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quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Recordações do passado com alegria

Um velho sábio estava caminhando por um campo de neve quando viu uma mulher chorando.
'Por que choras?', perguntou ele.

'Porque me lembro do passado, da minha juventude, da beleza que via no espelho, de todos bens que possuia...
Deus foi extremamente cruel comigo porque me deu memória.
Ele sabia que eu ia sempre recordar da primavera da minha vida e chorar'.

O sábio ficou contemplando o campo de neve, com o olhar fixo em determinado ponto.
À determinada altura, a mulher parou de chorar.
'O que estás vendo aí?', ela perguntou ao sábio.

'Um campo de rosas', disse ele e continuou:
'Deus foi generoso comigo porque me deu memória.
Ele sabia que, no inverno, eu poderia sempre recordar a primavera, e sorrir'.


Educar

O exemplo não é a melhor maneira de educar. É a única ! "

O atestado médico por José Ricardo Costa

Leiam este texto escrito por um professor de filosofia que escreve
semanalmente para o jornal O Torrejano.

Tudo o que ele diz, é tristemente verdadeiro...
O atestado médico por José Ricardo Costa


Imagine o meu caro que é professor, que é dia de exame do 12º ano e vai ter de
fazer uma vigilância.
Continue a imaginar. O despertador avariou durante a noite. Ou fica
preso no elevador. Ou o seu filho, já à porta do infantário, vomitou o
quente, pastoso, húmido e fétido pequeno-almoço em cima da sua
imaculada camisa.
Teve, portanto, de faltar à vigilância. Tem falta.
Ora esta coisa de um professor ficar com faltas injustificadas é
complicada, por isso convém justificá-la. A questão agora é: como
justificá-la?
Passemos então à parte divertida. A única justificação para o facto de
ficar preso no elevador, do despertador avariar ou de não poder ir
para uma sala do exame com a camisa vomitada, ababalhada e
malcheirosa, é um atestado médico.
Qualquer pessoa com um pouco de bom senso percebe que quem precisa aqui do
atestado médico será o despertador ou o elevador. Mas não. Só uma
doença poderá justificar sua ausência na sala do exame. Vai ao
médico. E, a partir deste momento, a situação deixa de ser divertida
para passar a ser hilariante.
Chega-se ao médico com o ar mais saudável deste mundo. Enfim, com o sorriso de
Jorge Gabriel misturado com o ar rosado do Gabriel Alves e a felicidade do padre
Melícias. A partir deste momento mágico, gera-se um fenómeno que só pode ser
explicado através de noções básicas da psicopatologia da vida
quotidiana. Os mesmos que explicam uma hipnose colectiva em
Felgueiras, o holocausto nazi ou o sucesso da TVI.
O professor sabe que não está doente. O médico sabe que ele não está doente. O
presidente do executivo sabe que ele não está doente. O director
regional sabe que ele não está doente. O Ministério da Educação sabe
que ele não está doente.
O próprio legislador, que manda a um p rofessor que fica preso no
elevador apresentar um atestado médico, também sabe que o professor
não está doente.
Ora, num país em que isto acontece, para além do despertador que não
toca, do elevador parado e da camisa vomitada, é o próprio país que
está doente.
Um país assim, onde a mentira é legislada, só pode mesmo ser um país doente.
Vamos lá ver, a mentira em si não é patológica. Até pode ser racional,
útil e eficaz em certas ocasiões. O que já será patológico é o desejo
que temos de sermos enganados ou a capacidade para fingirmos que a
mentira é verdade.

Lá nesse aspecto somos um bom exemplo do que dizia Goebbels: uma
mentira várias vezes repetida transforma-se numa verdade. Já
Aristóteles percebia uma coisa muito engraçada: quando vamos ao
teatro, vamos com o desejo e uma predisposição para sermos enganados.
Mas isso é normal. Sabemos bem, depois de termos chorado baba e ranho
a ver o 'ET', que este é um boneco e que temos de poupar a baba e o
ranho para outras ocasiões. O problema é que em Portugal a ficção se
confunde com a realidade. Portugal é ele próprio uma produção
fictícia, provavelmente mesmo desde D.Afonso Henriques, que Deus me
perdoe.
A começar pela política. Os nossos políticos são descaradamente
mentirosos. Só que ninguém leva a mal porque já estamos habituados.
Aliás, em Portugal é-se penalizado por falar verdade, mesmo que seja
por boas razões, o que significa que em Portugal não há boas razões
para falar verdade. Se eu, num ambiente formal, disser a uma pessoa
que tem uma nódoa na camisa, ela irá levar a mal.
Fica ofendida se eu digo isso é para a ajudar, para que possa
disfarçar a nódoa e não fazer má figura. Mas ela fica zangada comigo
só porque eu vi a nódoa, sabe que eu sei que tem a nódoa e porque
assumi perante ela que sei que tem a nódoa e que sei que ela sabe que
eu sei.
Nós, portugueses, adoramos viver enganados, iludidos e achamos normal
que assim seja. Por exemplo, lemos revistas sociais e ficamos d
erretidos (não falo do cérebro, mas de um plano emocional) ao vermos
casais felicíssimos e com vidas de sonho.
Pronto, sabemos que aquilo é tudo mentira, que muitos deles
divorciam-se ao fim de três meses e que outros vivem um alcoolismo
disfarçado. Mas adoramos fingir que aquilo é tudo verdade.
Somos pobres, mas vivemos como os alemães e os franceses. Somos
ignorantes e culturalmente miseráveis, mas somos doutores e
engenheiros. Fazemos malabarismos e contorcionismos financeiros, mas
vamos passar férias a Fortaleza. Fazemos estádios caríssimos para dois
ou três jogos em 15 dias, temos auto-estradas modernas e europeias,
mas para ver passar, a seu lado, entulho, lixo, mato por limpar,
eucaliptos, floresta queimada, barracões com chapas de zinco, casas
horríveis e fábricas desactivadas.
Portugal mente compulsivamente. Mente perante si próprio e mente
perante o mundo.
Claro que não é um professor que falta à vigilância de um exame por
ficar preso no elevador que precisa de um atestado médico. É Portugal
que precisa, antes que comece a vomitar sobre si próprio.
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URGE MUDAR ESTE ESTADO DE COISAS.
ESTÁ NA SUA MÃO, NA MINHA E DAQUELES A QUEM A MENSAGEM CHEGAR!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Colaboração...esforço conjunto

Que saudade das aprendizagens que fiz lá na Índia.

A mensagem deste vídeo é fundamental para os dias de hoje. COOPERAÇÃO….sim, sozinhos nem sempre conseguimos os resultados que esperamos, no tempo que é necessário. JUNTOS conseguimos fazer muiiiita coisa, no tempo e com qualidade.

Vejam que este vídeo junto com aquele filme favores em cadeia ajudava a diminuir essa tal de crise que todos falam dela.

Competição... o que é saudável?

Tudo na vida tem o lado bom e o lado mau. A competição entre alunos ou colegas de trabalho é considerada benéfica desde que o EGO não entre em cena. Podemos incentivar a competitividade saudável, porém, sempre com muiiita atenção e foco no equilíbrio. Um ambiente carregado de conflitos provocados por disputas pessoais pode acabar prejudicando o desenvolvimento do trabalho em grupo e impedindo a produtividade, seja de profissionais ou de alunos e, também familiar...há muita competitividade entre irmãos que é uma disputa de EGO.

A competição benéfica acontece a nível técnico ou estrutural. As metas de cada funcionário, a princípio, devem fortalecer a troca de informações. Metas individuais, colectivas e as metas cruzadas, que são como metas individuais, mas exigem que um funcionário ou aluno precise da colaboração do outro no desempenho dessa meta. Isso estimula o trabalho em equipa e gera uma troca de conhecimentos.

Toda vez que o EGO estiver em jogo, a competição não é saudável. Quando a preocupação for com o resultado, com o fazer o seu melhor, a competição será saudável. Devemos evitar a "batalha de egos".

As competições motivadas pela necessidade de satisfazer desejos pessoais do profissional não propiciam espaço para uma competição saudável.

Reflexão sobre extremos

Certa vez aconteceu um incêndio num bosque onde havia alguns porcos, que foram assados pelo fogo. Os homens, acostumados a comer carne crua, experimentaram e acharam deliciosa a carne assada. A partir daí, toda vez que queriam comer porco assado, incendiavam um bosque...até que descobriram um novo método.

Mas o que quero contar é o que aconteceu quando tentaram mudar o SISTEMA para implantar um novo.

Fazia tempo que as coisas não iam lá muito bem; às vezes os animais ficavam queimados demais ou parcialmente crus.

O processo preocupava muito a todos, porque se o SISTEMA falhava, as perdas ocasionadas eram muito grandes – milhões eram os que se alimentavam de carne assada e também milhões os que se ocupavam com a tarefa de assá-los. Portanto, o SISTEMA simplesmente não podia falhar. Mas, curiosamente, quanto mais crescia a escala do processo, tanto mais parecia falhar e tanto maiores eram as perdas causadas.

Em razão das inúmeras deficiências, aumentavam as queixas. Já era um clamor geral a necessidade de reformar profundamente o SISTEMA. Congressos, Seminários, Conferências passaram a ser realizadas anualmente para buscar uma solução. Mas parece que não acertavam o melhoramento do mecanismo.

Assim, no ano seguinte repetiam-se os congressos, seminários, conferências. As causas do fracasso do SISTEMA, segundo os especialistas, eram atribuídas à indisciplina dos porcos, que não permaneciam onde deveriam, ou à inconstante natureza do fogo, tão difícil de controlar, ou ainda às árvores, excessivamente verdes, ou à humidade da terra, ou ao serviço de informações meteorológicas, que não acertava o lugar, o momento e a quantidade das chuvas...

As causas eram, como se vê, difíceis de determinar – na verdade, o sistema para assar porcos era muito complexo.

Fora montada uma grande estrutura: maquinaria diversificada; indivíduos dedicados exclusivamente a acender o fogo – Queimadores que eram também especializados da Zona Sul, da Zona Oeste, etc..., queimadores nocturnos e diurnos – com especialização em matutino e vespertino – queimador de verão, de Inverno, etc...

Havia especialistas também em ventos – os anemotécnicos. Havia um Director Geral de Assamento e Alimentação Assada, um Director de Técnicas Ígneas ( com seu Conselho Geral de Assessores ), um Administrador Geral de Reflorestamento, uma Comissão Nacional de Treinamento Profissional em Porcologia, um Instituto Superior de Cultura e Técnicas Alimentícias ISCUTA) e o Bureau Orientador de Reformas Igneooperativas.

Havia sido projectada e encontrava-se em plena actividade a formação de bosques e selvas, de acordo com as mais recentes técnicas de implantação - utilizando-se regiões de baixa humidade e onde os ventos não soprariam mais que três horas seguidas.

Eram milhões de pessoas trabalhando na preparação dos bosques, que logo seriam incendiados. Havia especialistas estrangeiros estudando a importação das melhores árvores e sementes, fogo mais potente, etc...

Havia grandes instalações para manter os porcos antes do incêndio, além de mecanismos para deixá-los sair apenas no momento oportuno. Foram formados professores especializados na construção dessas instalações.

Pesquisadores trabalhavam para as universidades que preparavam os professores especializados na construção das instalações para porcos; fundações apoiavam os pesquisadores que trabalhavam para as universidades que preparavam os professores especializados na construção das instalações para porcos, etc...

As soluções que os congressos sugeriam eram, por exemplo, aplicar triangularmente o fogo depois de atingida determinada velocidade do vento, soltar os porcos 15 minutos antes que o incêndio médio da floresta atingisse 47 graus, posicionar ventiladores-gigantes em direcção oposta à do vento, de forma a direccionar o fogo, etc.... Não é preciso dizer que poucos especialistas estavam de acordo entre si, e que cada um embasava suas ideias em dados e pesquisas específicos.

Um dia um queimador categoria AB/SODM-VCH ( ou seja, um acendedor de bosques especializado em sudoeste diurno, matutino, com bacharelado em verão chuvoso ), chamado João Bom-Senso, resolveu dizer que o problema era muito fácil de ser resolvido, bastava, primeiramente, matar o porco escolhido, limpando e cortando adequadamente o animal, colocando-o então sobre uma armação metálica sobre brasas, até que o efeito do calor - e não as chamas - assasse a carne.

Tendo sido informado sobre as ideias do funcionário, o Director Geral de Assamento mandou chamá-lo ao seu gabinete, e depois de ouvi-lo pacientemente, disse-lhe:

-Tudo o que o senhor disse está muito bem, mas não funciona na prática.
O que o senhor faria, por exemplo, com os anemotécnicos, caso viéssemos a aplicar sua teoria ? Onde seria empregado todo o conhecimento dos acendedores de diversas especialidades ?
- Não sei - disse João.
- E os especialistas em sementes ? Em árvores importadas para porcos, com suas máquinas purificadoras automáticas de ar ?
- Não sei.
- E os anemotécnicos que levaram anos especializando-se no exterior, e cuja formação custou tanto dinheiro ao país ? Vou mandá-los limpar os porquinhos. E os conferencistas e estudiosos, que ano após ano têm trabalhado no Programa de Reforma e Melhoramentos ? Que faço com eles, se a sua solução resolver tudo ?
- Heim ?

- O senhor percebe agora que a sua ideia não vem ao encontro daquilo de que necessitamos ?

O senhor não vê que se tudo fosse tão simples, nossos especialistas já teriam encontrado a solução há muito tempo atrás? O senhor com certeza compreende que não posso simplesmente convocar os anemotécnicos e dizer-lhes que tudo se resume a utilizar brasinhas, sem chamas! O que o senhor espera que eu faça com os quilómetros de bosques já preparados, cujas árvores não dão frutos nem têm folhas para dar sombra ?
Vamos , diga-me !
- Não sei, não senhor.

- Diga-me, nossos três engenheiros em Porcopirotecnia, o senhor não considera que sejam personalidades científicas do mais extraordinário valor ?
- Sim , parece que sim.

- Pois então. O simples facto de possuirmos valiosos engenheiros em Porcopirotecnia indica que nosso sistema é muito bom. O que eu faria com indivíduos tão importantes para o país ?
- Não sei.

- Viu ? O senhor tem que trazer soluções para certos problemas específicos por exemplo, como melhorar as anemotécnicas actualmente utilizadas, como obter mais rapidamente acendedores de Oeste (nossa maior carência ) como construir instalações para porcos com mais de sete andares. Temos que melhorar o sistema e não transformá-lo radicalmente, o senhor entende ?

Ao senhor, falta-me sensatez!
- Realmente estou perplexo ! - respondeu João.

- Bem , agora que o senhor conhece as dimensões do problema, não saia dizendo por aí que pode resolver tudo. O problema é bem mais sério e complexo do que o senhor imagina. Agora , entre nós, devo recomendar-lhe que não insista nessa sua ideia - isso poderia trazer problemas para o senhor no seu cargo. Não por mim, o senhor entende?

Eu falo isso para o seu próprio bem, porque eu o compreendo, entendo perfeitamente o seu posicionamento, mas o senhor sabe que pode encontrar outro superior menos compreensivo, não é mesmo ?

João Bom-Senso, coitado, não falou mais um "A" . Sem despedir-se, meio atordoado, meio assustado com sua sensação de estar caminhando de cabeça para baixo, saiu de fininho e ninguém nunca mais o viu.

Por isso é que até hoje se diz, quando há reuniões de Reforma e Melhoramentos que falta o Bom-Senso."

AS COISAS BOAS DA VIDA

Recebi do meu amigo Jorge Peixoto, um enfermeiro que procura viver sempre de bem com a vida.
AS COISAS BOAS DA VIDA:

1. Apaixonar-se.
2. Rir tanto até que as faces doam.
3. Um chuveiro quente num Inverno frio.
4. Um supermercado sem filas nas caixas.
5. Um olhar especial.
6. Receber correio (pode ser electrónico...)
7. Conduzir numa estrada linda.
8. Ouvir a nossa música preferida no rádio.
9. Ficar na cama a ouvir a chuva cair lá fora.
10. Toalhas quentes acabadas de serem engomadas...


11. Encontrar a camisola que se quer em saldo a metade do preço.
12. Batido de chocolate (baunilha ou morango).
13. Uma chamada de longa distância.
14. Um banho de espuma.
15...Rir baixinho.
16. Uma boa conversa.
17. A praia.
18. Encontrar uma nota de 20 euros no casaco pendurado desde o último
Inverno.
19. Rir-se de si mesmo.
20. Chamadas à meia-noite que duram horas.


21. Correr entre os jactos de água de um aspersor.
22. Rir por nenhuma razão especial.
23. Alguem que te diz que és o máximo.
24. Rir de uma anedota que vem à memória.
25. Amigos.
26. Ouvir acidentalmente alguem dizer bem de nós.
27. Acordar e verificar que ainda há algumas horas para continuar a
dormir.
28. O primeiro beijo (ou mesmo o primeiro com novo parceiro).
29. Fazer novos amigos ou passar o tempo com os velhos.


30. Brincar com um cachorrinho.
31. Haver alguém a mexer-te no cabelo.
32. Belos sonhos.
33. Chocolate quente.
34. Fazer-se à estrada com os amigos.
35. Balancear-se num balancé.
36. Embrulhar presentes sob a árvore de Natal comendo chocolates e
bebendo a bebida favorita.
37. Letra de canções na capa do CD para podermos cantá-las sem nos
sentirmos estúpidos.
38. Ir a um bom concerto.
39. Trocar um olhar com um belo/a desconhecido/a.
40. Ganhar um jogo renhido.
41. Fazer bolachas de chocolate.
42. Receber de amigos biscoitos feitos em casa.
43. Passar tempo com amigos íntimos.
44. Ver o sorriso e ouvir as gargalhadas dos amigos.
45. Andar de mão dada com quem gostamos.
46. Encontrar por acaso um velho amigo e ver que algumas coisas (boas ou
más) nunca mudam.
47. Patinar sem cair.
48. Observar o contentamento de alguem que está a abrir um presente que
lhe ofereceste.
49. Ver o nascer do sol.
50. Levantar-se da cama todas as manhãs e agradecer outro belo dia.

Então... tens algo que queiras cortar ou... acrescentarias algo mais?!!