O bom humor é óleo que lubrifica todas as engrenagens do relacionamento. Conserve o senso de humor.
35. Os programas devem ser escolhidos em comum acordo ou alternadamente.
36. As reuniões na escola dos filhos podem ser divididas.
37. Mesmo com opiniões divergentes, evitem discussões na frente de qualquer pessoa.
38. Debates de idéias são ótimos, desde que só entre vocês e educadamente, respeitando os diferentes pontos de vista.
39. Receba bem os amigos do cônjuge.
40. Quando ela estiver de TPM, fica obrigada a comunicá-lo, e ele, a ser condescendente ou manter a distância necessária.
41. Algumas tarefas podem ser divididas de acordo com a habilidade de cada um, exemplo: eu cozinho e você lava a louça.
42. Ele deve pensar nela antes de agir.
43. Ela deve pensar nele antes de agir.
44. Comprometem-se em fazer tudo o que for possível para ver o outro e a si mesmo felizes.
DORSA, Cibele. Homens no bolso. [São Paulo]: [Editora Clio], [2009].
domingo, 22 de maio de 2011
Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama
A Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama movimentou o Rio de Janeiro neste domingo (22). A largada e chegada aconteceram no Monumento aos Expedicionários da Segunda Guerra Mundial, no Aterro do Flamengo, na zona sul do Rio. Segundo a organização do evento, cerca de cinco mil participaram do evento.
O percurso foi de aproximadamente 5 Km para ambas as provas. Na corrida, os participantes foram divididos em cinco categorias. A largada para a corrida e para a caminhada aconteceu às 8 horas.
Além de consciencializar sobre a importância da prática dos exercícios físicos para uma vida saudável e abordar sobre a saúde da mulher, por onde passa a Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama faz uma doação aos hospitais de câncer locais. No Rio de Janeiro, o beneficiado será o Hospital Mário Kröeff, na zona norte, que já foi parceiro da campanha em outras edições. A entidade atua há 70 anos na prevenção, diagnóstico e tratamento de diversos tipos de câncer
O percurso foi de aproximadamente 5 Km para ambas as provas. Na corrida, os participantes foram divididos em cinco categorias. A largada para a corrida e para a caminhada aconteceu às 8 horas.
Além de consciencializar sobre a importância da prática dos exercícios físicos para uma vida saudável e abordar sobre a saúde da mulher, por onde passa a Corrida e Caminhada Contra o Câncer de Mama faz uma doação aos hospitais de câncer locais. No Rio de Janeiro, o beneficiado será o Hospital Mário Kröeff, na zona norte, que já foi parceiro da campanha em outras edições. A entidade atua há 70 anos na prevenção, diagnóstico e tratamento de diversos tipos de câncer
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sábado, 21 de maio de 2011
Atelier – Mentes brilhantes - 25.Maio.2011
A APROSARIO http://www.colegiodorosario.pt/CNSR/APRosario/menuaprosario.aspx convida toda a Comunidade Educativa a participar no dia 25 de Maio, no Atelier – Mentes brilhantes, subordinado ao tema “O Desenvolvimento Pessoal na Escola e na Família”
Com início às 21h30m, esta sessão pretende, de uma forma criativa e pouco convencional, encontrar em nós próprios, respostas a questões pertinentes e tão actuais que nos são colocadas enquanto Pais e Educadores.
Os tempos que atravessamos são de mudança, não podendo ser ignorados pela educação e formação, porquanto educar não é preparar as novas gerações para a estabilidade, mas sim para acompanharem o fluir do tempo.
Tópicos de intervenção:
• Atitude de “Coach” – António Guimarães
• Inteligência emocional – Ângela Escada
Oradores Convidados:
Ângela Escada
Licenciada em Psicologia, Escritora, Investigadora da Inteligência Emocional, Formadora e Consultora, define-se como uma pessoa tranquila, bem-disposta e positiva, dedicando um carinho especial ao ser humano, fazendo novas aprendizagens com aqueles com quem convive. Publica livros com regularidade como “Auto-Estima do Formador” ou “Crescer com Inteligência Emocional”
António Guimarães
Licenciado em Engenharia química, alterou radicalmente a sua carreira profissional em 1983 ao conhecer Dale Carnegie, conhecido pensador e fundador da Dale Carnegie Training, líder mundial em programas de treino e desenvolvimento pessoal, tendo-se tornado facilitador de vários programas no âmbito do desenvolvimento pessoal e organizacional em ExecutiveCoaching, Life Coaching ou alta performance com PNL (Programação Neuro Linguistica), fundando a ASGEH – Engenharia Humana.
Contamos com a sua participação.
Efectue a sua inscrição no site do Colégio.
Com início às 21h30m, esta sessão pretende, de uma forma criativa e pouco convencional, encontrar em nós próprios, respostas a questões pertinentes e tão actuais que nos são colocadas enquanto Pais e Educadores.
Os tempos que atravessamos são de mudança, não podendo ser ignorados pela educação e formação, porquanto educar não é preparar as novas gerações para a estabilidade, mas sim para acompanharem o fluir do tempo.
Tópicos de intervenção:
• Atitude de “Coach” – António Guimarães
• Inteligência emocional – Ângela Escada
Oradores Convidados:
Ângela Escada
Licenciada em Psicologia, Escritora, Investigadora da Inteligência Emocional, Formadora e Consultora, define-se como uma pessoa tranquila, bem-disposta e positiva, dedicando um carinho especial ao ser humano, fazendo novas aprendizagens com aqueles com quem convive. Publica livros com regularidade como “Auto-Estima do Formador” ou “Crescer com Inteligência Emocional”
António Guimarães
Licenciado em Engenharia química, alterou radicalmente a sua carreira profissional em 1983 ao conhecer Dale Carnegie, conhecido pensador e fundador da Dale Carnegie Training, líder mundial em programas de treino e desenvolvimento pessoal, tendo-se tornado facilitador de vários programas no âmbito do desenvolvimento pessoal e organizacional em ExecutiveCoaching, Life Coaching ou alta performance com PNL (Programação Neuro Linguistica), fundando a ASGEH – Engenharia Humana.
Contamos com a sua participação.
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sexta-feira, 20 de maio de 2011
Mundial de Futebol 2018 na Rússia
Assista ao vídeo promocional do Mundial de Futebol 2018 na Rússia.
Veja os estádios e quando ficarão prontos!
Veja os meios de transporte: aviões, trem bala. E os aeroportos!!!
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Encontre Tempo Para Apenas Ser
Encontre Tempo Para Apenas Ser - Trecho do Livro "Aprendendo a Silenciar a Mente", Osho
Nós dizemos sempre que é impossível não comunicar. A Meditação é também uma comunicação, é sentar-se sem fazer nada — não usar seu corpo nem sua mente. Se você começar a fazer alguma coisa, ou você entrará em estado contemplativo ou estará concentrado ou executará uma ação — de toda forma, estará movendo-se para fora de seu centro.
Quando você não estiver fazendo absolutamente nada, seja física ou mentalmente ou em qualquer outro nível, quando toda atividade houver cessado e você estiver apenas sendo, isso é meditação. Não é possível fazê-la, não é possível praticá-la. É preciso compreendê-la.
Sempre que você conseguir, pare todo o resto e encontre tempo para apenas ser. Pensar também é fazer, concentrar-se também é fazer, contemplação é fazer. Mesmo que seja um único momento em que você não esteja fazendo nada e esteja apenas em seu centro, completamente relaxado, isso é meditação.
E quando você pegar o jeito, poderá ficar nesse estado por quanto tempo quiser. Com o tempo, poderá ficar nesse estado durante as 24 horas do dia.
Após ter experimentado esse estado de tranquilidade, então, aos poucos, você começará a fazer coisas, mantendo-se alerta para que seu ser não seja perturbado. Essa é a segunda parte da meditação. Primeiro, aprender a simplesmente ser, depois aprender pequenas ações: limpar o chão, tomar banho, mas sempre mantendo-se no centro. Depois você poderá fazer coisas mais complexas.
Por exemplo, estou me dirigindo a você, mas minha meditação não foi perturbada. Posso continuar falando, mas em meu centro não há sequer um ruído. Há apenas silêncio, silêncio absoluto.
Então a meditação não é contra a ação.
Sua vida continua e, na verdade, torna-se mais intensa, mais cheia de alegria, com maior clareza, mais visão e mais criatividade. Ainda assim, você está nas nuvens, um observador nas montanhas, apenas vendo o que ocorre a seu redor.
Você não é aquele que faz, mas sim o que observa.
Nós dizemos sempre que é impossível não comunicar. A Meditação é também uma comunicação, é sentar-se sem fazer nada — não usar seu corpo nem sua mente. Se você começar a fazer alguma coisa, ou você entrará em estado contemplativo ou estará concentrado ou executará uma ação — de toda forma, estará movendo-se para fora de seu centro.
Quando você não estiver fazendo absolutamente nada, seja física ou mentalmente ou em qualquer outro nível, quando toda atividade houver cessado e você estiver apenas sendo, isso é meditação. Não é possível fazê-la, não é possível praticá-la. É preciso compreendê-la.
Sempre que você conseguir, pare todo o resto e encontre tempo para apenas ser. Pensar também é fazer, concentrar-se também é fazer, contemplação é fazer. Mesmo que seja um único momento em que você não esteja fazendo nada e esteja apenas em seu centro, completamente relaxado, isso é meditação.
E quando você pegar o jeito, poderá ficar nesse estado por quanto tempo quiser. Com o tempo, poderá ficar nesse estado durante as 24 horas do dia.
Após ter experimentado esse estado de tranquilidade, então, aos poucos, você começará a fazer coisas, mantendo-se alerta para que seu ser não seja perturbado. Essa é a segunda parte da meditação. Primeiro, aprender a simplesmente ser, depois aprender pequenas ações: limpar o chão, tomar banho, mas sempre mantendo-se no centro. Depois você poderá fazer coisas mais complexas.
Por exemplo, estou me dirigindo a você, mas minha meditação não foi perturbada. Posso continuar falando, mas em meu centro não há sequer um ruído. Há apenas silêncio, silêncio absoluto.
Então a meditação não é contra a ação.
Sua vida continua e, na verdade, torna-se mais intensa, mais cheia de alegria, com maior clareza, mais visão e mais criatividade. Ainda assim, você está nas nuvens, um observador nas montanhas, apenas vendo o que ocorre a seu redor.
Você não é aquele que faz, mas sim o que observa.
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Reflexões
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Livro lista os crimes mais notórios da História
Atenção psicólogos e professores de Psicologia, temos material de estudo para psicopatologia.
Este livro é interessante para usar com alunos.
A morte de Osama Bin Laden, há pouco de um mês, foi celebrada por muita gente ao redor do mundo. O atentado terrorista nas Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, é indiscutivelmente um dos crimes mais notórios da História. Além desse episódio, outros 500 crimes foram listados no livro “501 Crimes Mais Notórios”, organizado por Paul Donnelley, da editora Larousse. Osama Bin Laden é citado duas vezes: por causa do 11 de Setembro e quando o terrorista promoveu um atentado em diversas cidades do leste da África, em 1998, matando 212 pessoas e ferindo mais de 4 mil.
A obra é dividida por modalidades, como traição, pirataria, anarquia, terrorismo, golpes, trapaças, fraudes, corrupção, roubos, assassinatos, tráfico, contrabando, assassinatos em série, sequestros e crimes sem solução. Mais do que conhecer detalhes desses crimes, a obra permite que o leitor tenha um panorama da história da humanidade. É o caso, por exemplo, de quando o livro cita o assassinato do 16.º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, em 1865, e também de outro presidente americano, John Kennedy, em 1963. A obra cita, também, crimes como o escândalo de Watergate, que derrubou o presidente Richard Nixon, e os massacres nas escolas de Columbine e em Virginia Tech. Todos foram atos que mudaram a história do país mais poderoso do mundo.
Mas há outros assassinatos igualmente marcantes, como do arquiduque do império austro-húngaro, Francisco Ferdinando, em 1914, que desencadeou a 1.ª Guerra Mundial, e do russo Leon Trotsky, no México, em 1940, que foi um dos arquitetos da Revolução Russa, morto a mando de Lenin. Outro caso contado no livro é o fuzilamento de Mata Hari, acusada de trabalhar, durante a 1.ª Guerra, para os alemães, franceses e russos, ao mesmo tempo.
O livro desmente a versão de que Mata Hari era espiã, dizendo que a dançarina era também prostituta e buscava apenas ganhar dinheiro sem nunca ter passado informações para os envolvidos. A morte de John Lennon, em 1980, também é lembrada.
Outros fatos históricos descritos no livro viraram filmes, como a morte do escocês William Wallace, em 1305, que lutou pela independência do país. No cinema, o papel foi interpretado por Mel Gibson. A vida de John Dillinger, considerado na década de 20 o inimigo público número um dos Estados Unidos, também virou filme, com Johnny Depp no papel principal. Há até um fato bíblico no livro: o assassinato de Abel, morto pelo irmão Caim. Como, segundo a Bíblia, eles eram filhos de Adão e Eva, esse seria, então, o primeiro assassinato do mundo.
Em cada delito, o livro apresenta a dinâmica do crime, onde e quando o episódio aconteceu e as consequências do ato. Um dos mais notórios é o assassinato de uma família, cometido por Charles Manson, cuja foto estampa a capa do livro. A barbárie aconteceu em 1969, quando Manson matou uma família inteira de forma cruel, escrevendo com o sangue das vítimas palavras como “porcos” nas paredes da casa.
O livro “501 Crimes Mais Notórios” explora um tema que sempre provocou interesse na humanidade. Por isso, a leitura dessa obra poderá despertar a curiosidade nas pessoas. Basta um crime hediondo acontecer para que boa parte das pessoas passem a procurar notícias e informações sobre o ocorrido. Parece que o ser humano tem um interesse natural por grandes crimes.
SERVIÇO
“501 Crimes Mais Notórios”
Organização: Paul Donnelley
Este livro é interessante para usar com alunos.
A morte de Osama Bin Laden, há pouco de um mês, foi celebrada por muita gente ao redor do mundo. O atentado terrorista nas Torres Gêmeas do World Trade Center, em Nova York, em 11 de setembro de 2001, é indiscutivelmente um dos crimes mais notórios da História. Além desse episódio, outros 500 crimes foram listados no livro “501 Crimes Mais Notórios”, organizado por Paul Donnelley, da editora Larousse. Osama Bin Laden é citado duas vezes: por causa do 11 de Setembro e quando o terrorista promoveu um atentado em diversas cidades do leste da África, em 1998, matando 212 pessoas e ferindo mais de 4 mil.
A obra é dividida por modalidades, como traição, pirataria, anarquia, terrorismo, golpes, trapaças, fraudes, corrupção, roubos, assassinatos, tráfico, contrabando, assassinatos em série, sequestros e crimes sem solução. Mais do que conhecer detalhes desses crimes, a obra permite que o leitor tenha um panorama da história da humanidade. É o caso, por exemplo, de quando o livro cita o assassinato do 16.º presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln, em 1865, e também de outro presidente americano, John Kennedy, em 1963. A obra cita, também, crimes como o escândalo de Watergate, que derrubou o presidente Richard Nixon, e os massacres nas escolas de Columbine e em Virginia Tech. Todos foram atos que mudaram a história do país mais poderoso do mundo.
Mas há outros assassinatos igualmente marcantes, como do arquiduque do império austro-húngaro, Francisco Ferdinando, em 1914, que desencadeou a 1.ª Guerra Mundial, e do russo Leon Trotsky, no México, em 1940, que foi um dos arquitetos da Revolução Russa, morto a mando de Lenin. Outro caso contado no livro é o fuzilamento de Mata Hari, acusada de trabalhar, durante a 1.ª Guerra, para os alemães, franceses e russos, ao mesmo tempo.
O livro desmente a versão de que Mata Hari era espiã, dizendo que a dançarina era também prostituta e buscava apenas ganhar dinheiro sem nunca ter passado informações para os envolvidos. A morte de John Lennon, em 1980, também é lembrada.
Outros fatos históricos descritos no livro viraram filmes, como a morte do escocês William Wallace, em 1305, que lutou pela independência do país. No cinema, o papel foi interpretado por Mel Gibson. A vida de John Dillinger, considerado na década de 20 o inimigo público número um dos Estados Unidos, também virou filme, com Johnny Depp no papel principal. Há até um fato bíblico no livro: o assassinato de Abel, morto pelo irmão Caim. Como, segundo a Bíblia, eles eram filhos de Adão e Eva, esse seria, então, o primeiro assassinato do mundo.
Em cada delito, o livro apresenta a dinâmica do crime, onde e quando o episódio aconteceu e as consequências do ato. Um dos mais notórios é o assassinato de uma família, cometido por Charles Manson, cuja foto estampa a capa do livro. A barbárie aconteceu em 1969, quando Manson matou uma família inteira de forma cruel, escrevendo com o sangue das vítimas palavras como “porcos” nas paredes da casa.
O livro “501 Crimes Mais Notórios” explora um tema que sempre provocou interesse na humanidade. Por isso, a leitura dessa obra poderá despertar a curiosidade nas pessoas. Basta um crime hediondo acontecer para que boa parte das pessoas passem a procurar notícias e informações sobre o ocorrido. Parece que o ser humano tem um interesse natural por grandes crimes.
SERVIÇO
“501 Crimes Mais Notórios”
Organização: Paul Donnelley
terça-feira, 10 de maio de 2011
Livro orienta pais em conflito com filhos
Livro orienta pais em conflito com filhos
“Filho: manual de instruções” educa pais a educarem os próprios filhos. Sim, a brincadeira é essa mesma. A professora e filósofa Tania Zagury apresenta e compartilha nove dicas de como viver harmoniosamente com as crianças.
Os problemas enfrentados são aqueles que aterrorizam todas as gerações, como por exemplo a eterna dificuldade de fazer o filho comer.
“A alimentação dos filhos é uma grande preocupação, especialmente para as mães. Talvez porque alimentar é palavra com frequência entendida como sinônima de cuidar e, também, como prova de amor. Amamentar é a ação primeira de doação e proteção”, escreve a educadora.
Outras delicadas questões, a TV sempre ligada, hora dos estudos e o conflito na hora de dormir, também ganham atenção da autora. A leitura é rápida e vai direto ao ponto, funcionando mesmo como o manual sugerido no título, pois os temas são corretamente divididos em tópicos, com as perguntas que passariam pela cabeça dos pais, e logo abaixo a resposta da profissional.
LEIA UM TRECHO
Vale a pena saber que...
1. Do nascimento até um ano e meio, o bebê cresce e engorda muito, se compararmos peso e estatura do nascimento até então. É realmente incrível!
2. Mas, depois disso, há uma queda grande nesse ritmo de aumento. O que significa que você não deve esperar - nem desesperar! - que ele continue crescendo tanto, nem aumentando de peso como antes; também significa que ele não precisa de tanta comida quanto antes. Nem de comer a toda hora (especialmente aqueles aperitivos que parecem “isopor” e seus congêneres...).
3. Se você não quer ter problemas com um filhotinho obeso mais tarde, não insista para que ele coma quando não quiser. Já está cientificamente comprovado que as “células gordas” se formam nos primeiros dois anos de vida e seu número variará de acordo com a quantidade e a qualidade da ingesta.
Regrinhas para refeições alegres
1. Apresente à criança pequena o prato já composto, com pequenas porções de cada elemento nutricional importante: arroz, feijão, um pedacinho de carne ou frango, legumes e/ou salada crua e, como sobremesa, frutas variadas.
2. Não faça da refeição uma obrigação - lembre-se: come quem tem fome!
3. Não deixe que seu filho a chantageie para comer: quase sempre tal atitude surge quando a criança percebe que pode fazer isso.
4. Nada de contar historinhas, fazer aviãozinho ou promessas do tipo “se comer tudinho”...
5. Quando a criança pequena disser que não quer mais, ou der mostras de que está saciada, certifique-se perguntando - com calma e sem ansiedade. Se ela confirmar, retire o prato. Sem hesitar. E não volte atrás.
“Filho: manual de instruções” educa pais a educarem os próprios filhos. Sim, a brincadeira é essa mesma. A professora e filósofa Tania Zagury apresenta e compartilha nove dicas de como viver harmoniosamente com as crianças.
Os problemas enfrentados são aqueles que aterrorizam todas as gerações, como por exemplo a eterna dificuldade de fazer o filho comer.
“A alimentação dos filhos é uma grande preocupação, especialmente para as mães. Talvez porque alimentar é palavra com frequência entendida como sinônima de cuidar e, também, como prova de amor. Amamentar é a ação primeira de doação e proteção”, escreve a educadora.
Outras delicadas questões, a TV sempre ligada, hora dos estudos e o conflito na hora de dormir, também ganham atenção da autora. A leitura é rápida e vai direto ao ponto, funcionando mesmo como o manual sugerido no título, pois os temas são corretamente divididos em tópicos, com as perguntas que passariam pela cabeça dos pais, e logo abaixo a resposta da profissional.
LEIA UM TRECHO
Vale a pena saber que...
1. Do nascimento até um ano e meio, o bebê cresce e engorda muito, se compararmos peso e estatura do nascimento até então. É realmente incrível!
2. Mas, depois disso, há uma queda grande nesse ritmo de aumento. O que significa que você não deve esperar - nem desesperar! - que ele continue crescendo tanto, nem aumentando de peso como antes; também significa que ele não precisa de tanta comida quanto antes. Nem de comer a toda hora (especialmente aqueles aperitivos que parecem “isopor” e seus congêneres...).
3. Se você não quer ter problemas com um filhotinho obeso mais tarde, não insista para que ele coma quando não quiser. Já está cientificamente comprovado que as “células gordas” se formam nos primeiros dois anos de vida e seu número variará de acordo com a quantidade e a qualidade da ingesta.
Regrinhas para refeições alegres
1. Apresente à criança pequena o prato já composto, com pequenas porções de cada elemento nutricional importante: arroz, feijão, um pedacinho de carne ou frango, legumes e/ou salada crua e, como sobremesa, frutas variadas.
2. Não faça da refeição uma obrigação - lembre-se: come quem tem fome!
3. Não deixe que seu filho a chantageie para comer: quase sempre tal atitude surge quando a criança percebe que pode fazer isso.
4. Nada de contar historinhas, fazer aviãozinho ou promessas do tipo “se comer tudinho”...
5. Quando a criança pequena disser que não quer mais, ou der mostras de que está saciada, certifique-se perguntando - com calma e sem ansiedade. Se ela confirmar, retire o prato. Sem hesitar. E não volte atrás.
A criatividade na política
Não gosto de me envolver com a política, porém este texto está mesmo criativo.
PROMESSAS DURANTE A CAMPANHA ELEIÇÃO
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA, linha a linha
PROMESSAS DURANTE A CAMPANHA ELEIÇÃO
O nosso partido cumpre o que promete.
Só os tolos podem crer que
não lutaremos contra a corrupção.
Porque, se há algo certo para nós, é que
a honestidade e a transparência são fundamentais.
para alcançar os nossos ideais
Mostraremos que é uma grande estupidez crer que
as máfias continuarão no governo, como sempre.
Asseguramos sem dúvida que
a justiça social será o alvo da nossa acção.
Apesar disso, há idiotas que imaginam que
se possa governar com as manchas da velha política.
Quando assumirmos o poder, faremos tudo para que
se termine com os marajás e as negociatas.
Não permitiremos de nenhum modo que
as nossas crianças morram de fome.
Cumpriremos os nossos propósitos mesmo que
os recursos económicos do país se esgotem.
Exerceremos o poder até que
Compreendam que
Somos a nova política.
DEPOIS DA POSSE
Basta ler o mesmo texto acima, DE BAIXO PARA CIMA, linha a linha
Jovens e as emoções
A minha amiga bonita, Carla Sousa, mãe de 2 crianças lindas, psicóloga escolar e que já trabalhamos muitas vezes juntas em formação, desenvolve um trabalho bonito no Agrupamento e esta Palestra na Escola Secundária de Alfena foi a convite dela.
Parabenizo a organização deste tipo de evento e também dou os parabéns pelo comportamento dos jovens na relação comigo, na atenção, no silêncio sempre que eu pedia, na afectividade que trocaram comigo. Fantástico!
Todas as escolas deviam investir neste tipo de trabalho com os jovens.
A palestra foi sobre a Inteligência Emocional nos jovens. Como identificar o que sentem, porque sentem e como gerir as suas emoções que sentem.
Dicas de como agir e reagir. Como ser assertivo!!!

o interesse que os alunos demonstraram pelo tema, a participação deles, a reflexão que a semente que eu plantei vai provocar dentro deles, é algo que precisa ser feito com mais frequência.
A Escola e a família devem caminhar juntas, lado-a-lado, investindo num ser humano mais bonito por dentro.

Ganhar o carinho destes jovens depois de uma conversa sobre sentimentos, é muito gratificante!!!
Parabenizo a organização deste tipo de evento e também dou os parabéns pelo comportamento dos jovens na relação comigo, na atenção, no silêncio sempre que eu pedia, na afectividade que trocaram comigo. Fantástico!
Todas as escolas deviam investir neste tipo de trabalho com os jovens.
A palestra foi sobre a Inteligência Emocional nos jovens. Como identificar o que sentem, porque sentem e como gerir as suas emoções que sentem.
Dicas de como agir e reagir. Como ser assertivo!!!
o interesse que os alunos demonstraram pelo tema, a participação deles, a reflexão que a semente que eu plantei vai provocar dentro deles, é algo que precisa ser feito com mais frequência.
A Escola e a família devem caminhar juntas, lado-a-lado, investindo num ser humano mais bonito por dentro.
Ganhar o carinho destes jovens depois de uma conversa sobre sentimentos, é muito gratificante!!!
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Olimpíadas especiais
Alguns anos atras, nas olimpíadas especiais de Seattle, nove participantes, todos com deficiência mental ou física, alinharam-se para a largada da corrida dos cem metros rasos.
Ao sinal todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Todos, com exceção de um garoto que tropeçou no asfalto e caiu rolando, e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viram o que aconteceu com o colega e voltaram. Todos eles.
Uma das meninas, portadora de síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e lhe disse: "pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro se levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam lá, naquele dia, continuam repetindo essa historia até hoje. E por que?
Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa mesmo não é ganhar sozinho.
O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso.
Nesses dias de pressas e atropelos, quando cada um quer chegar em primeiro lugar na corrida para o sucesso, vale a pena fazer uma pausa para pensar onde queremos chegar.
Refletir sobre a recompensa que nos aguarda ao final da escalada.
Pensar se valerá a pena receber um prêmio pelo esforço individual, se, para chegar lá passamos por cima daqueles que estavam no chão, ou daqueles que nós mesmos derrubamos.
O desejo de vencer é nobre, desde que o acompanhe o sentimento de fraternidade, de solidariedade.
Como diz o cancioneiro popular, "é impossível ser feliz sozinho".
Se formos o vencedor, para que a nossa vitória tenha graça, é preciso que a compartilhemos, no mínimo, com uma pessoa. Senão a vitória não tem sentido.
Por tudo isso, façamos das nossas lutas diárias uma olimpíada especial tanto quanto aquela de Seattle.
Se por ventura percebermos que alguém caiu, detenhamos o passo, e, se for preciso, voltemos para estender-lhe a mão e ajudá-lo a levantar-se.
Afinal de contas, não sabemos se logo mais não seremos nós que estaremos no chão esperando que alguém ouça os nossos soluços de dor e pare para nos ajudar a levantar e retomar o passo.
Pense Nisso! Quando alguém caminha só, pode ser detido por qualquer obstáculo no caminho, por menor que ele seja. Mas se nos acompanham outros companheiros de caminhada, seremos fortes o bastante para remover ou superar grandes desafios.
Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa mesmo não é chegar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso.
Ao sinal todos partiram, não exatamente em disparada, mas com vontade de dar o melhor de si, terminar a corrida e ganhar.
Todos, com exceção de um garoto que tropeçou no asfalto e caiu rolando, e começou a chorar.
Os outros oito ouviram o choro. Diminuíram o passo e olharam para trás. Então viram o que aconteceu com o colega e voltaram. Todos eles.
Uma das meninas, portadora de síndrome de Down, ajoelhou-se, deu um beijo no garoto e lhe disse: "pronto, agora vai sarar". E todos os nove competidores deram os braços e andaram juntos até a linha de chegada.
O estádio inteiro se levantou e os aplausos duraram muitos minutos. E as pessoas que estavam lá, naquele dia, continuam repetindo essa historia até hoje. E por que?
Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa mesmo não é ganhar sozinho.
O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso.
Nesses dias de pressas e atropelos, quando cada um quer chegar em primeiro lugar na corrida para o sucesso, vale a pena fazer uma pausa para pensar onde queremos chegar.
Refletir sobre a recompensa que nos aguarda ao final da escalada.
Pensar se valerá a pena receber um prêmio pelo esforço individual, se, para chegar lá passamos por cima daqueles que estavam no chão, ou daqueles que nós mesmos derrubamos.
O desejo de vencer é nobre, desde que o acompanhe o sentimento de fraternidade, de solidariedade.
Como diz o cancioneiro popular, "é impossível ser feliz sozinho".
Se formos o vencedor, para que a nossa vitória tenha graça, é preciso que a compartilhemos, no mínimo, com uma pessoa. Senão a vitória não tem sentido.
Por tudo isso, façamos das nossas lutas diárias uma olimpíada especial tanto quanto aquela de Seattle.
Se por ventura percebermos que alguém caiu, detenhamos o passo, e, se for preciso, voltemos para estender-lhe a mão e ajudá-lo a levantar-se.
Afinal de contas, não sabemos se logo mais não seremos nós que estaremos no chão esperando que alguém ouça os nossos soluços de dor e pare para nos ajudar a levantar e retomar o passo.
Pense Nisso! Quando alguém caminha só, pode ser detido por qualquer obstáculo no caminho, por menor que ele seja. Mas se nos acompanham outros companheiros de caminhada, seremos fortes o bastante para remover ou superar grandes desafios.
Porque, lá no fundo, nós sabemos que o que importa mesmo não é chegar sozinho. O que importa nesta vida é ajudar os outros a vencer, mesmo que isso signifique diminuir o passo e mudar o curso.
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