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terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Educação ambiental

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Emoções nas crianças

As emoções são nossas amigas: Emoções positivas e regulação emocional – Paulo Moreira

Código: 14065
Editora: Porto Editora
ISBN-13: 978-972-0-14065-4
Colecção: Crescer A Brincar
Última Edição: Março de 2008
N.º de Páginas: 160

Este livro tem como objectivo dar a conhecer às crianças as emoções, ajudar a identificar as boas e as más e, ao mesmo tempo, explicar como se pode lidar com as emoções desagradáveis, fazendo entender porque é que elas existem e que nem sempre elas são negativas. A orientação deste livro é, claramente, promover a experimentação das emoções positivas e da regulação emocional, ou seja, a capacidade de a criança gerir e regular o que sente e o que pensa. Constituído por jogos e histórias em banda-desenhada, divertido e atraente para crianças e adultos, este livro revelar-se-á um instrumento precioso para o que se pode definir como alfabetização emocional. Colecção Crescer a Brincar Trata-se de uma colecção inovadora, que tem vindo a ser implementada em inúmeras escolas do país com resultados que apontam para ganhos significativos, tanto por parte das crianças, como dos professores, em todas as variáveis trabalhadas. A colecção Crescer a Brincar foi pensada e desenvolvida com a finalidade de ajudar professores, educadores e pais a promoverem nas crianças as competências socioafectivas, preparando-as assim para a vida em sociedade. Referência ¿...a emoção é essencial para a formação dos cidadãos. As emoções também são conhecimento.¿ por António Damásio, neurocientista, no âmbito da Conferência Mundial de Educação Artística

Stress de alunos




UC lança CD-Rom para ajudar alunos a lidar com stress

A Universidade de Coimbra (UC) lançou hoje um CD-Rom interactivo que visa ajudar os estudantes a lidar com o stresse dos exames, a aumentar a eficiência do estudo e a serem mais bem sucedidos na vida académica.

Apresentado no Centro Cultural D. Dinis, o CD-Rom contém três manuais de formação e foi produzido pela equipa técnica do Gabinete de Aconselhamento Psicopedagógico dos Serviços de Acção Social da Universidade de Coimbra (GAP-SASUC), no âmbito de uma colaboração com o projecto «Plano de Apoio à Transição do Ensino Secundário para o Ensino Superior - Melhor Adaptação, Mais Resiliência, Mais Sucesso», promovido pela Reitoria da UC.

Gestão e Controlo do Stresse no Ensino Superior, Métodos de Estudo e Desenvolvimento de Competências Pessoais, Sociais e Académicas são os três manuais incluídos e que visam facilitar a transição e adaptação dos estudantes no meio universitário.

De acordo com o gestor daquele projecto da Reitoria da UC, o pró-reitor José Manuel Canavarro, foram produzidos mil CDs para distribuir aos alunos e está a ser equacionada a criação de um link com os respectivos conteúdos.

Aprender a lidar com os pensamentos automáticos negativos que fazem, por exemplo, com que os jovens «bloqueiem» nos exames, ultrapassar a ansiedade causada pelas provas orais e conseguir que o estudo académico tenha mais rendimento são alguns dos ensinamentos transmitidos pelo CD, segundo explicou na sessão Anabela Pereira, coordenadora científica do GAP/SASUC.

Os alunos são também ajudados a serem bem sucedidos na vida académica, através do treino das suas competências transversais, explorando dimensões como auto-estima, a assertividade, empatia, resiliência ou liderança, entre outras.

«É para os alunos serem bem sucedidos na sua vida pessoal, académica e interpessoal», disse ainda Anabela Pereira, adiantando que os programas foram desenvolvidos ao longo do último ano lectivo com alunos que recorreram aos serviços.

Os vice-reitores da Universidade de Coimbra Avelãs Nunes e Cristina Robalo Cordeiro, o administrador dos SASUC, Luzio Vaz, a responsável do GAP e o presidente (cessante) da direcção-geral da Associação Académica de Coimbra, André Oliveira, foram outros dos participantes na sessão de lançamento do CD, intitulado «Plano de Apoio à Transição: Programas de Intervenção».

Diário Digital / Lusa

Interações sociais podem alterar genes no cérebro

Como alterar seus genes

O DNA determina em boa medida quem são os indivíduos e como eles lidam com os outros. Mas, de acordo com uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos Estados Unidos, estudos recentes sobre animais sociais - como aves e abelhas - estão dando força à idéia de que, por meio do cérebro, os genes e o comportamento social são uma via de mão dupla, influenciando-se mutuamente.

A pesquisa de revisão, coordenada por Gene Robinson, do Departamento de Entomologia da Universidade de Illinois, foi publicada em matéria de capa da edição desta sexta-feira (7/11) da revista Science. De acordo com Robinson, o estado atual das pesquisas permite que os cientistas partam para a construção de uma explicação molecular para o comportamento social.

Alterando os genes do cérebro

De acordo com os cientistas, a informação social é capaz de alterar a expressão genética no cérebro, influenciando o comportamento. Por exemplo, o canto do tentilhão ou zebrafish (Taeniopygia guttata) macho induz em outros machos a expressão do gene egr1em uma região específica do cérebro dedicada à audição.

Essa expressão genética está especificamente ligada à importância social do sinal - isto é, indica se o som vem de um indivíduo conhecido ou de um potencial intruso -, indicando que a resposta genética ajuda o pássaro a reconhecer e reagir a mudanças no ambiente social.

Por outro lado, a variação genética influencia a função cerebral e o comportamento social, como acontece no caso da drosófila, ou mosca-da-fruta (Drosophila melanogaster). Cientistas identificaram uma variação genética específica que afeta o ritmo do som de acasalamento do animal, que conseqüentemente influencia o comportamento reprodutivo.

Relação dinâmica entre genes e comportamento

Segundo os cientistas, graças aos recentes seqüenciamentos de genomas de vários animais sociais - incluindo as abelhas e os tentilhões - e às novas tecnologias como os microarrays, que permitem vislumbrar a atividade de milhares de genes de uma só vez, os neurocientistas gradualmente estão compreendendo que "existe uma relação dinâmica entre genes e comportamento", disse Robinson. "O comportamento não está gravado no DNA", afirmou ele.

Além de Robinson, participaram do estudo o professor de biologia da Universidade de Stanford Russell Fernald e o professor de desenvolvimento celular e biológico e neurociências David Clayton, também da Universidade de Illinois.

Acendendo e apagando genes

Segundo Robinson, uma pesquisa coordenada por Clayton em 1992 foi um dos marcos fundamentais para os estudos nessa área. Naquele trabalho, a equipe do cientista descobriu que a expressão do gene egr1 aumenta no cérebro de tentilhões e canários quando eles ouvem um canto novo emitido por um macho da mesma espécie.

O achado não foi inédito: estudos anteriores haviam demonstrado que os genes acendem e apagam quando um animal é treinado para desempenhar uma tarefa em laboratório, segundo Robinson. Mas, quando a equipe de Clayton encontrou essa alteração na expressão gênica em resposta a um sinal social, chamou a atenção para as interações sociais poderosas que podem alterar a expressão genética no cérebro.

Alterações no comportamento

Em outro trabalho, Robinson utilizou microarrays para estudar o fenômeno em larga escala e verificou que milhares de genes "ligam" e "desligam" nos cérebros das abelhas em resposta a estímulos sociais.

Um desses genes, conhecido como for (para forrageamento, ou busca de alimento), foi descoberto inicialmente em moscas drosófilas por Marla Sokolowski, da Universidade de Toronto, no Canadá. Esses insetos carregam versões diferentes do gene for para diversos tipos de comportamento de forrageamento. Cada versão dá ao seu portador uma vantagem em certos comportamentos nas condições ambientais.

No estudo publicado em 2002, Robinson e sua equipe relataram que a expressão do for de fato aumentou no cérebro das abelhas enquanto elas se desenvolviam como forrageiras. A manipulação de sua expressão levava as abelhas a forragear precocemente.

Alteração genética por fatores sociais

Os pesquisadores descobriram também que os fatores sociais, sob a forma de sinais químicos conhecidos como feromônios, induziam a esse aumento do for. As abelhas forrageiras produzem um feromônio que sinaliza para as abelhas mais jovens que já existe uma quantidade de indivíduos suficiente exercendo essa função. Se algumas forrageiras são removidas da colméia, algumas abelhas jovens se desenvolvem precocemente como forrageiras.

"A constatação da idéia de que as diferenças na expressão genética podem ocorrer ao longo de escalas de tempo muito diferentes ajuda a compreender algumas das complexas relações entre genes, cérebro e comportamento. Todos esses elementos interagem", disse Clayton. "A experiência está sempre voltando para o nível do DNA", declarou.

Entrevista ao Pai Natal - Papai Noel

12h36min - 14/12/2008
VNews entrevista Papai Noel: ele fala sobre Internet, ganância e deixa mensagem às crianças
por Silas Pereira

Os leitores pediram e, faltando 10 dias para a Noite de Natal, quem está no VNews Entrevista é o bom velhinho, o Papai Noel. (Saiba como sugerir entrevistas)

Credito: DivulgaçãoO senhor Walter Corrente, de 69 anos, trabalha como vendedor em São José dos Campos. Mas já faz oito anos que o mês de dezembro é especial para o Seu Walter. Ele se transforma em Papai Noel e encanta as crianças que visitam o Shopping Colinas.

Em entrevista ao VNews, o Papai Noel Joseense revela curiosidades da profissão. Ele fala dos cuidados com a barba, dos planos para virar um Bom Velhinho On-line e também conta sobre um pedido que o fez chorar. Confira:

VNews – Relembre como foi sua chegada ao shopping neste ano e fale sobre as emoções e os principais momentos que o senhor presenciou neste momento.

Papai Noel – Todo ano a chegada é marcante e neste ano não foi diferente. Cheguei em um passe de mágica, dentro de uma grande caixa de presentes, após uma apresentação de um mágico, que já vinha encantando as crianças. A emoção foi muito grande, pois as crianças ficaram numa grande alegria ao me verem surgindo de dentro da caixa, após momentos de expectativa. Logo já quiseram me abraçar. Esse carinho é muito bom e poder recebê-lo todos os anos é um presente que eu ganho.

VNews – Conte-nos quais são as principais histórias que o senhor escuta no seu trono de Papai Noel.

Papai Noel – Ficar naquele trono é muito bom. Sentir essa inocência, ver a carinha de emoção delas ao chegarem perto ou mesmo o choro dos bebês que ainda não entendem o que está acontecendo. Tudo isso é marcante. Há crianças que pedem ajuda para o pai conseguir um emprego, há aquelas que pedem presentes mirabolantes como um avião, por exemplo, e outras que estão ali apenas para verem de perto a figura do Papai Noel. Além de me entregarem cartinhas, também deixam chupetas, prometendo não usar mais. Cada uma tem o seu valor. E para cada uma tento explicar um pouco o sentido do Natal.

VNews – Qual foi o pedido que mais o deixou emocionado?

Papai Noel – Acho que o pedido mais tocante foi o de uma menina, de aproximadamente 5 anos, que não queria presentes. Ela pediu que o pai dela voltasse, porque ele estava nos Estados Unidos. Isso me fez chorar.

VNews - Fale sobre os valores espirituais do Natal.

Papai Noel – A maioria das pessoas esquece que Natal é o nascimento do menino Jesus e que devemos reservar um momento dessa data para orar pelo presente que Deus nos deu, que foi a salvação eterna. Toda a magia natalina deve passar pela preservação dos valores espirituais e as pessoas devem se dedicar a agradecer e se solidarizar. Acho que o Natal é a época mais importante do ano até por isso, porque as pessoas conseguem lembrar, se preocupar e tentar ajudar o próximo.

VNews – Acha que as pessoas de São José estão muito gananciosas?

Credito: Divulgação
Bom Velhinho é o entrevistado do VNews a pedidos dos leitores


Papai Noel – Não consideraria gananciosa. Acho apenas que todos estão muito envolvidos com os problemas do dia-a-dia, um deles sendo a necessidade de trabalhar, ganhar dinheiro para prover a família e acabam reservando pouco tempo para os valores espirituais. Mas, o período natalino tem esse lado positivo, o de unir as pessoas em busca de um bem maior, o de ajudar o próximo. Mesmo com todos os problemas, as pessoas conseguem pensar em como serem solidárias. Acredito nessa magia que o Natal tem. Dá para sentir a alegria das pessoas, principalmente das crianças, que renovam as esperanças em dias melhores.

VNews - O que o Papai Noel faz o resto do ano?

Papai Noel – Trabalho como vendedor em São José dos Campos. Também sou artesão, faço brinquedos de madeira e gosto de pintura a óleo sobre tela.

VNews – Conte-nos como é a preparação para se vestir de Papai Noel?

Papai Noel – Apesar de ser um ato corriqueiro, vestir a roupa de Papai Noel tem um grande simbolismo. É como entrar completamente no personagem e sentir aquela energia positiva. O processo de vestir a roupa é muito simples e não leva muito tempo, pois não há enchimentos nem barba postiça. A barba farta e branca é natural. Também não uso muita maquiagem, apenas um pó para tirar o brilho da pele. Os cuidados com a barba são maiores. Para mantê-la sempre bonita e arrumada, lavo até três vezes ao dia, usando um xampu especial e depois penteio. Isso, eu faço durante todo o ano, não apenas nessa época.

VNews – Quando surgiu a idéia de ser um Papai Noel? Sua vida mudou depois dessa decisão?

Papai Noel – Eu não escolhi ser Papai Noel. Fui escolhido. Tudo começou com uma promessa que fiz e precisei deixar a barba crescer até a promessa ser cumprida. Isso mudou a minha vida.

VNews – O senhor recebe muitas cartas de crianças. Já pensou em virar um Papai Noel On-line? (Com blog, e-mail, mandando torpedos)

Papai Noel – Essa idéia está sendo amadurecida há algum tempo e se tudo der certo, ainda esse ano, pretendo usar as novas tecnologias para mandar mensagens de Natal. A gente tem que se atualizar mesmo.

VNews – O que o Papai Noel quer de presente para este Natal?

Papai Noel – Que os nossos políticos pensem menos neles e mais nas nossas crianças, para que tenhamos um futuro sem marginais.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Fobia Social

Uma pesquisa feita pelo psiquiatra Alaor Santos Filho, na Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP, coloca em discussão os atuais critérios utilizados para caracterizar se uma pessoa tem ou não Transtorno de Ansiedade Social (TAS), a chamada Fobia Social.

"Após analisar mais de 2 mil pessoas, por meio de entrevistas diagnósticas e preenchimento de algumas escalas, nos parece necessário e oportuno avaliar de forma criteriosa os sistemas atuais de classificação e diagnóstico que determinam o Transtorno de Ansiedade Social, no sentido de considerar dentro desse diagnóstico também as pessoas com quadros subclínicos, uma vez que estes apresentam comprometimento devido à ansiedade social", afirma Santos Filho.

Ansiedade social - Segundo o pesquisador, atualmente a ansiedade social é entendida como um transtorno psiquiátrico, como uma patologia, quando há medo excessivo, persistente e irracional de uma ou mais situações sociais ou de desempenho.

"A exposição às situações temidas quase que invariavelmente provoca ansiedade, há sofrimento importante e a pessoa busca evitar essas situações quando possível. Porém, partindo do princípio que algum grau de ansiedade para situações sociais e de desempenho é algo que faz parte da vida de todas as pessoas, talvez as que não preencham todos esses requisitos, mas têm um temor acentuado de situações sociais ou de desempenho, também mereçam atenção e eventualmente tratamento", diz Santos Filho.

Medo excessivo - Atualmente as pessoas que têm medo excessivo de uma ou mais situações sociais, mas não apresentam todos os requisitos para serem diagnosticadas com TAS, são classificadas como subclínicas.

Os achados da pesquisa foram que o grupo subclínico para o TAS apresenta, com freqüência, outros transtornos psiquiátricos simultâneos como depressão, por exemplo - quase sempre seguido de outros transtornos ansiosos, como fobias específicas e transtorno de ansiedade generalizada - e abuso ou dependência de álcool.

Isso leva a um maior comprometimento de seus relacionamentos sociais, na escola, namoro, família, amizades, trabalho, ou atividades do dia-a-dia, quando comparados com grupo controle, aqueles sem diagnóstico de Ansiedade Social.

Abordagem dimensional - Segundo o pesquisador, o conhecimento atual sobre o TAS foi quase todo construído baseando-se nos limites diagnósticos desse transtorno, ou seja, o paciente para receber esse diagnóstico precisa preencher todos os critérios.

A proposta da sua pesquisa é que na abordagem dimensional o TAS seja conceituado como um continuum de gravidade e não como um transtorno categórico, sim ou não. "Na abordagem dimensional é como se fosse uma régua, a pessoa pode estar nos extremos, que seria a ausência do transtorno de um lado e o caso muito grave de outro, mas também em qualquer ponto intermediário. É a forma que consideramos a mais adequada para classificar o TAS", enfatiza.

Incapacidade e sofrimento - A mostra composta por mais de 2 mil pessoas foi dividida em três grupos: com diagnóstico de TAS, o grupo chamado subclínico, e o grupo controle - aqueles sem diagnóstico de TAS. O grupo subclínico apresentou significativa presença de comorbidades, transtornos psiquiátricos simultâneos, quando comparados aos indivíduos do grupo de controle.

"Dos sujeitos com TAS, 71,6% apresentaram simultaneamente outros transtornos psiquiátricos, as chamadas comorbidades, como depressão e dependência de álcool e drogas, por exemplo. Já no grupo com diagnóstico subclínico, essa porcentagem é de 50%".

A pesquisa revelou, ainda, que a presença simultânea de outros transtornos foi progressivamente maior de acordo com o subtipo e a gravidade do TAS, com taxas dos sujeitos subclínicos ocorrendo de modo intermediário. "Os sujeitos com TAS parecem ter chance significativamente aumentada de apresentarem um ou mais transtorno mental concomitante e o grupo subclínico também apresentou considerável incapacidade e sofrimento, com significativo prejuízo psicossocial e taxas de comorbidades com outros transtornos psiquiátricos aumentadas, o que os diferencia dos sujeitos controles", avalia.

Pacientes "normais" - Santos Filho lembra que, pelas definições atuais, os pacientes considerados subclínicos são "normais" quanto ao TAS. "Uma das mais importantes implicações dos achados da pesquisa é que a partir do momento que as pessoas com ansiedade social subclínica forem entendidas como um grupo à parte vai ser possível estudar e estabelecer alternativas de intervenção e prevenção."

O pesquisador diz, ainda, que o TAS é incapacitante, embora seja sub-reconhecida. Sua característica é a ansiedade frente a situações sociais em que a pessoa sente que está sendo observada por pessoas fora de seu ambiente familiar, como falar em público, por exemplo.

"É um dos transtornos psiquiátricos mais comuns, com prevalência ao longo da vida entre 7% e 13%, e a idade média de início está entre 11 e 19 anos. Pacientes com TAS apresentam, entre outras, tendências a pior desempenho escolar, nível de renda mais baixo, susceptibilidade a ficar desempregados e mais dependentes dos sistemas públicos de assistência", afirma.

Segundo o pesquisador, o diagnóstico e a intervenção precoces podem prevenir o desenvolvimento de outros transtornos psiquiátricos, como depressão, transtorno do pânico, agorafobia, e abuso de substâncias particularmente álcool. "Comumente o uso do álcool começa como uma tentativa de automedicação, por isso a necessidade de rediscutirmos os critérios e diagnóstico e tentarmos iniciar o tratamento o mais cedo possível", conclui.

A evolução masculina

A maioria concorda: aprender novas cantadas não é mais suficiente para o sucesso do homem com as mulheres. O homem precisa se desenvolver e se transformar numa pessoa atraente e interessante, que atenda às necessidades das mulheres de hoje. Carlos Xuma, grande personalidade da comunidade da sedução, acredita que, para o homem modificar seu comportamento com as mulheres, ele precisa, primeiro, refletir sobre mudar seu estilo de vida.

Qualquer um que possui algum conhecimento sobre a comunidade da sedução, está por dentro de quem é Carlos Xuma. O guru é conhecido mundialmente pelos seus conceitos do "Macho Alfa" e da filosofia do desenvolvimento e evolução do homem como estratégias para o sucesso em relacionamentos e na vida.

Xuma acredita que, em algum dia, já teve a habilidade natural com o sexo oposto, mas, por alguma razão, simplesmente a perdeu. Para recuperá-la, Xuma resolveu estudar a ciência da dinâmica social e da interação entre homens e mulheres. Este estudo mostrou-se extremamente valioso, porque o transformou numa das figuras mais sábias da comunidade da sedução.

O guru defende a idéia de que o homem precisa evoluir. De acordo com ele, o sexo masculino tem sofrido desvantagens em relação ao feminino durante a época pós-feminista. Hoje em dia, homens se sentem confusos sobre como devem agir e o que as mulheres acham atraentes em um homem.

O "macho alfa" representa o trabalho de Xuma. Ele seria o homem ciente e confiante de seus traços masculinos, mas que sabe que precisa incorporar novas facetas em sua pessoa, como a inteligência social e emocional, a ambição e uma percepção de caráter mais aguçada.

Xuma se difere da maioria dos PUAs porque tenta ajudar homens a mudarem sua vida, e não só seu comportamento com mulheres. Para ele, os métodos de sedução devem apenas fazer parte do "estilo de vida Alfa". O homem precisa evoluir e encontrar a felicidade. Só assim, ele vai conseguir conhecer mulheres interessantes e mantê-las em sua vida. Xuma não acredita no "seja você mesmo", mas sim, no "seja o seu melhor possível".

http://hk.youtube.com/watch?v=LuNhhU7aEdk

eu tenho um amigo espanhol que está investigando mais sobre as feromonas. Leia um pouco sobre isto http://pt.phiero.com/?gclid=CKPwzcHcl5gCFQVOtAodm2A5lQ

Carlos Xuma especialista

http://www.datingdynamics.com/

http://hk.youtube.com/watch?v=iwh-1okgfAo

http://hk.youtube.com/watch?v=f-9RKzekAXY

http://hk.youtube.com/watch?v=WQ0F8U4hL5I

http://hk.youtube.com/watch?v=q79Q2MWg5sE

Carros elétricos

O governo de Portugal e o grupo franco-nipônico Renault-Nissan, assinaram um acordo para comercialização de carros elétricos e construção de uma rede de assistência aos mesmos em todo território português. O acordo prevê que a Renault entre com os carros elétricos a preços semelhantes aos de modelos movidos a gasolina e diesel. Em contra partida, o governo lusitano criará as condições para a construção de uma rede de abastecimento e troca de baterias dos modelos elétricos. Junto com o governo, entra no acordo a petrolífera Galp, que instalará postos de troca de baterias e carregamento das mesmas em sua rede de postos de combustível. Além dela, a companhia de energia elétrica EDP e duas redes de supermercados locais, também participarão do negócio. O governo português também cortará os impostos sobre os carros elétricos. Hoje, a taxa de impostos sobre automóveis referente a emissões de poluentes, chega a 70%!

Os novos carros da Renault- Nissan ainda estão em desenvolvimento e terão autonomia de 200km, sendo que para abastecê-los haverá três meios distintos: a troca da bateria que pode ser feita em cerca de 5 minutos, a carga direta na mesma em cerca de 25 minutos e a carga doméstica em até oito horas. Tudo isso deve ficar pronto até 2011, mas os carros já começarão a ser feitos a partir de 2010. A previsão é de produzir 13.000 unidades anualmente destes modelos elétricos.