Recebi do meu amigo Xavier. Este ano a Missão Sorriso Continente decidiu que somos nós… todos…que vamos decidir quem a referida organização vai apoiar.
Estão a concurso 27 projectos oriundos de Hospitais Pediátricos, Maternidades ou Hospitais com serviço de Pediatria e/ou Obstetrícia.
Claro que a escolha é de cada um, mas por todas as razões eu proponho que seja neste o nosso voto:
Recebida do Paulo Sá. Observe atentamente a foto abaixo. E identifique se você consegue ver que falta a calcinha da rapariga que está atrás. Se você consegue ver que falta a calcinha, então marque uma consulta para o seu oftalmologista porque o ombro da rapariga que está com a máquina fotográfica, na frente, não precisa de calcinha.
A minha opinião é que a crise pode acontecer em qualquer fase do casamento, independente do nº de anos, a questão é que os comportamentos de ambos, ao longo de um tempo de convívio, sem reflexões e diálogos sobre as situações que desagradam, levam a um ponto de saturação.
Um outro problema que leva a uma crise é o MOTIVO do casamento. Se o casal decidiu casar por entenderem que podiam partilhar uma vida em conjunto, com a consciência do que representa essa convivência, das dificuldades, cedências necessárias e em especial uma vontade grande de aprender e crescer como ser humano, com certeza as crises serão atenuadas, no entanto, se a decisão do casamento foi para se livrar da cobrança dos pais, foi para sair de casa porque não conseguia sair apenas dizendo que quer a sua liberdade, se foi porque aos 30 todos os amigos já casaram, etc…. claro que as crises ficam muito mais prováveis.
Se pensarmos que o casamento é como muitas outras vivências da nossa vida, em que é possível ficar melhor com a prática, com as divergências ajustadas, com o respeito a opinião do outro…com certeza vamos investir tempo e diálogo para essa melhoria contínua.
Na verdade, pessoas que constroem sólidas relações estão sintonizadas com as personalidades específicas de seus parceiros, e buscam uma firme amizade como base do bom relacionamento, que pode ser numa relação parental, profissional e claro no casamento também. São pessoas que tem a habilidade de envolvimento e que respeitam as diferenças entre as pessoas, entre genero fem/masc quando elas existem, e buscam opções para satisfazer as necessidades um do outro.
Assista abaixo a entrevista na Radio Televisão Portuguesa
O programa também apresentou um caso prático de um casal que está casado há 1 ano, num segundo casamento, após a viuvez de um e divórcio do outro. Após ouvir o relato do casal, fiz comentários sobre o que, especialmente, a mulher relatou sobre o início dos problemas conjugais no 1º casameneto, que foi o nascimento do 1º filho, em que ela passou a dar muita atenção ao filho e pouca atenção ao marido. Geralmente isto acontece quando a mulher deseja ardentemente um filho e o marido entende o filho como uma consequência do casamento, como um ser humano que ele dá a vida e que vai cuidar, apoiar e acarinhar, sem no entanto fazer desse filho a exclusividade da sua vida.
Pode ter acontecido isto com este casal da entrevista e o marido entrou em carência afectiva, sensação de rejeição e consequentemente estabeleceu alguma competição com o filho em relação à atenção dessa mãe / mulher.
Espero que esta entrevista seja enriquecedora para alguns casais que a assistam. O único objectivo é a reflexão e que essa reflexão seja fcilitadora do diálogo entre o casal. Podem ter certeza que o melhor "medicamento" é mesmo o diálogo!!
"Mantenhamos acesa a chama da liberdade nas noites mais escuras da tirania", Barack Obama, foi a frase dita em Berlim na comemoração dos 20 anos da derrubada do muro de Berlim (09-11-1989)
Vamos todos refletir sobre ela e também enviar aos teus amigos para fazer uma corrente de mãos mãos dadas para vencer o "bloqueio" humano negativo.
"Diante de uma escada rolante e a outra convencional, qual optarias para chegar ao teu destino?
Se sabemos que subir escadas pode ser um óptimo exercício físico capaz de melhorar a saúde, como mudar o comportamento das pessoas para que optem pela escada convencional? Simples: Fazer com que isso se torne divertido para elas.
Estocolmo, capital da Suécia, numa iniciativa baptizada de “Teoria do Divertimento”.Por trás da iniciativa está a Volkswagen, com uma acção de marketing que foca no bem estar e educação das pessoas."