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quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Ninguém sai vencedor no jogo da comparação
Mas a maneira como a encaramos se modifica.
Assim, quando vemos um amigo ou algum membro da família usufruindo uma relação aparentemente perfeita,
começamos a questionar a nossa.
Por outro lado, se vemos um amigo ou parente numa relação conturbada, valorizamos a que estamos vivendo.
Não se deixe levar pelo jogo das comparações.
O seu relacionamento deve ser avaliado com base nas suas próprias necessidades e não no relativo sucesso
dos que estão ao seu redor.
O relacionamento de Tim e Karen começou como num conto de fadas e este clima durou algum tempo depois do casamento.
Mais de uma década depois, Tim e Karen tinham três filhos e viviam com o orçamento apertado, pois ambos voltaram
à faculdade para fazer seu doutorado.
O romance sofrera o desgaste dos enjôos matinais, das noites sem dormir, do cansaço permanente, da falta de tempo um para o outro.
“Do quarto ao oitavo ano foi o caos”, Tim relembrou.
“Qualquer coisa era motivo de discussão”, concordou Karen.
Éramos imaturos e despreparados para administrar as crises.
E o pior de tudo era que estávamos cercados por casais que aparentemente tiravam tudo de letra e que se diziam tão
apaixonados quanto na época do casamento, sem falar na fantástica vida sexual que eles diziam ter.
Um dia quando me senti especialmente deprimido com o sucesso das outras pessoas, lembrei-me de algo que tinha aprendido em minhas aulas de marketing: nós temos uma mentalidade de consumidor.
Qualquer coisa, seja uma companhia telefônica ou um aparelho de videocassete, pode ser substituída
quando pára de atender às nossas necessidades.
Percebi que eu estava fazendo isso com o meu casamento, tratando-o como se fosse um produto e imaginando se poderia trocá-lo por algo melhor”, conta Tim.
Se você pensa no seu relacionamento com a cabeça de um consumidor, se começa a comparar sua parceira com outras, está desvalorizando aquilo que tem em função de algo que provavelmente não existe.
Ao perceber que não estava investindo em meu casamento, eu me senti livre para colocar minha energia nele,
procurando resgatar o amor que nos unia, em vez de ficar olhando em torno para compará-lo com o dos outros.
As pessoas que foram orientadas a descrever primeiramente um casal infeliz e, logo depois, o seu próprio relacionamento tinham chances dezenove por cento maiores de falar dele com entusiasmo do que as pessoas que foram orientadas a descrever um casal feliz e depois descrever o seu próprio relacionamento.
Texto de: David Niven – Segredos dos Bons Relacionamentos
Transformar o mundo, comece por você
Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e inovar no seu próprio interior. Tudo o que fazemos produz efeito e causa algum impacto.
Água mineral feita a partir do mar paulista chega aos EUA.
Natal Informático
Coloca JESUS no teu DIRECTÓRIO PRINCIPAL.
SALVA-O em todos os TEUS ARQUIVOS PESSOAIS.
SELECIONA-O como o teu DOCUMENTO MODELO.
Que Ele seja o teu MODELO.
para FORMATAR a tua vida:
JUSTIFICA e ALINHA-A
À DIREITA e À ESQUERDA,
sem QUEBRAS na Tua caminhada.
Que Jesus não seja apenas um ÍCONE,
um ACESSÓRIO, uma FERRAMENTA, um RODAPÉ,
mas o CABEÇALH0...
a LETRA CAPITULAR...
a BARRA DE RODAGEM do teu caminhar.
Que Ele seja a FONTE da graça
para a tua ÁREA DE TRABALHO,
o PAINTBRUSH para COLORIR o teu sorriso,
a CONFIGURAÇÃO da tua simpatia,
a NOVA JANELA para VISUALIZAR
o TAMANHO do teu amor,
o PAINEL DE CONTROLE,
para CANCELAR os teus RECUOS
COMPARTILHAR os teus RECURSOS e
ACESSAR o coração das tuas amizades...
COPIA tudo aquilo que é bom
DELETA os teus ERROS.
Não deixes à MARGEM ninguém,
ABRE as BORDAS do teu coração,
REMOVE dele o VÍRUS do egoísmo.
Antes de FECHAR,
Coloca JESUS nos teus FAVORITOS
e o teu NATAL será o ATALHO da tua felicidade !
CLICA agora em OK
para ATUALIZAR os teus CONTEÚDOS !
O homem que não se irritava
Sempre encontrava saída cordial, não feria a ninguém, nem se aborrecia com as pessoas. Morava em modesta pensão, onde era admirado e querido.
Para testá-lo, um dia seus companheiros combinaram levá-lo à irritação e à discussão numa determinada noite em que o levariam a um jantar.
Trataram todos os detalhes com a garçonete que seria a responsável por atender a mesa reservada para a ocasião. Assim que iniciou o jantar, como entrada foi servida uma saborosa sopa, da qual o homem gostava muito.
A garçonete chegou próximo a ele, pela esquerda, e ele, prontamente, levou seu prato para aquele lado, a fim de facilitar a tarefa de servir.
Mas ela serviu todos os demais, e quando chegou a vez dele, foi para outra mesa.
Ele esperou calmamente e em silêncio, que ela voltasse. Quando ela se aproximou outra vez, agora pela direita, para recolher o prato, ele levou outra vez seu prato na direção da jovem, que novamente se distanciou, ignorando-o.
Após servir todos os demais, passou rente a ele, acintosamente, com a sopeira fumegante, exalando saboroso aroma como quem havia concluído a tarefa e retornou à cozinha.
Naquele momento não se ouvia qualquer ruído. Todos o observavam discretamente, para ver sua reação.
Educadamente ele chamou a garçonete, que se voltou, fingindo impaciência e lhe disse:
- O que o senhor deseja?
Ao que ele respondeu, naturalmente:
- A senhora não me serviu a sopa.
Novamente ela retrucou, para provocá-lo, desmentindo-o:
- Servi sim senhor!
Ele olhou para ela, olhou para o prato vazio e limpo e ficou pensativo por alguns segundos.
Todos pensaram que ele iria brigar. Suspense e silêncio total.
Mas o homem surpreendeu a todos, ponderando tranqüilamente:
- A senhorita serviu sim, mas eu aceito um pouco mais!
O Elefante Acorrentado
Você já observou elefante no circo? Durante o espectáculo, o enorme animal faz demonstrações de força descomunais. Mas, antes de entrar em cena, permanece preso, quieto, contido somente por uma corrente que aprisiona uma das suas patas a uma pequena estaca cravada no solo.
A estaca é só um pequeno pedaço de madeira. E, ainda que a corrente fosse grossa, parece óbvio que ele, capaz de derrubar uma árvore com sua própria força, poderia, com facilidade, arrancá-la do solo e fugir. Que mistério! Por que o elefante não foge?
O elefante do circo não escapa porque foi preso à estaca ainda muito pequeno. Imaginem: o elefante preso quando bebé, puxou, forçou, tentando se soltar e, apesar de todo o esforço, não conseguiu se soltar. A estaca era muito pesada para ele naquela época. E o elefantinho tentava, tentava e nada. Até que um dia, cansado, aceitou o seu destino: ficar amarrado na estaca, balançando o corpo de lá para cá, eternamente, esperando a hora de entrar no espectáculo.
Então, HOJE aquele elefante enorme não se solta porque acredita que não pode. Para que ele consiga quebrar essa CRENÇA e se ver livre é necessário que ocorra algo fora do comum, como um incêndio por exemplo. O medo do fogo faria com que o elefante em desespero quebrasse a corrente e fugisse. Assim somos nós, só quando algo nos acontecesse que nos ultrapassa é que encontramos as nossas verdadeiras forças para vencer CRENÇAS do passado.
Criancinhas
Quinta, 1 Março 2007
Um dia destes, vão ser os paizinhos a ir parar ao
hospital com um pontapé e um murro das criancinhas no olho esquerdo
Criancinhas
A criancinha quer Playstation. A gente dá.
A criancinha quer estrangular o gato. A gente deixa.
A criancinha berra porque não quer comer a sopa. A gente
elimina-a da ementa e acaba tudo em festim de chocolate.
A criancinha quer bife e batatas fritas. Hambúrgueres muitos.
Pizzas, umas tantas. Coca-Colas, às litradas. A gente olha para o
lado e ela incha.
A criancinha quer camisola adidas e ténis nike. A gente dá
porque a criancinha tem tanto direito como os colegas da escola e é
perigoso ser diferente.
A criancinha quer ficar a ver televisão até tarde. A gente
senta-a ao nosso lado no sofá e passa-lhe o comando.
A criancinha desata num berreiro no restaurante. A gente faz
de conta e o berreiro continua.
Entretanto, a criancinha cresce. Faz-se projecto de homem ou
mulher.
Desperta.
É então que a criancinha, já mais crescida, começa a pedir
mesada, semanada, diária. E gasta metade do orçamento familiar em
saídas, roupa da moda, jantares e bares.
A criancinha já estuda. Às vezes passa de ano, outras nem por
isso. Mas não se pode pressioná-la porque ela já tem uma vida
stressante, de convívio em convívio e de noitada em noitada.
A criancinha cresce a ver Morangos com Açúcar, cheia de pinta
e tal, e torna-se mais exigente com os papás. Agora, já não lhe
basta que eles estejam por perto. Convém que se comecem a chegar à
frente na mota, no popó e numas férias à maneira.
A criancinha, entregue aos seus desejos e sem referências,
inicia o processo de independência meramente informal. A rebeldia é
de trazer por casa. Responde torto aos papás, põe a avó em sentido,
suja e não lava, come e não limpa, desarruma e não arruma, as
tarefas domésticas são «uma seca».
Um dia, na escola, o professor dá-lhe um berro, tenta em cinco
minutos pôr nos eixos a criancinha que os papás abandonaram à sua
sorte, mimo e umbiguismo. A criancinha, já crescidinha, fica
traumatizada. Sente-se vítima de violência verbal e etc e tal. Em
casa, faz queixinhas, lamenta-se, chora. Os papás, arrepiados com a
violência sobre as criancinhas de que a televisão fala e na dúvida
entre a conta de um eventual psiquiatra e o derreter do ordenado em
folias de hipermercado, correm para a escola e espetam duas
bofetadas bem dadas no professor «que não tem nada que se armar em
paizinho, pois quem sabe do meu filho sou eu».
A criancinha cresce. Cresce e cresce. Aos 30 anos, ainda será
criancinha, continuará a viver na casa dos papás, a levar a gorda
fatia do salário deles. Provavelmente, não terá um emprego. «Mas ao
menos não anda para aí a fazer porcarias».
Não é este um fiel retrato da realidade dos bairros sociais,
das escolas em zonas problemáticas, das famílias no fio da navalha?
Pois não, bem sei. Estou apenas a antecipar-me. Um dia destes, vão
ser os paizinhos a ir parar ao hospital com um pontapé e um murro
das criancinhas no olho esquerdo. E então teremos muitos congressos
e debates para nos entretermos.
Tempo de Esperança
Tempo de Esperança
Natal é tempo...
de dar um toque na vida com as cores da esperança,
da fé, da paz e do amor.
Também é tempo de preparar,
em nosso coração e em nosso lar,
um espaço para acolher
as sublimes lições da Sagrada Família de Nazaré
e aceitar as inevitáveis surpresas da vida.
Natal é tempo...
de olhar para o céu,
encantarmo-nos com a luz das estrelas
e seguir a estrela-guia.
É tempo abençoado de dar mais atenção
à criança que mora em cada um de nós
e às que encontramos em nosso peregrinar,
à procura do caminho que nos leva ao Deus-Menino.
Natal é tempo...
de mais uma vez ouvir, acolher
e repetir a mensagem alegre dos Anjos de Deus.
É tempo de acalentar sonhos de harmonia e paz e,
olhando para os “anjos aqui na Terra”,
dar a nossa contribuição,
para tornar este nosso espaço
um pouco mais parecido com o Céu.
Natal é tempo...
de contemplar o Menino Jesus e Sua Mãe
e envolvermo-nos em silêncio orante.
É tempo de agradecer as manifestações de Deus
e deixarmo-nos extasiar por esse Divino Amor que,
na fragilidade de uma Criança, nos braços de Maria,
veio iluminar nossa fé.
Natal é tempo...
de olhar para o mundo, alimentar a chama do amor
e apreciar o milagre da vida.
É tempo de seguir com atenção
e humildade os passos dos pastores
e os daqueles que têm coração simples e,
em gestos de ternura,
sintonizar mentes e aconchegar corações.
Natal é tempo...
de pensar no irmão próximo e distante
e de colaborar para o renascer do amor.
É tempo de, amorosamente, recompor a vida,
perdoar e abraçar, com a ternura
e a misericórdia do Coração de Deus,
os registros de nossa infância e dos anos que já vivemos.
Na jubilosa esperança do Natal de Jesus Cristo,
estejamos atentos para perceber
e realizar o bem que estiver ao nosso alcance
e sermos um compreensível eco da mensagem de paz
daquela noite em que, gerado por obra do Espírito Santo,
de Maria nasceu o Salvador.
Irª Zuleides Andrade