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terça-feira, 21 de outubro de 2008

Bem-vinda...

Comecei novamente a ler o material escrito pelos meus alunos...e…neste início de ano lectivo o que encontro de maior dúvida na escrita deles é como se escreve a palavra bem-vinda ou bemvinda?

Com certeza é "Bem-vinda" no feminino e "Bem-vindo" no masculino, com o hífen obrigatório.

Usamos esta palavra para desejar que uma pessoa seja "bem"recebida", quando ela está chegando entre nós, novinha em folha ou está "vindo" de outro lugar.
Agora, Benvinda e Benvindo (tudo junto), são nomes próprios de pessoas.
Obs.:

Bemvinda (tudo junto e com "m" antes de "v", não existe meu povo!!! A letra "m" vem antes de "p" e "b", na língua portuguesa. Quando colocamos o hífen, esta regra já não se aplica.

domingo, 19 de outubro de 2008

A idade do MUNDO

Embora com algumas colocações preconceituosas, é um texto interessante e inteligente.

O mundo conforme Casciari


Li uma vez que a Argentina não é nem melhor, nem pior que a Espanha, só que mais jovem. Gostei dessa teoria e aí inventei um truque para descobrir a idade dos países baseando-me no 'sistema cão'.

Desde meninos nos explicam que para saber se um cão é jovem ou velho, deveríamos multiplicar a sua idade biológica por 7. No caso de países temos que dividir a sua idade histórica por 14 para conhecer a sua correspondência humana. Confuso? Neste artigo exponho alguns exemplares reveladores.


Argentina nasceu em 1816, assim sendo, já tem 190 anos. Se dividimos estes anos por 14, a Argentina tem 'humanamente' cerca de 13 anos e meio, ou seja, está na pré-adolescência. É rebelde, se masturba, não tem memória, responde sem pensar e está cheia de acne.

Quase todos os países da América Latina têm a mesma idade, e como acontece nesses casos, eles formam gangues. A gangue do Mercosul é formada por quatro adolescentes que tem um conjunto de rock. Ensaiam em uma garagem, fazem muito barulho, e jamais gravaram um disco.

A Venezuela, que já tem peitinhos, está querendo unir-se a eles para fazer o coro. Em realidade, como a maioria das mocinhas da sua idade, quer é sexo, neste caso com Brasil que tem 14 anos e um membro grande.

O México também é adolescente, mas com ascendente indígena. Por isso, ri pouco e não fuma nem um inofensivo baseado, como o resto dos seus amiguinhos. Mastiga coca, e se junta com os Estados Unidos, um retardado mental de 17 anos, que se dedica a atacar os meninos famintos de 6 anos em outros continentes.

No outro extremo, está a China milenária. Se dividirmos os seus 1.200 anos por 14 obtemos uma senhora de 85, conservadora, com cheiro a xixi de gato, que passa o dia comendo arroz porque não tem - ainda - dinheiro para comprar uma dentadura postiça. A China tem um neto de 8 anos, Taiwan, que lhe faz a vida impossível. Está divorciada faz tempo de Japão, um velho chato, que se juntou às Filipinas, uma jovem pirada, que sempre está disposta a qualquer aberração em troca de grana.

Depois, estão os países que são maiores de idade e saem com o BMW do pai. Por exemplo, Austrália e Canadá. Típicos países que cresceram ao amparo de papai Inglaterra e mamãe França, tiveram uma educação restrita e antiquada e agora se fingem de loucos. A Austrália é uma babaca de pouco mais de 18 anos, que faz topless e sexo com a África do Sul. O Canadá é um mocinho gay emancipado, que a qualquer momento pode adotar o bebê Groenlândia para formar uma dessas famílias alternativas que estão de moda.

A França é uma separada de 36 anos, mais puta que uma galinha, mas muito respeitada no âmbito profissional. Tem um filho de apenas 6 anos: Mônaco, que vai acabar virando puto ou bailarino... ou ambas coisas. É a amante esporádica da Alemanha, um caminhoneiro rico que está casado com Áustria, que sabe que é chifruda, mas que não se importa.

A Itália é viúva faz muito tempo. Vive cuidando de São Marino e do Vaticano, dois filhos católicos gêmeos idênticos. Esteve casada em segundas núpcias com Alemanha (por pouco tempo e tiveram a Suíça), mas agora não quer saber mais de homens. A Itália gostaria de ser uma mulher como a Bélgica: advogada, executiva independente, que usa calças e fala de política de igual para igual com os homens (A Bélgica também fantasia de vez em quando que sabe preparar espaguete).

A Espanha é a mulher mais linda de Europa (possivelmente a França se iguale a ela, mas perde espontaneidade por usar tanto perfume). É muito tetuda e quase sempre está bêbada. Geralmente se deixa foder pela Inglaterra e depois a denuncia. A Espanha tem filhos por todas as partes (quase todos de 13 anos), que moram longe. Gosta muito deles, mas a perturbam quando têm fome, passam uma temporada na sua casa e assaltam sua geladeira.

Outro que tem filhos espalhados no mundo é a Inglaterra. Sai de barco de noite, transa com alguns babacas e nove meses depois, aparece uma nova ilha em alguma parte do mundo. Mas não fica de mal com ela. Em geral, as ilhas vivem com a mãe, mas a Inglaterra as alimenta. A Escócia e a Irlanda, os irmãos de Inglaterra que moram no andar de cima, passam a vida inteira bêbados e nem sequer sabem jogar futebol. São a vergonha da família.

A Suécia e a Noruega são duas lésbicas de quase 40 anos, que estão bem de corpo, apesar da idade, mas não ligam para ninguém. Transam e trabalham, pois são formadas em alguma coisa. Às vezes, fazem trio com a Holanda (quando necessitam maconha, haxixe e heroína); outras vezes cutucam a Finlândia, que é um cara meio andrógino de 30 anos, que vive só em um apartamento sem mobília e passa o tempo falando pelo celular com Coréia.

A Coréia (a do sul) vive de olho na sua irmã esquizóide. São gêmeas, mas a do Norte tomou líquido amniótico quando saiu do útero e ficou estúpida. Passou a infância usando pistolas e agora, que vive só, é capaz de qualquer coisa. Estados Unidos, o retardadinho de 17 anos, a vigia muito, não por medo, mas porque quer pegar as suas pistolas.


Irã e Iraque eram dois primos de 16 que roubavam motos e vendiam as peças, até que um dia roubaram uma peça da motoca dos Estados Unidos e acabou o negocio para eles. Agora estão comendo lixo. O mundo estava bem assim até que, um dia, a Rússia se juntou (sem casar) com a Perestroika e tiveram uma dúzia e meia de filhos. Todos esquisitos, alguns mongolóides, outros esquizofrênicos.

Faz uma semana, e por causa de um conflito com tiros e mortos, os habitantes sérios do mundo, descobrimos que tem um país que se chama Kabardino-Balkaria. É um país com bandeira, presidente, hino, flora, fauna... e até gente! Eu fico com medo quando aparecem países de pouca idade, assim de repente. Que saibamos deles por ter ouvido falar e ainda temos que fingir que sabíamos, para não passar por ignorantes.

Mas aí, eu pergunto: por que continuam nascendo países, se os que já existem ainda não funcionam?

NOTA SOBRE O AUTOR:
Hernán Casciari nasceu em Mercedes (Buenos Aires), a 16 de março de 1971. Escritor e jornalista argentino. É conhecido por seu trabalho ficcional na Internet, onde tem trabalhado na união entre literatura e blog, destacado na blognovela. Sua obra mais conhecida na rede, 'Weblog de una mujer gorda', foi editada em papel, com o título: 'Más respeto, que soy tu madre'.

As coisas sempre foram assim... vamos mudar?

Como nasce um paradigma

Um grupo de cientistas colocou cinco macacos numa jaula, em cujo centro puseram uma escada e, sobre ela, bananas bem apetitosas.

Quando um macaco subia a escada para apanhar as bananas, os cientistas lançavam um jacto de água fria nos que estavam no chão.

Depois de certo tempo, quando um macaco ia subir a escada, os outros davam-lhe uma tareia.

Passado mais algum tempo, nenhum macaco subia mais a escada, apesar da tentação das bananas. Então, os cientistas substituíram um dos cinco macacos.

A primeira coisa que ele fez foi subir a escada, sendo rapidamente retirado pelos outros, que o surraram.

Depois de algumas surras, o novo integrante do grupo não mais subia a escada.

Um segundo foi substituído, e o mesmo ocorreu, tendo o primeiro substituto participado, com entusiasmo, da surra ao novato.

Um terceiro foi trocado, e repetiu-se o fato.

Um quarto e, finalmente, o último dos veteranos foi substituído.

Os cientistas ficaram, então, com um grupo de cinco macacos que, mesmo nunca tendo tomado um banho frio, continuavam batendo naquele que tentasse chegar às bananas.

Se fosse possível perguntar a algum deles porque batiam em quem tentasse subir a escada, com certeza a resposta seria: "Não sei, as coisas sempre foram assim por aqui..."

"É MAIS FÁCIL DESINTEGRAR UM ÁTOMO DO QUE UM PRECONCEITO".

Albert Einstein

Para além das palavras

“À medida que vou amadurecendo, presto menos atenção ao que os homens dizem. Simplesmente vejo o que fazem.”

Andrew Carnegie

Mourinho: Porquê tantas Vitórias

Este livro é interessante. Deveria ser lido pelos empresários e pelos pais.

Deixo abaixo o que se comenta sobre o livro....e, vale a pena!!


Quais os motivos que levam Mourinho a ganhar sempre?

Quatro investigadores quiseram descobrir as chaves do êxito do treinador.

O resultado desta pesquisa está em livro, com prefácio do neurocientista António Damásio.

Para a realização deste livro, José Mourinho facultou aos autores o acesso ao seu trabalho no Chelsea FC. E a cada treino, a cada resposta, a cada palavra, o treinador confirmou aos autores deste livro o que estes já sabiam - é um treinador diferente. E os autores acrescentam com convicção - diferente em tudo! Por quê? Porque aquelas que se pensava serem verdades absolutas no futebol, e particularmente no treino em futebol, afinal não o são, para José Mourinho. Este livro deixa que o próprio José Mourinho revele a chave do seu sucesso.

Editora: Gradiva

ISBN-10: 9896160481

ISBN-13: 9789896160487

http://www.criticaliteraria.com/9896160481

Teste QI Europeu

http://www.qi-testeeuropeu.com/?

Ah, mas prometo que vou procurar um teste de QE que seja eficaz. Quando eu encontrar eu informo para vocês. Um abraceijo

O mistério da Consciência - António Damásio

Como uma pessoa sabe que está sentindo uma dor? Como sabe que está apaixonada? Como sabe o que está fazendo? Como sabe o que quer fazer? O que é a consciência? O que é esse fenômeno que aciona o corpo, a emoção e a mente para assegurar não só a sobrevivência, mas também todas as criações da vida humana? O que ocorre em nosso organismo, e especialmente em nosso cérebro, que nos faz tomar conhecimento do mundo e do que acontece dentro das fronteiras do nosso corpo? O que nos permite lembrar o passado e planejar o futuro? O que nos abre as portas da arte, da ética e da ciência? O neurologista António Damásio, um dos grandes cientistas contemporâneos, revela neste livro sua teoria revolucionária sobre o enigma da consciência - o maior desafioda filosofia e das ciências da vida.

Editora:
COMPANHIA DAS LETRAS
ISBN:
8535900322
ISBN-13:
9788535900323
Edição:
1ª EDIÇÃO - 2000
Numero de páginas:
480

Quem é Antonio Damásio? Um estudioso que é muito útil para o meu trabalho com os seres humanos.

António Damásio
Médico neurologista e investigador português, nascido em 1944 e radicado nos EUA desde 1975, é director do Departamento de Neurologia da Universidade de Iowa, com categoria de Van Allen Professor e catedrático, para além de leccionar como Adjunct Professor no Salk Institut, em La Jolla, na Califórnia. No Iowa, com sua mulher, Hanna, promoveu a criação de uma importante unidade de investigação para o conhecimento da actividade cerebral e suas relações com a memória, linguagem, emoções e os mecanismos de decisão. Trata-se de um dos principais laboratórios de neurociências cognitivas - relação cérebro-mente - do mundo científico. Damásio é também um conhecido conferencista da especialidade, tendo apresentado comunicações de grande qualidade em reputadas instituições científicas, seminários e congressos nos EUA. Desde 1981, é maitre de conferences em neurologia do comportamento na famosa Universidade de Harvard, no mesmo país. É também membro de diversas academias e instituições americanas e europeias, como a National Academy of Sciences, a American Academy of Neurology e a European Academy of Sciences and Arts, para além da Academy of Aphasia e da Behavioral Neurology Society, das quais foi presidente. Desde 1997, com sua mulher, é membro da National Academy of Sciences and Arts. A sua investigação tem sido determinante na especialidade da neurologia - em que é um dos mais importantes cientistas do mundo - o que tem proporcionado a António Damásio uma série de distinções e prémios nos EUA e na Europa. Em 1990 recebeu da American Medical Association o prémio William Beaumont, sendo agraciado, para além de outros de menor nomeada, com o Golden Brain Award em 1995. Neste ano, a revista americana Time dedicou-lhe uma capa e um artigo de oito páginas. Em Portugal, conjuntamente com sua mulher, foi distinguido com o Prémio Pessoa em 1992. São inúmeros os seus artigos publicados em revistas científicas, para além das suas comunicações em reuniões e congressos internacionais, mas Damásio tem também brilhado em publicações de maior envergadura e voltadas para um público mais vasto. Uma delas, O Erro de Descartes, saído do prelo em 1995, foi um êxito de vendas, tendo sido traduzido para 17 idiomas. No Outono de 1999, lançou o livro, The Feeling of Happens, cujo título português é O Corpo e a Emoção na Construção da Consciência e em 2000 lançou o livro O Sentimento de Si.

Opção de vida

Pão e Ervilhas

Nasrudin estava sobrevivendo numa dieta miserável de pão e ervilhas. Seu vizinho, que também se dizia um homem sábio, morava num palacete e deliciava-se com refeições suntuosas oferecidas pelo próprio imperador.
Um dia o vizinho interpelou Nasrudin;

- Se você ao menos aprendesse a bajular o imperador e ser subserviente como eu não precisaria viver de pão e ervilhas

- E se você ao menos aprendesse a viver de pão e ervilhas como eu não precisaria bajular e ser subserviente ao imperador – respondeu Nasrudin.

Sufismo
Histórias da Alma, Histórias do Coração
Christina Feldman e Jack Kornfield
Editora Pioneira