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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

compreender o desejo do outro

Numa parceria como esta, seja com os nossos pais, filhos, irmãos, amigos, colegas de trabalho, voluntários da vida, enfim, devemos nos empenhar para compreender o que o outro sente, deseja ou necessita.
Achei muito interessante e também uma forma lúdica de mostrar a empatia.

Você tem Medo de ser Diferente?

Você tem Medo de ser Diferente? (Zibia Gasparetto)
As religiões, a sociedade convencionaram o certo e o errado,
utilizando critérios próprios.
Quem obedece a esses critérios é catalogado como pessoa equilibrada
e é aceito pela maioria.
Diante da conquista de novos conhecimentos,
essa avaliação vai se modificando.
A verdade vai aparecendo aos poucos.
Copiamos os modelos instituídos porque desejamos ser aceitos
e amados pela maioria.
Acreditamos que isso seja valorização.
Mas o que fazer com nossos sentimentos que não se encaixam nesses papéis?
Ignorá-los?
Sufocá-los para que ninguém perceba que somos diferentes?
Temos medo de ser diferentes.
O que tememos já está acontecendo.
Nós somos diferentes.
Cada um é cada um.
Não existem duas pessoas iguais.
Você morre de medo de não ser "certinha"?
Nesse caso, em tudo que vai fazer há sempre um severo juiz dentro de sua cabeça,
avaliando se cada ato seu está ou não dentro do papel.
Será que isso está certo?
O medo de fazer "algo errado"é tão grande que há pessoas que não fazem
nada sem antes consultar os outros.
O pai, a mãe, o irmão mais velho, o amigo inteligente,
o guru, os espíritos,o psicólogo, o tarô, a cartomante.
E como cada um é um e tem seu próprio modo de perceber as coisas,
os conselhos serão tantos e tão diferentes que,
no fim, a indecisão fica maior.
Sempre que você pergunta aos outros o que deve fazer,
está se classificando como incapaz.
Isso é uma grande ilusão.
Por ser diferente,você não é inferior a ninguém.
Não lhe falta nada.
Você é só você.
Tem seu próprio modo de sentir e de fazer as coisas.
É tão capaz quanto qualquer pessoa.
O problema é que você não acredita,
não confia em si e dessa forma abdica de seu poder de realização.
Pergunta-se: Você sempre faz o que seu coração pediu ou o que seu juiz
lhe dizia que deveria ser certo?
Quando foi contra seu coração,
lembra-se da sensação de vazio e de aperto no peito que sentiu?
Pois é.
Esse aperto no peito é indício seguro de que você sufocou seus verdadeiros sentimentos,
se anulou em favor do papel social.
Quando não somos verdadeiros, a insatisfação aparece.
Todas as pessoas que não se acreditam boas tentam compensar.
Como sentem vergonha do que pensam ser,
fingem ter virtudes que ainda não possuem mas que gostariam de ter.
Para elas, errar seria um caos.
E como "sabem" que estão sendo falsas, não se respeitam e perdem a dignidade.
Ninguém pode ser feliz se sentindo assim.
Foram aqueles que saíram do "Padrão"e das "regras" do convencional que
acionaram o progresso do mundo sem se preocupar com o certo ou o errado.
O próprio Jesus Cristo, se tivesse entrado nos padrões sociais de sua época, teria fracassado em sua missão.
O carisma é uma expressão da alma.
Quando a alma fala, sua essência espiritual e divina se manifesta,
e a pessoa brilha, conquista, aparece.
É nela que reside sua força e poder.
Negá-la é preferir a obscuridade.
Se você quer ser feliz, mande embora seu "severo juiz", ouça seu coração.
Valorize o que sente e seja uma pessoa verdadeira.
Assuma seus sentimentos.
Só diga "sim"depois de sentir o que realmente quer.
Caso contrário, não tenha receio de dizer "não".
Deixe de contar seus problemas aos outros e perguntar o que deve fazer.
Confie em seus critérios, Você pode!
Experimente.
TEMOS MEDO DE SER DIFERENTES O QUE TEMEMOS
JÁ ESTÁ ACONTECENDO: SOMOS DIFERENTES! "
Você pode mudar sua vida, está em suas mãos criar e modificar o próprio destino.
O poder é só seu"

Empenho

Álvaro trabalhava em uma empresa. Funcionário sério, dedicado, cumpridor de suas obrigações e, por isso mesmo está com seus 20 anos de casa. Um belo dia, ele vai ao dono da empresa para fazer uma reclamação:
- Meu patrão, tenho trabalhado durante esses 20 anos em sua empresa com toda a dedicação, só que me sinto um tanto injustiçado. O Luis, que está connosco há somente três anos, está ganhando mais do que eu.
O patrão, fingindo não ouvi-lo disse:
- Foi bom vir aqui. Tenho um problema para resolver e você poderá fazê-lo. Estou querendo dar frutas como sobremesa ao nosso pessoal após o almoço de hoje. Ali na esquina tem uma barraca. Vá até lá e verifique se eles têm Melão.
Álvaro, sem entender direito, saiu da sala e foi cumprir a missão. Em cinco minutos estava de volta.
- E aí Álvaro? Perguntou o patrão.
- Verifiquei como o senhor mandou, se o moço tem Melão.
- E quanto custa?
- Isso eu não perguntei, não.
- Eles têm quantidade suficiente para atender a todos os funcionários do escritório? Quis saber o patrão.
- Também não perguntei isso, não.
- Há alguma outra fruta que possa substituir o Melão?
- Não sei não...Muito bem, Álvaro. Sente-se ali naquela cadeira e aguarde um pouco.
O patrão pegou o telefone e mandou chamar o Luis. Deu a ele a mesma orientação que dera ao Álvaro. Em poucos minutos, o Luis voltou.
- E então, Luis? Indagou o patrão.
- Eles têm Melão sim. Em quantidade suficiente para todo o nosso pessoal. E se senhor preferir, têm também laranja, banana, maçã e mamão a 1€ o quilo, o melão a 1,20€ a unidade, e a laranja a 20€ o cento, já descascadas. Mas como eu disse que a compra seria em grande quantidade, eles me concederam um desconto de 15%. Deixei reservado. Conforme o senhor decidir, volto lá e confirmo, explicou o Luis.
Agradecendo pelas informações, o patrão dispensou-o. Voltou-se para o Álvaro, que permaneceu sentado ao seu lado, e perguntou-lhe:
- Álvaro, o que foi que você estava mesmo me dizendo?
- Nada sério não, patrão. Esqueça, com sua licença.
E o Álvaro deixou a sala.

Exercício Físico & Memória

Problemas de memória

Adultos com problemas de memória que participaram de um programa de atividade física em casa experimentaram uma melhoria na função cognitiva em comparação com aqueles que continuaram sedentários. A conclusão é de um estudo publicado no Journal of the American Medical Association.

Nicola Lautenschlager, da Universidade de Melbourne, na Austrália, e colegas conduziram um experimento controlado para verificar se a intervenção da atividade física seria capaz de reduzir o declínio cognitivo e o risco de demência entre 138 adultos com mais de 50 anos.

Todos os participantes haviam relatado problemas de memória e foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos, um de cuidados comuns e outro que incluía um programa de 24 semanas de atividades físicas.

Plano de exercícios físicos

O objetivo da intervenção, segundo os pesquisadores, era encorajar os participantes a realizar pelo menos 150 minutos por semana de atividade física de intensidade moderada, divididos em três dias. A atividade mais freqüentemente recomendada foi caminhar.

O programa resultou em 142 minutos a mais de atividades físicas por semana quando comparado com o outro grupo. As funções cognitivas foram medidas por meio de uma escala usada em pacientes com Alzheimer, composta por uma série de testes, durante 18 meses.

Menor risco de demência

Os cientistas verificaram que, ao fim do período, os participantes do grupo que se exercitou apresentaram maiores notas na escala, conhecida como Adas-Cog. Também apresentaram menores notas do que o outro grupo em um índice para medir demência.

"Pelo que sabemos, esse é o primeiro estudo a demonstrar que o exercício melhora a função cognitiva em adultos mais velhos com pequenas perdas cognitivas. Os benefícios da atividade física eram aparentes após seis meses e persistiram por pelos menos 12 meses após a intervenção ter terminado", descreveram os autores.

"A média de melhoria 0,69 ponto na escala Adas-Cog em 18 meses, em comparação com o outro grupo, é pequena, mas importante potencialmente quando consideramos a quantidade relativamente modesta de atividade física a que os participantes se submeteram", afirmaram.

Melhor do que medicamento

Segundo eles, ao contrário de medicamentos, a atividade física tem a vantagem dos benefícios à saúde que não se restringem apenas à função cognitiva, mas em outros pontos como depressão, qualidade de vida, diminuição de quedas e função cardiovascular.

Injustiça laboral

A FÁBULA DOS GATOS
Por Aristides Athayde (*)

Um fazendeiro plantava milho e o armazenava no paiol. Com o milho, o
fazendeiro alimentava as galinhas, os cavalos, as vacas, e todos os outros
bichos da fazenda. Os bichos da fazenda, por sua vez, garantiam ao fazendeiro o
seu sustento.

Os ratos insistiam em roubar o milho armazenado no paiol. Quem cuidava
do paiol era um cachorro. Um cachorro preto e grande. Quem cuidava do paiol
antes do cachorro cuidar do paiol era o pai do cachorro e, antes do pai do
cachorro, quem cuidava do paiol era o avô do cachorro. E sempre foi assim, a
família do cachorro cuidando do paiol, e não deixando que os ratos comessem
todo o milho.

Era um trabalho duro: os ratos não acabavam nunca e, chovesse ou
fizesse sol, lá estavam para roubar uma espiga aqui, outra ali. O cachorro
não tinha folga e para fazer frente à rapidez dos ratos, mantinha os
músculos em forma e os reflexos ligeiros. Em compensação, o cachorro adorava
o seu trabalho. Afinal, se não fosse por ele, os ratos já teriam há muito
tempo comido todo o milho e acabado com a comida dos demais bichos. Em
reconhecimento ao seu trabalho, a bicharada elegeu o cachorro o presidente da
fazenda.

E claro que o mando do presidente não era perfeito, discussões
surgiam, a insatisfação aparecia. Mas, de uma coisa todos podiam ter certeza:
quem trabalhasse, ganhava o seu quinhão.

Um dia, apareceu na fazenda um gato. Um gato magro e bigodudo. Tão
bigodudo que, se tivessem barba os gatos, esse poderia ser um gato barbudo. O
cachorro, como todo cachorro que se preza, ciente da sua função e do valor
do seu trabalho, latiu para o gato, quis que o gato fosse embora. O cachorro
sentia que aquele bicho de ar debochado, malicioso, sem muito gosto para o
trabalho, não poderia ser grande coisa. O fazendeiro não ouviu o que o
cachorro quis dizer, e o gato foi ficando, foi ficando, foi ficando...

O gato, que não trabalhava (que, aliás, nunca tinha trabalhado), tinha
bastante tempo para conversar com os outros bichos da fazenda. E chegava de
mansinho junto da bicharada, magrinho, fraquinho, e começava a miar. Os
outros bichos, muito bonzinhos, paravam para escutar o que o gato tinha para
dizer:
- Miau, miau, ai, ai. O que vai ser de mim. Não existe lugar nesta
fazenda para um bichinho como eu, tão injustiçado, tão fraquinho! Veja, não
posso trabalhar, o sistema é tão injusto! Só por que não nasci forte como o
senhor, Seu Cavalo, só por que não posso dar leite como Dona Vaca, não posso
trabalhar!

O Seu Cachorro, o dono do poder, não avalia essas contingências
históricas e me mantém mergulhado nessa penúria...
- Mas, Seu Gato, e aquele trabalho que lhe ofereceram na casa,
como guardião da dispensa?

- Não aceitei, Seu Cavalo. Na verdade, prefiro continuar minha luta por
condições mais dignas!

No fim, depois de tanta ladainha, os bichos começaram a acreditar no
gato. A sentir pena do gato. E o gato, que se dizia injustiçado. E se fazia
passar por vítima. Que era explorado pelo sistema e, principalmente, pelo
cachorro que lhe negava tais milhos. Conquistou a simpatia dos bichos. E fez
com que os bichos acreditassem que ele, tão sofrido, tão maltratado, iria
garantir a todos melhores condições de vida.

Tanto miou, tanto fez, que um dia os bichos revoltados com a situação
de absoluta miserabilidade do gato e com a injustiça social reinante na
fazenda, resolveram destituir o cachorro.

E de nada adiantou o cachorro insistir que cuidar do paiol não era para
qualquer um. Que ele havia treinado muito para assumir essa função. Que os
ratos não eram mole, e não dariam trégua assim tão fácil.

Afastaram o cachorro e, por unanimidade, colocaram no seu lugar o gato.
Os bichos sabiam que o gato dantes nunca havia trabalhado. Que não tinha
sequer se preparado para assumir a função mais importante na fazenda. Mas
acreditaram que o gato, por ter sofrido mais do que ninguém com a política do
cachorro, traria ordem e moralidade à administração do paiol.

No começo, tudo foi festa: no lombo de Seu Cavalo, viajava o gato para
outros sítios e fazendas, falando sobre a sua conquista. Contava aos outros
bichos que agora a fazenda vivia uma nova realidade. Tanta era a festa, tanta
era a euforia, tanta era a esperança, que os bichos não perceberam que mais e
mais gatos não paravam de chegar.

Gatos de todos os jeitos. Gatos vindos de todas as partes. Gatos, que em
comum com o gato-presidente, nunca tinham trabalhado na vida. E o
gato-presidente, que curiosamente chamava todos os demais gatos de
"cumpanheiros", precisava arranjar uma função para aquela gataiada.

Então, um dia, quando Seu Cavalo apareceu para puxar o arado, percebeu
que, no seu lugar, um bando de gatos ocupava os arreios. E Dona Vaca, que
produzia o melhor leite da região, foi expulsa da estrebaria pelos
companheiros do gato-presidente. E as galinhas, no galinheiro não moravam
mais: nos poleiros, gatos e mais gatos fingiam estar botando ovos.

E o gato-presidente remunerava prodigamente todos os seus companheiros.
Afinal, um trabalho em prol da coletividade desempenhavam...Como era de se
esperar, o gato-presidente (nunca havia trabalhado) não conseguia cuidar do
paiol. Os ratos logo perceberam a situação: atacavam, como nunca haviam
feito, o milho da fazenda.

Tão complicada ficou a situação que o gato-presidente precisou
conversar com o seu conselheiro. Um gato de óculos, que miava de um jeito
esquisito, puxando demais os "erres":
- Miarr, presidente. A coisa tá feia. Em nome da governabilidade da
fazenda, temos que nos aliar aos ratos!
- Cumpanheiro, os fins justificam os meios! Devemos passar aos demais
bichos uma imagem de ordem e tranqüilidade! E os gatos fizeram um pacto com os
ratos: os ratos fingiam que não roubavam o milho, os gatos fingiam que caçavam
os ratos.
Dessa forma, a bicharada acreditava que os ratos estavam sendo
combatidos, e os ratos, que por baixo do pano recebiam suas espiguinhas,
mantinham os gatos no poder.

Entretanto, o milho foi acabando. E os bichos, que haviam acreditado na
conversa do gato-presidente, com fome, começaram a ficar insatisfeitos. E foram
todos reclamar com o gato-presidente.
Tarde demais. O paiol já estava infestado de ratos, ratos por toda
parte, ratos em tudo. Ratos e gatos, gordos, barbudos, aproveitando
tranqüilamente o que havia sobrado de milho no paiol enquanto o resto da
bicharada, os bichos que sabiam trabalhar, que davam duro, ficaram sem comida.
Sem comida, e traídos que se sentiram, o maior tesouro de todos: a esperança
de dias melhores.

Quociente de sistematização

FAÇA ESTES DOIS TESTES E VERIFIQUE SE SEU CÉREBRO É
MASCULINO, FEMININO OU MISTO

Veja seu quociente de sistematização

http://editora.globo.com/galileu/edic/144/comportamento_cerebro02.asp

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Ninguém sai vencedor no jogo da comparação

Nossa vida pessoal não muda quando a comparamos com os relacionamentos mantidos por nossos amigos.
Mas a maneira como a encaramos se modifica.
Assim, quando vemos um amigo ou algum membro da família usufruindo uma relação aparentemente perfeita,
começamos a questionar a nossa.
Por outro lado, se vemos um amigo ou parente numa relação conturbada, valorizamos a que estamos vivendo.
Não se deixe levar pelo jogo das comparações.
O seu relacionamento deve ser avaliado com base nas suas próprias necessidades e não no relativo sucesso
dos que estão ao seu redor.
O relacionamento de Tim e Karen começou como num conto de fadas e este clima durou algum tempo depois do casamento.
Mais de uma década depois, Tim e Karen tinham três filhos e viviam com o orçamento apertado, pois ambos voltaram
à faculdade para fazer seu doutorado.
O romance sofrera o desgaste dos enjôos matinais, das noites sem dormir, do cansaço permanente, da falta de tempo um para o outro.
“Do quarto ao oitavo ano foi o caos”, Tim relembrou.
“Qualquer coisa era motivo de discussão”, concordou Karen.
Éramos imaturos e despreparados para administrar as crises.
E o pior de tudo era que estávamos cercados por casais que aparentemente tiravam tudo de letra e que se diziam tão
apaixonados quanto na época do casamento, sem falar na fantástica vida sexual que eles diziam ter.
Um dia quando me senti especialmente deprimido com o sucesso das outras pessoas, lembrei-me de algo que tinha aprendido em minhas aulas de marketing: nós temos uma mentalidade de consumidor.
Qualquer coisa, seja uma companhia telefônica ou um aparelho de videocassete, pode ser substituída
quando pára de atender às nossas necessidades.
Percebi que eu estava fazendo isso com o meu casamento, tratando-o como se fosse um produto e imaginando se poderia trocá-lo por algo melhor”, conta Tim.
Se você pensa no seu relacionamento com a cabeça de um consumidor, se começa a comparar sua parceira com outras, está desvalorizando aquilo que tem em função de algo que provavelmente não existe.
Ao perceber que não estava investindo em meu casamento, eu me senti livre para colocar minha energia nele,
procurando resgatar o amor que nos unia, em vez de ficar olhando em torno para compará-lo com o dos outros.
As pessoas que foram orientadas a descrever primeiramente um casal infeliz e, logo depois, o seu próprio relacionamento tinham chances dezenove por cento maiores de falar dele com entusiasmo do que as pessoas que foram orientadas a descrever um casal feliz e depois descrever o seu próprio relacionamento.

Texto de: David Niven – Segredos dos Bons Relacionamentos

Transformar o mundo, comece por você

Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e inovar no seu próprio interior. Tudo o que fazemos produz efeito e causa algum impacto.

Dalai Lama - O Caminho da Tranqüilidade