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terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Baixa autoconfiança das mulheres

Baixa autoconfiança das mulheres

Apesar de terem o mesmo desempenho que seus colegas homens na sala de aula e na clínica, estudantes femininas de medicina relatam consistentemente uma menor autoconfiança e uma maior ansiedade, particularmente em questões relacionadas à sua competência.

Um novo estudo, publicado no último exemplar do jornal Patient Education and Counseling, descobriu que as estudantes de medicina também parecem menos confiantes aos olhos dos pacientes.

Objetivamente iguais ou melhores, subjetivamente inferiores

"Nós observamos estudantes do terceiro ano de Medicina interagindo com indivíduos simulando pacientes e aplicamos aos estudantes uma bateria de testes para medir a sensibilidade não-verbal. As estudantes se declararam menos autoconfiantes e também foram consideradas menos confiantes pelos avaliadores. Embora o teste objetivo de desempenho seja igual ou maior do que o de seus colegas homens, há alguma coisa na forma como as estudantes foram observadas e experimentaram sua conversa com os pacientes que as tornaram menos confiantes," diz o o coordenador da pesquisa Dr. Richard M. Frankel.

Capacidade de admitir deficiências

Observando as estudantes e descobrindo que elas realmente parecem menos confiantes em sua interação com os pacientes do que seus colegas homens respondeu à importante questão de se as mulheres são simplesmente mais abertas do que os homens para admitir sua ansiedade e estresse ou se elas realmente têm menos confiança em suas habilidades.

Diferenças entre sexos no desempenho acadêmico

Uma pesquisa feita na literatura pelos autores, que acompanha o seu relatório observacional e a sua análise, mostra que, embora não haja diferença consistente de gênero no desempenho acadêmico, as estudantes tendem a subestimar suas capacidades, enquanto os estudantes tendem a superestimar as suas.

A revisão da literatura também revelou que, ao final do curso de Medicina, estudantes homens atingiram uma maior identificação com o papel de médico do que estudantes mulheres com a mesma experiência. De forma muito interessante, apenas as mulheres relataram pensar sobre a confiança no seu conhecimento quando se pediu a elas que avaliassem sua identificação com o papel de médico.

Em um próximo estudo, o grupo de pesquisadores espera observar como a confiança dos médicos em suas habilidades muda ao longo do tempo, desde a saída da escola de Medicina, passando pela residência médica e até a sua prática médica.

Conto de Natal

Recebi e partilho convosco.

CONTO DE NATAL

Diário de Notícias, 20081222
João César das Neves
Professor universitário - naohaalmocosgratis@fcee.ucp.pt

Lá vai ser Natal outra vez! Este ano onde é que vocês celebram as festas? - Vai ser em casa da tia Maria, como de costume. - Como sabes? Já falaste com ela?

- Não, mas é sempre assim. Nem é preciso dizer.

- Pobre tia Maria! Como é tão boa, como está sempre disponível e pronta para todos, já nem se dão ao trabalho de lhe perguntar, de lhe pedir, de a envolver na decisão. Ela, precisamente porque é tão boa, é tomada como garantida, automática, com quem não é preciso perder tempo. Tu vais gastar mais esforços a convencer o primo Augusto a ir à Consoada, porque ele é um resmungão e gosta de se fazer caro, do que com a tia Maria, de quem realmente tudo depende, mas a quem ninguém liga, só porque é excelente.

- Tens razão. Mas é natural, não?

- Natural? Talvez. Mas é uma vergonha.

- Sabes, estava aqui a pensar que isso é exactamente o que nós fazemos com Deus. Nós contamos com o Natal todos os anos. Faz parte do calendário. Nem sequer nos damos ao trabalho de Lhe perguntar se este ano vai haver Natal. Nunca nos damos ao trabalho de inquirir se o Deus todo-poderoso, Senhor do Céu e da Terra, quer este ano voltar a nascer na nossa vida. Como Deus é tão bom, as pessoas tendem a dá-lO como garantido. Nem se lembram de Lhe perguntar, de Lhe pedir, de O envolver na decisão. Isso, tens razão, é uma coisa horrível.

- É verdade! A nossa falta de atenção nasce precisamente de o amor atento e disponível se tornar invisível. Invisível porque sempre presente. Está lá sempre e já não o vemos. Mas a nossa falta de atenção magoa imenso a tia Maria, que se esfalfa a trabalhar para nos ser agradável, e vê os seus esforços considerados como normais, banais, exigíveis. É um grande pecado esquecer--se de agradecer aquilo que é um dom tão indispensável que nem sequer damos por ele.

- Sim. Não há nada pior do que tratar Deus como se trata o sol ou a chuva. Deus faz "nascer o sol sobre maus e bons e cair a chuva sobre justos e injustos" (cf. Mt 5, 45). Mas Ele não é como o sol ou a chuva. Tratar Deus como se fosse um relógio sempre certo, como o sol, ou uma força caprichosa e incontrolável, como a chuva, é o pior dos pecados. Deus, que é amor, supremo amor, não quer ser tomado, não pode ser tomado como o sol ou a chuva.

- Deus, porque nos ama infinitamente, dá-nos sempre o Natal, como nos dá o sol e a chuva. Mas não quer ser tratado como se fosse uma força da natureza ou um mecanismo cego e automático. Deus não pode ser tratado como um engenho que se repete sucessivamente. Porque tudo o que faz é por amor. Ele é amor perfeito, e por isso podemos contar sempre com Ele. Mas, por isso mesmo, nunca o devemos dar por adquirido, nunca o podemos assumir como garantido. Não o podemos desprezar precisamente porque é perfeito.

- Se ao menos nós O víssemos! Com Deus é ainda pior do que com a tia Maria, porque a ela a gente vê. Mas no caso de Deus só vemos o sol e a chuva. Por isso tantos O esquecem.

- Mas não é isso o Natal? Deus, o Deus sublime e transcendente acima da nossa capacidade de compreensão, faz-se um de nós. Desce ao nosso nível para se fazer visível. Tinha anunciado pacientemente, através de uma longa linha de profetas e preparado o momento. Depois, quando veio, fez milagres espantosos, curou, ressuscitou, multiplicou os pães, andou nas águas. Que mais poderia Ele fazer para ser visto?

- E que resposta terrível lhe deram aqueles que tinham sido preparados para a vinda d'Ele!

- Vês que afinal o problema não é que não O possamos ver, porque quando O vimos ainda fizemos pior. Mas, depois de condenado, crucificado, morto, Ele continua visível. Visível na Igreja, na caridade com os pobres, na oração, na Eucaristia. A dedicação atenta, o carinho silencioso, a suprema delicadeza não querem ser mais visíveis do que são.

- Tens razão. O problema não é que não O vemos. O problema, como com a tia Maria, é que não O queremos ver.

- No entanto, como a tia Maria, Deus nunca é tão visível como no Natal. Porque é aí que se vê plenamente a dedicação atenta, o carinho silencioso, a suprema delicadeza.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Natalllllll

Faltam 2 dias 2 horas, 2 minujavascript:void(0)tos, 2 segundos, 2 beijos, 2 abraços, 2 pessoas, 2 sentimentos, 2 vidas… 2 suspiros… e um Natal.

Escolhi o nº 2 por acaso, por ver que faltam 2 dias, porém “2” é muito significativo, porque nesta vida não fazemos nada sem somar.

Com 2 faz-se um casal, uma família, um grupo de amigos, uma equipa de trabalho, um hospital, um presídio, um vila, uma cidade, um estado, um país…é uma questão de somar e somar muito!!!

Nesta soma, não somamos apenas 1 corpo + 1 corpo. Somamos sentimentos, valores, habilidades e em especial sonhos.

Em 2008 temos um Natal em que muitos povos se queixam da Crise. Crise aqui e acolá.

Crise dentro e fora de casa….hummm…crise dentro e fora de cada ser humano...

É o que eu mais ouço aqui no consultório, mas a crise é necessária. Ela também tem o lado positivo.

Foi através de crises e mais crises que chegamos onde estamos hoje. Afinal este nosso mundo é um planeta bipolar, Pólo Norte e Pólo Sul onde literalmente "Tudo se passa" e "tudo passa".

Nessa bipolaridade mundial, temos sempre presente entre nós, de alguma forma, a euforia e a depressão, o excesso e a escassez, o perto e o distante, o bonito e o feio, o bom e o mal, o pequeno e o grande, o fino e o grosso, o educado e o mal-educado, o rico e o pobre…de espírito!

As crises acontecem, mexem, remexem, causam danos ou não, e são superadas depressa ou devagar, mas são superadas e, escrevem a nossa história recheada de altos e baixos, de destruição e construção e também de reconstrução.

Vamos continuar a escrever a história deste nosso Natal. Se há crise financeira e não temos dinheiro para comprar prendas para todas as pessoas que desejamos presentear, então vamos consumir menos tempo nos shoppings e com isto teremos mais tempo disponível para estar com as pessoas ao vivo e a cores, para saborear o que de bom cada um tem dentro de si.

É este o lado positivo desta crise que todos se queixam hoje. Vamos aproveitar!!!

Recebam um abraceijo carinhoso e extensivo a todos que vocês conhecem…e vocês que estão recebendo esta mensagem, transmitam-na a um grupo de pessoas que também transmitirá a outro grupo e assim vamos aumentando esta corrente humana cheia de cor e cada um de nós ao acordar no dia 24 de Dezembro, vai dar-cor-a si para colorir as relações.

Se tiverem vontade, visitem este lugar http://www.ashesandsnow.org/ e saboreiem tudo que há lá para o ser humano sensível que há dentro de cada um de nós.

domingo, 21 de dezembro de 2008

Feliz Natal

Natal com o lado positivo da Crise de 2008

Faltam 2 dias 2 horas, 2 minutos, 2 segundos, 2 beijos, 2 abraços, 2 pessoas, 2 sentimentos, 2 vidas… 2 suspiros… e um Natal.

Escolhi o nº 2 por acaso, por ver que faltam 2 dias, mas 2 é muito significativo, porque nesta vida não fazemos nada sem somar. Com 2 faz-se um casal, uma família, um grupo de amigos, uma equipa de trabalho, um hospital, um presídio, um vila, uma cidade, um estado, um país…é uma questão de somar e somar muito!!!

Nesta soma, não somamos apenas 1 corpo + 1 corpo. Somamos sentimentos, valores, habilidades e em especial sonhos.

No Natal todos expressam os seus desejos, mesmo sabendo que as vezes será necessário muito empenho para que aquele sonho de transforme em realidade. Na verdade podemos sonhar sempre, mas o Natal é uma quadra em que, socialmente, é permitido sonhar…e não somos chamados de desvairados.

Em 2008 temos um Natal em que muitos povos se queixam da Crise. Crise aqui e acolá.

Crise dentro e fora de casa….hummm…crise dentro e fora de cada ser humano...

É o que eu mais ouço aqui no consultório, mas a crise é necessária. Ela também tem o lado positivo.

Foi através de crises e mais crises que chegamos onde estamos hoje. Afinal este nosso mundo é um planeta bipolar, Pólo Norte e Pólo Sul onde literalmente "Tudo se passa" e "tudo passa".

Nessa bipolaridade mundial, temos sempre presente entre nós, de alguma forma, a euforia e a depressão, o excesso e a escassez, o perto e o distante, o bonito e o feio, o bom e o mal, o pequeno e o grande, o fino e o grosso, o educado e o mal-educado, o rico e o pobre…de espírito!

As crises acontecem, mexem, remexem, causam danos ou não, e são superadas depressa ou devagar, mas são superadas e, escrevem a nossa história recheada de altos e baixos, de destruição e construção e também de reconstrução.

Vamos continuar a escrever a história deste nosso Natal. Se há crise financeira e não temos dinheiro para comprar prendas para todas as pessoas que desejamos presentear, então vamos consumir menos tempo nos shoppings e com isto teremos mais tempo disponível para estar com as pessoas ao vivo e a cores, para saborear o que de bom cada um tem dentro de si.

É este o lado positivo desta crise que todos se queixam hoje. Vamos aproveitar!!!

Recebam um abraceijo carinhoso e extensivo a todos que vocês conhecem…e vocês que estão recebendo esta mensagem, transmitem-na a um grupo de pessoas que também transmitem a outro grupo e assim vamos aumentando esta corrente humana cheia de cor e cada um de nós ao acordar no dia 24 de Dezembro, vai dar-cor-a si para colorir as relações.

Angela Escada

Reflexões do caderno de Chico Buarque



http://www.youtube.com/watch?v=y9xgliVRF4M

Bons tempos!!!
Para os alunos aproveitarem a "amizade" do seu caderno.... a cumplicidade desse tempo delicioso!!! é por isto que eu estudo até hoje...mantenho-me como aluna eterna...

Os 10 homens mais ricos

10. Cornelius Vanderbilt (1794-1877) - US$167,4 bilhões
Este empresário norte americano converteu-se um dos homens mais ricos da história devido a seus investimentos na marinha mercante (onde ganhou o apelido de "Comodoro" ao operar escunas) e em vias férreas. Quando faleceu, deixou quase todo seu dinheiro para William, um de seus 12 filhos.


9. Basílio II (958-1025) - US$169,4 bilhões
O homem que levou o Império Bizantino ao máximo de expansão territorial de sua história foi quem governou durante mais tempo, 49 anos. Entre todos os militares que se converteram em dirigentes, Basílio II foi um dos mais habilidosos com finanças de todos os tempos.


8. Marco Licinio Crasso (115a.C.-53a.C.) - US$169,8 bilhões
General e político, utilizou habilmente as disputas de poder do Império Romano para consolidar o patrimônio de sua família. Sua fortuna aumentou com o tráfico de escravos, minas de prata e métodos pouco convencionais. Marco Licinio Crasso foi protagonizado por Laurence Olivier no filme "Spartacus" (1960). A ele devemos o termo "crasso" (erro crasso=erro grosseiro) por causa de uma batalha que perdeu para os Partos.


7. Henry Ford (1863-1947) - US$188,1 bilhões
Industrial e inventor norte americano que revolucionou o transporte e a própria indústria com o automóvel Ford Modelo T, deixou a maior parte de sua enorme fortuna que acumulou para a fundação que leva seu nome.


6. Andrew W. Mellon (1855-1937) - US$188,8 bilhões
Banqueiro, industrial e filantropo, que mostrou excepcional talento para negócios desde sua adolescência, quando se converteu em um grande negociante de madeira, Mellon era o Secretário do Tesouro dos EUA na época da Grande Depressão.


5. Osman Ali Khan, Assaf Jah VII (1886-1967) - US$210,8 bilhões
O último nizam (regente) do Estado principesco de Hierabade, na Índia, era considerado o homem mais rico do mundo em sua época. Foi chamado de "Aliado Fiel da Coroa Britânica" por sua contribuição ao Império Britânico na 1ª Guerra Mundial. Um vendido, por assim dizer.


4. William Henry Vanderbilt (1821-1885) - US$231,6 bilhões
Em menos de nove anos, o empresário norte americano William Vanderbilt praticamente duplicou a fortuna de 100 bilhões de dólares que recebeu como herança de seu pai, Cornelius, dono de um império de navios, balsas e de estradas de ferro.


3. Nicolau II da Rússia (1868-1918) - US$253,5 bilhões
O último czar dá Rússia pertencia à dinastia Romanov, que governou o país por mais de cem anos e acumulou uma fortuna gigantesca. Nicolau foi deposto e acabou sendo assassinado com sua família pela Revolução Russa.


2. Andrew Carnegie (1835-1919) - US$298,3 bilhões
Nasceu na Escócia, o segundo homem mais rico da história migrou para os Estados Unidos ainda menino e lá se converteu um grande negociante do aço. Após aposentar-se, convertido à filantropia, dedicou muito de sua fortuna a iniciativas relacionadas à educação.


1. John D. Rockefeller (1839-1937) - US$318,3 bilhões
Considerado a pessoa mais rica de todos os tempos, Rockefeller fez sua fortuna com a empresa petrolífera Standard Oil. Nasceu nos Estados Unidos, foi um dos grandes filantropos da história, doando centenas de milhões de dólares.

Fantasias de Natal

http://www.imagensdemarca.sapo.pt/museupub/detalhes.php?id=423
histórias para as crianças