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terça-feira, 26 de abril de 2011

Oportunidades de Emprego na Alemanha

Oportunidades de emprego na Alemanha

Face a economias de outros países europeus, a economia alemã aparenta estar já a recuperar do embate sofrido com a crise económica e financeira mundial iniciada em 2008. Após uma quebra de 4.7% do PIB em 2009, este país registou uma taxa de crescimento real de 3.6% em 2010. Esta recuperação dá também sinais visíveis no mercado de trabalho, no qual se denota um aumento na criação de novos empregos e, até, a emergência de défices de mão-de-obra em alguns sectores e áreas profissionais mais qualificados - nos quais o Governo Federal anunciou recentemente a intenção de recrutar nos países do Sul da Europa.

As regiões mais dinâmicas na criação de emprego são, nos últimos anos, os Länder do Sudoeste da Alemanha: Bavária, Baden-Württenberg, Rhineland-Palatinate e Hesse.

De entre as profissões com maiores défices de mão-obra, destacam-se, pela maior abertura dos empregadores ao recrutamento transnacional:

* as engenharias: mecânica, automóvel, electrotécnica, electrónica e outras;
* a área da saúde, sobretudo médicos, enfermeiros e farmacêuticos;
* as profissões ligadas aos transportes aéreos;
* outras profissões especializadas, como trabalhadores metalomecânicos, canalizadores, electricistas ou mecânicos auto;
* e, embora em menor escala, a área do turismo, hotelaria e restauração.

Dois factores são, contudo, particularmente importantes se pretende "tentar" o mercado alemão:

* a aprendizagem da língua alemã (sobretudo, em profissões que incluam contacto com o público);
* a formação e o reconhecimento das suas qualificações na Alemanha.

Presentemente, existem mais de 300.000 ofertas de emprego disponíveis apenas para a Alemanha no Portal do EURES. Contudo, o IEFP / EURES Portugal, em estreita articulação com o ZAV - serviço de recrutamento transnacional integrado no serviço público de emprego alemão (Bundesagentur für Arbeit), está também a iniciar a negociação de projectos bilaterais de recrutamento de trabalhadores portugueses em algumas destas áreas profissionais, estando prevista a realização de um Dia da Alemanha no início do Verão de 2011 (local e data a confirmar).

Se pretende obter mais informação sobre este evento e/ou sobre os recrutamentos previstos, consulte regularmente este site (www.iefp.pt/eures) nos próximos meses. Pode também:

* informar-se junto do seu Centro de Emprego (actualizando a sua inscrição e manifestando, em particular, o seu interesse em trabalhar na Alemanha);
* enviar-nos o seu CV em Inglês ou Alemão para: eures-germany@iefp.pt (mencionando em Assunto "Trabalhar na Alemanha").

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Transformação

Em homenagem ao 25 de Abril de Portugal, deixo esta frase e quero também fazer bom uso dela. "Que haja transformação, e que ela comece comigo!"
Mitakuye Oyasin!

REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA

REGRAS DE BOA CONVIVÊNCIA

Seja alegre e comunicativo. Um “bom dia”, um “alô” custa pouco e rendem muito;

Seja simples e modesto. Se você possui qualidades “notáveis”, cedo ou tarde os outros notarão isso, como também descobrirão suas imperfeições;

Não economize sorriso: de todas as moedas circulantes no comércio da vida, o sorriso é a que compra maior porção de alegria pelo menor preço;

Por falar nisso, não compre briga porque sai caro;

Interesse-se pelos outros. Só assim os outros acharão você interessante;

Seja um bom conversador deixando que os outros falem mais;

Seja otimista. Quem vê tudo na existência pelo lado sombrio do derrotismo raramente cruza com amigos na rua porque a maioria deles dobra a esquina para escapar do encontro;

Faça aos outros, em lugar de críticas, quantos elogios puder fazer honestamente. As pessoas de um modo geral adoram ouvi-los e quando os recusam talvez no fundo esperem ser elogiados por isso;

Com os inimigos, declarados ou gratuitos, mantenha a sobriedade do cavalheirismo. Não fale mal por trás nem perca uma oportunidade de reconciliação, dando o primeiro passo, pois nada lhe garante que no dia seguinte um deles não seja a única pessoa capaz de “salvar a sua vida”;

Compreenda que as pessoas que pensam diferente estão sinceramente convencidas de que o errado é você.

Extraído do livro de Sonia Jordão: A Arte de Liderar – Vivenciando Mudanças num Mundo Globalizado.

Razão e emoção

Uma boa cabeça e um bom coração são sempre uma formidável combinação.
(Nelson Mandela)

domingo, 24 de abril de 2011

127 horas

Esqueçam a questão da crítica sobre o cortar o braço. esqueçam isto, reflictam sobre a mensagem dos relacionamentos, sobre você não ser uma ilha. o filme apresenta momentos interessantes em que o actor principal, que representa o jovem que amputou o braço (é melhor não olhar), faz boas reflexões, parece até momentos terapêuticos que nos permitem retirar os maiores ensinamentos e grandes lições de vida, que, eventualmente, poderemos absorver e colocar em prática no dia-a-dia.

Eu assisti na viagem de volta do Rio de Janeiro, no dia 12 Abril, perdi algumas partes porque adormeci de tão cansada que estava, mas vou assistir novamente com os amigos que ainda não assistiram e por isto não vou contar detalhes, para não ser "desmancha prazeres"...risos

O filme, baseado em factos reais, conta a história do alpinista norte-americano Aron Ralston que ficou preso debaixo de um pedra durante quase cinco dias num canyon isolado a sudoeste do Utah, em Maio de 2003, e para se libertar, tomou a decisão de amputar o próprio braço.

Nesses 5 dias Aron Ralston examina a sua vida e sobrevive aos elementos para finalmente descobrir que tem a coragem e os recursos para se libertar por qualquer meio necessário, escalar uma parede com 200 metros e caminhar mais de 12 km antes de ser finalmente salvo. Ao longo da sua viagem, Ralston recorda amigos, amantes, família e as duas caminhantes que conheceu antes do acidente.Serão as duas últimas pessoas que terá a hipótese de conhecer?



http://youtu.be/AUrTOWKAQDc aqui está legendado

Vaidade


sábado, 23 de abril de 2011

Coração-Mente-Essência = Kokoro

JAPÃO
Por Monja Coen
Quando voltei ao Brasil, depois de residir doze anos no Japão, me incumbi da difícil missão de transmitir o que mais me impressionou do povo Japonês: kokoro.
Kokoro ou Shin significa coração-mente-essência.
Como educar pessoas a ter sensibilidade suficiente para sair de si mesmas, de suas necessidades pessoais e se colocar à serviço e disposição do grupo, das outras pessoas, da natureza ilimitada?
Outra palavra é gaman: aguentar, suportar. Educação para ser capaz de suportar dificuldades e superá-las.
Assim, os eventos de 11 de março, no Nordeste japonês, surpreenderam o mundo de duas maneiras.
A primeira pela violência do tsunami e dos vários terremotos, bem como dos perigos de radiação das usinas nucleares de Fukushima.
A segunda pela disciplina, ordem, dignidade, paciência, honra e respeito de todas as vítimas.
Filas de pessoas passando baldes cheios e vazios, de uma piscina para os banheiros.
Nos abrigos, a surpresa das repórteres norte americanas: ninguém queria tirar vantagem sobre ninguém. Compartilhavam cobertas, alimentos, dores, saudades, preocupações, massagens. Cada qual se mantinha em sua área. As crianças não faziam algazarra, não corriam e gritavam, mas se mantinham no espaço que a família havia reservado.
Não furaram as filas para assistência médica – quantas pessoas necessitando de remédios perdidos - mas esperaram sua vez também para receber água, usar o telefone, receber atenção médica, alimentos, roupas e escalda pés singelos, com pouquíssima água.
Compartilharam também do resfriado, da falta de água para higiene pessoal e coletiva, da fome, da tristeza, da dor, das perdas de verduras, leite, da morte.
Nos supermercados lotados e esvaziados de alimentos, não houve saques. Houve a resignação da tragédia e o agradecimento pelo pouco que recebiam. Ensinamento de Buda, hoje enraizado na cultura e chamado de kansha no kokoro: coração de gratidão.
Sumimasen é outra palavra chave. Desculpe, sinto muito, com licença. Por vezes me parecia que as pessoas pediam desculpas por viver. Desculpe causar preocupação, desculpe incomodar, desculpe precisar falar com você, ou tocar à sua porta. Desculpe pela minha dor, pelo minhas lágrimas, pela minha passagem, pela preocupação que estamos causando ao mundo. Sumimasem.
Quando temos humildade e respeito pensamos nos outros, nos seus sentimentos, necessidades. Quando cuidamos da vida como um todo, somos cuidadas e respeitadas.
O inverso não é verdadeiro: se pensar primeiro em mim e só cuidar de mim, perderei. Cada um de nós, cada uma de nós é o todo manifesto.
Acompanhando as transmissões na TV e na Internet pude pressentir a atenção e cuidado com quem estaria assistindo: mostrar a realidade, sem ofender, sem estarrecer, sem causar pânico. As vítimas encontradas, vivas ou mortas eram gentilmente cobertas pelos grupos de resgate e delicadamente transportadas – quer para as tendas do exército, que serviam de hospital, quer para as ambulâncias, helicópteros, barcos, que os levariam a hospitais.
Análise da situação por especialistas, informações incessantes a toda população pelos oficiais do governo e a noção bem estabelecida de que “somos um só povo e um só país”.
Telefonei várias vezes aos templos por onde passei e recebi telefonemas. Diziam-me do exagero das notícias internacionais, da confiança nas soluções que seriam encontradas e todos me pediram que não cancelasse nossa viagem em Julho próximo.
Aprendemos com essa tragédia o que Buda ensinou há dois mil e quinhentos anos: a vida é transitória, nada é seguro neste mundo, tudo pode ser destruído em um instante e reconstruído novamente.
Reafirmando a Lei da Casualidade podemos perceber como tudo está interligado e que nós humanos não somos e jamais seremos capazes de salvar a Terra. O planeta tem seu próprio movimento e vida. Estamos na superfície, na casquinha mais fina. Os movimentos das placas tectônicas não tem a ver com sentimentos humanos, com divindades, vinganças ou castigos. O que podemos fazer é cuidar da pequena camada produtiva, da água, do solo e do ar que respiramos. E isso já é uma tarefa e tanto.
Aprendemos com o povo japonês que a solidariedade leva à ordem, que a paciência leva à tranquilidade e que o sofrimento compartilhado leva à reconstrução.
Esse exemplo de solidariedade, de bravura, dignidade, de humildade, de respeito aos vivos e aos mortos ficará impresso em todos que acompanharam os eventos que se seguiram a 11 de março.
Minhas preces, meus respeitos, minha ternura e minha imensa tristeza em testemunhar tanto sofrimento e tanta dor de um povo que aprendi a amar e respeitar.
Havia pessoas suas conhecidas na tragédia?, me perguntaram. E só posso dizer : todas. Todas eram e são pessoas de meu conhecimento. Com elas aprendi a orar, a ter fé, paciência, persistência. Aprendi a respeitar meus ancestrais e a linhagem de Budas.
Mãos em prece (gassho)
Monja Coen

sexta-feira, 22 de abril de 2011

Rio

O desenho animado "Rio", que conta a aventura de uma arara que viaja ao Brasil em busca de aventuras, lidera a bilheteria americana pela segunda semana consecutiva, com US$ 26,8 milhões arrecadados durante o fim de semana.