uma história de Kahlil Gibran
Eu estava andando nos jardins de um asilo de loucos, quando encontrei um jovem rapaz, lendo um livro de filosofia.
Por seu jeito, e pela saúde que mostrava, não combinava muito com os outros internos.
Sentei-me ao seu lado, e perguntei: “O que você está fazendo aqui?”
Ele me olhou surpreso. Mas, vendo que eu não era um dos médicos, respondeu:
“É muito simples. Meu pai, um brilhante advogado, queria que eu fosse como ele.
“Meu tio, que tinha um grande entreposto comercial, gostaria que eu seguisse seu exemplo.
“Minha mãe desejava que eu fosse a imagem de seu adorado pai.
“Minha irmã sempre me citava o seu marido como exemplo de um homem bem-sucedido.
“Meu irmão procurava treinar-me para ser um excelente atleta como ele.
“E o mesmo acontecia com meus professores na escola, o mestre de piano, o tutor de inglês. Todos estavam convencidos e determinados que eram o melhor exemplo a seguir. Ninguém me olhava como se deve olhar um homem. Mas como se olha no espelho”.
“Desta maneira, eu resolvi internar-me neste asilo. Pelo menos aqui eu posso ser eu mesmo”.
Links Patrocinados
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Acenda a sua luz!!!
Este texto foi utilizado no dia do silêncio, em deste ano:
Existe uma luz no nosso peito, como se fosse sinal de transito.
Uma luz que os nossos olhos não vêem, mas sentem.
Sim, sentem...quando está acesa.
Ela é que promove os nossos sentidos.
Quando a acendemos, aparecem sentidos bons em nosso peito.
Tudo fica bonito e gostoso.
Ela faz-nos sentir alegria.
Quando a apagamos, aparecem sentidos maus.
Tudo fica mais feio e dolorido. Sem ela, sentimos tristeza.
Quando está acesa e brilhante, ela sai pela boca, fazendo-nos sorrir.
Ela também sai pelos olhos, fazendo-os brilhar.
Ela sai pelo peito, fazendo-nos amar,
e sai pelos braços, fazendo-nos abraçar.
Sai também pelas mãos, fazendo-nos caprichar em tudo.
Sai, finalmente, pelo corpo inteiro, fazendo-nos dançar.
Acenda a sua luz!!!
Existe uma luz no nosso peito, como se fosse sinal de transito.
Uma luz que os nossos olhos não vêem, mas sentem.
Sim, sentem...quando está acesa.
Ela é que promove os nossos sentidos.
Quando a acendemos, aparecem sentidos bons em nosso peito.
Tudo fica bonito e gostoso.
Ela faz-nos sentir alegria.
Quando a apagamos, aparecem sentidos maus.
Tudo fica mais feio e dolorido. Sem ela, sentimos tristeza.
Quando está acesa e brilhante, ela sai pela boca, fazendo-nos sorrir.
Ela também sai pelos olhos, fazendo-os brilhar.
Ela sai pelo peito, fazendo-nos amar,
e sai pelos braços, fazendo-nos abraçar.
Sai também pelas mãos, fazendo-nos caprichar em tudo.
Sai, finalmente, pelo corpo inteiro, fazendo-nos dançar.
Acenda a sua luz!!!
domingo, 31 de julho de 2011
O filho e as flores
Tropecei num estranho que passava e lhe pedi perdão.
Ele respondeu:
"desculpe-me, por favor; também não a vi."
Fomos muito educados, seguimos nosso caminho e nos despedimos.
Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele. Imediatamente gritei com ele;
ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão dura que lhe falei.
Ao me deitar reflecti: "Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho que você ama. Então, parece que ouvi vozes a dizer: vá a cozinha e irá encontrar umas flores no chão, perto da porta.
São as flores que ele cortou e te trouxe: rosa , amarela e azul.
Estava calado para te entregar, para fazer uma surpresa e você não viu
as lágrimas que chegaram aos seus olhos..."
Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
"Acorde querido! Acorde!
Estas são as flores que você cortou para mim?"
Ele sorriu e disse:
"Eu as encontrei junto de uma árvore, e as cortei, porque são bonitas como
você, em especial a azul."
Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.
Ele respondeu:
"está bem mamãe, te amo de todas as formas."
Eu também te amo e adorei as flores , especialmente a azul...
Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família.
Será que não é uma inversão pouco inteligente?
Então, o que há nesta história? Você sabe o significado de Família em inglês?
F A M I L Y:
"Father And Mother I Love You"
(Papai e Mamãe, eu os amo)
Não importa o quanto o passado tenha sido dificil...podemos recomeçar...sempre!!!!
Ele respondeu:
"desculpe-me, por favor; também não a vi."
Fomos muito educados, seguimos nosso caminho e nos despedimos.
Mais tarde, eu estava cozinhando e meu filho estava muito perto de mim.
Ao me virar quase esbarro nele. Imediatamente gritei com ele;
ele se retirou sentido, sem que eu notasse quão dura que lhe falei.
Ao me deitar reflecti: "Você tratou a um estranho de forma cortês, mas destratou o filho que você ama. Então, parece que ouvi vozes a dizer: vá a cozinha e irá encontrar umas flores no chão, perto da porta.
São as flores que ele cortou e te trouxe: rosa , amarela e azul.
Estava calado para te entregar, para fazer uma surpresa e você não viu
as lágrimas que chegaram aos seus olhos..."
Suavemente me aproximei de sua cama e lhe disse:
"Acorde querido! Acorde!
Estas são as flores que você cortou para mim?"
Ele sorriu e disse:
"Eu as encontrei junto de uma árvore, e as cortei, porque são bonitas como
você, em especial a azul."
Filho, sinto muito pelo que disse hoje, não devia gritar com você.
Ele respondeu:
"está bem mamãe, te amo de todas as formas."
Eu também te amo e adorei as flores , especialmente a azul...
Entenda que se você morrer amanhã, em questão de dias a empresa onde você trabalha cobrirá seu lugar. Porém, a Família que deixamos sentirá a perda pelo resto da vida.
Pense neles, porque geralmente nos entregamos mais ao trabalho que a nossa Família.
Será que não é uma inversão pouco inteligente?
Então, o que há nesta história? Você sabe o significado de Família em inglês?
F A M I L Y:
"Father And Mother I Love You"
(Papai e Mamãe, eu os amo)
Não importa o quanto o passado tenha sido dificil...podemos recomeçar...sempre!!!!
sábado, 30 de julho de 2011
A serenidade da natureza
A serenidade da natureza
Ontem eu fui a praia naquele horário que eu gosto muito, 7hs da manhã, para alguns ainda madrugada.
Nesse horário eu me sinto mais "perto" da natureza, parece que ela entre no meu corpo, traz bem-estar e me deixa liberta de tensões, das dificuldades naturais da vida. Eu encontro respostas para perguntas difíceis, encontro solução para problemas, é uma terapia natural.
partilho com você neste pequeno vídeo:
Ontem eu fui a praia naquele horário que eu gosto muito, 7hs da manhã, para alguns ainda madrugada.
Nesse horário eu me sinto mais "perto" da natureza, parece que ela entre no meu corpo, traz bem-estar e me deixa liberta de tensões, das dificuldades naturais da vida. Eu encontro respostas para perguntas difíceis, encontro solução para problemas, é uma terapia natural.
partilho com você neste pequeno vídeo:
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Para os filhos aprenderem mais sobre o seu próprio corpo
Nossos olhos, orelhas, nariz, língua e pele estão sempre trabalhando: recebem informações do meio que nos rodeia e, através do sistema nervoso, as enviam para o cérebro. O olfato e o paladar nos informam a respeito da natureza química do que está à nossa volta. Graças a eles, podemos sentir o sabor e o cheiro das coisas. Neste livro, você vai conhecer um pouco mais sobre esses sentidos. E descobrir para que a saliva serve, se o nariz tem mesmo memória e porque não conseguimos sentir o sabor da comida quando estamos gripados.
Por que não sentimos o gosto da comida quando estamos gripados?
Para que serve a saliva?
O nariz tem memória?
Essas são algumas das perguntas respondidas em O olfato e o paladar (88 páginas, R$ 24), desenvolvido pela associação francesa Les Petits Débrouillards.
Aliar literatura, ciência e informação é a sugestão de Edições SM para o Dia Nacional da Saúde, comemorado em 5 de agosto no Brasil – data de nascimento do médico Oswaldo Cruz. O livro, indicado para crianças a partir de 6 anos, é uma das opções da editora para que crianças e adultos reflitam sobre este importante tema.
Também da associação Les Petits Débrouillards, Os mistérios da visão (96 páginas, R$ 24) explica que este é um sentido tão forte que, quando nossos olhos estão abertos, as informações que eles enviam ao cérebro podem ocultar aquelas que se originam de outros sentidos. A obra também mostra como podemos enxergar na escuridão.
Para leitores a partir dos 8 anos, o livro Selene e a pedra da Lua (84 páginas, R$ 28), com autoria de Mari Pini, trata de maneira delicada um transtorno bastante comum: o déficit de atenção.
A protagonista é uma menina chamada Selene, nome que os gregos davam à lua. Mitologia, convívio escolar, mudanças de humor e astronomia se unem em uma aventura, cujo objetivo é desvendar se uma pedra encontrada na rua é lunar ou não.
Já o livro Não é bem assim! Contos de dúvidas e decisões (160 páginas, R$ 29), escrito por Márcia Leite, traz questões típicas da adolescência para dentro do universo dos contos.
As alterações do próprio corpo, a gravidez precoce, a homossexualidade e o respeito pelas diferenças comparecem nas páginas desta obra voltada a leitores com mais de 10 anos.
Ao final de cada conto, pode-se perceber que o amadurecimento e a transposição para a vida adulta formam um caminho cheio de imprevistos e, por isso mesmo, de descobertas e aprendizado.
Se a saúde representa o bem-estar, a relação com a doença é cercada de conflitos. Por isso, as dicas para leitores a partir de 12 anos têm como fundamento a reflexão. Em Pula-elástico (112 páginas, R$ 29), do croata Zoran Pongrasic, Marina volta para casa após seis meses de tratamento contra um câncer. Em sua chegada, vê que tudo está do mesmo jeito que deixou: as amigas brincam de elástico na rua, a mãe veste o eterno agasalho esportivo, o pai e o irmão continuam discutindo por besteiras. Mas uma coisa a incomoda, sua própria mudança. Careca, se sente uma extraterrestre em um mar de cabelos.
Outro interessante personagem é Ben, de Uma vida de peso (160 páginas, R$ 28). O menino, abalado pela separação de seus pais e por sua primeira decepção amorosa, descobre também que seu maior prazer – a comida – está se tornando prejudicial para sua saúde. Temas como autoconhecimento, relação familiar e obesidade são trabalhados pelo escritor Mikael Ollivier.
Histórias divertidas e comoventes tornam acessíveis algumas questões que, de outra forma, podem parecer obscuras e assustadoras. Quando se une saúde e literatura, descobrir os mistérios do corpo pode se transformar em uma grande aventura.
Mais informações sobre os livros de Edições SM estão disponíveis no site: www.edicoessm.com.br
Por que não sentimos o gosto da comida quando estamos gripados?
Para que serve a saliva?
O nariz tem memória?
Essas são algumas das perguntas respondidas em O olfato e o paladar (88 páginas, R$ 24), desenvolvido pela associação francesa Les Petits Débrouillards.
Aliar literatura, ciência e informação é a sugestão de Edições SM para o Dia Nacional da Saúde, comemorado em 5 de agosto no Brasil – data de nascimento do médico Oswaldo Cruz. O livro, indicado para crianças a partir de 6 anos, é uma das opções da editora para que crianças e adultos reflitam sobre este importante tema.
Também da associação Les Petits Débrouillards, Os mistérios da visão (96 páginas, R$ 24) explica que este é um sentido tão forte que, quando nossos olhos estão abertos, as informações que eles enviam ao cérebro podem ocultar aquelas que se originam de outros sentidos. A obra também mostra como podemos enxergar na escuridão.
Para leitores a partir dos 8 anos, o livro Selene e a pedra da Lua (84 páginas, R$ 28), com autoria de Mari Pini, trata de maneira delicada um transtorno bastante comum: o déficit de atenção.
A protagonista é uma menina chamada Selene, nome que os gregos davam à lua. Mitologia, convívio escolar, mudanças de humor e astronomia se unem em uma aventura, cujo objetivo é desvendar se uma pedra encontrada na rua é lunar ou não.
Já o livro Não é bem assim! Contos de dúvidas e decisões (160 páginas, R$ 29), escrito por Márcia Leite, traz questões típicas da adolescência para dentro do universo dos contos.
As alterações do próprio corpo, a gravidez precoce, a homossexualidade e o respeito pelas diferenças comparecem nas páginas desta obra voltada a leitores com mais de 10 anos.
Ao final de cada conto, pode-se perceber que o amadurecimento e a transposição para a vida adulta formam um caminho cheio de imprevistos e, por isso mesmo, de descobertas e aprendizado.
Se a saúde representa o bem-estar, a relação com a doença é cercada de conflitos. Por isso, as dicas para leitores a partir de 12 anos têm como fundamento a reflexão. Em Pula-elástico (112 páginas, R$ 29), do croata Zoran Pongrasic, Marina volta para casa após seis meses de tratamento contra um câncer. Em sua chegada, vê que tudo está do mesmo jeito que deixou: as amigas brincam de elástico na rua, a mãe veste o eterno agasalho esportivo, o pai e o irmão continuam discutindo por besteiras. Mas uma coisa a incomoda, sua própria mudança. Careca, se sente uma extraterrestre em um mar de cabelos.
Outro interessante personagem é Ben, de Uma vida de peso (160 páginas, R$ 28). O menino, abalado pela separação de seus pais e por sua primeira decepção amorosa, descobre também que seu maior prazer – a comida – está se tornando prejudicial para sua saúde. Temas como autoconhecimento, relação familiar e obesidade são trabalhados pelo escritor Mikael Ollivier.
Histórias divertidas e comoventes tornam acessíveis algumas questões que, de outra forma, podem parecer obscuras e assustadoras. Quando se une saúde e literatura, descobrir os mistérios do corpo pode se transformar em uma grande aventura.
Mais informações sobre os livros de Edições SM estão disponíveis no site: www.edicoessm.com.br
quinta-feira, 28 de julho de 2011
O perigo da pré-suposição
Ontem atendi muitas pessoas com a dificuldade de viver com os dados da realidade. Nada é mesmo por acaso, porém temos que ter uma dose sensata.
Não podemos supor que sabemos tudo, que tudo que acontece é premeditado pelo outro.
Há pessoas que supõem tudo, certo ou errado, mas estão o tempo todo a supor que o outro pensa isto, que se a pessoa disse isto é porque estava já a pensar naquilo e, com isto perdem a beleza de alguns momentos da vida.
E, mais, há pessoas que confundem este hábito de pressupor com beleza da intuição. Intuir não é fazer filmes mentais.
Deixo aqui esta metáfora que é interessante para quem tem o hábito de pensar que sabe tudo e pode pressupor a vontadinha.
Abriu a porta e viu uma pessoa amiga que há muito não via. Estranhou que ele viesse acompanhado de um cão. Cão forte, saltitante e com ar agressivo. Cumprimentou o amigo efusivamente.
- Quanto tempo!
- Quanto tempo – ecoou o outro.
O cão aproveitou a saudação e entrou casa adentro. Logo um barulho na cozinha demonstrava que ele tinha virado qualquer coisa. O dono da casa encompridou as orelhas. O amigo visitante, porém, nada comentou.
- A última vez que nos vimos foi em... e a conversa continuava animada.
O cão passou pela sala, entrou no quarto, e novo barulho, desta vez de coisa quebrada. Houve um sorriso amarelo do dono da casa, mas perfeita indiferença do visitante.
- Há um tempo atrás encontrei com... você se lembra dele?
O cão saltou sobre um móvel, derrubou um objecto, logo trepou as patas sujas no sofá e deixou a marca digital e indelével de seu crime. Os dois amigos, tensos, agora fingiram não perceber, sem saber exactamente o que deviam fazer.
Por fim, o visitante despediu-se e já ia saindo quando o dono da casa perguntou:
- Não vai levar o seu cão?
- Cão? Ah, cão! Não é meu não. Quando eu entrei, ele entrou comigo tão naturalmente que pensei que fosse seu.
Do livro: Histórias da Tradição Sufi - Editora Dervish
Não podemos supor que sabemos tudo, que tudo que acontece é premeditado pelo outro.
Há pessoas que supõem tudo, certo ou errado, mas estão o tempo todo a supor que o outro pensa isto, que se a pessoa disse isto é porque estava já a pensar naquilo e, com isto perdem a beleza de alguns momentos da vida.
E, mais, há pessoas que confundem este hábito de pressupor com beleza da intuição. Intuir não é fazer filmes mentais.
Deixo aqui esta metáfora que é interessante para quem tem o hábito de pensar que sabe tudo e pode pressupor a vontadinha.
Abriu a porta e viu uma pessoa amiga que há muito não via. Estranhou que ele viesse acompanhado de um cão. Cão forte, saltitante e com ar agressivo. Cumprimentou o amigo efusivamente.
- Quanto tempo!
- Quanto tempo – ecoou o outro.
O cão aproveitou a saudação e entrou casa adentro. Logo um barulho na cozinha demonstrava que ele tinha virado qualquer coisa. O dono da casa encompridou as orelhas. O amigo visitante, porém, nada comentou.
- A última vez que nos vimos foi em... e a conversa continuava animada.
O cão passou pela sala, entrou no quarto, e novo barulho, desta vez de coisa quebrada. Houve um sorriso amarelo do dono da casa, mas perfeita indiferença do visitante.
- Há um tempo atrás encontrei com... você se lembra dele?
O cão saltou sobre um móvel, derrubou um objecto, logo trepou as patas sujas no sofá e deixou a marca digital e indelével de seu crime. Os dois amigos, tensos, agora fingiram não perceber, sem saber exactamente o que deviam fazer.
Por fim, o visitante despediu-se e já ia saindo quando o dono da casa perguntou:
- Não vai levar o seu cão?
- Cão? Ah, cão! Não é meu não. Quando eu entrei, ele entrou comigo tão naturalmente que pensei que fosse seu.
Do livro: Histórias da Tradição Sufi - Editora Dervish
"A nova mulher", Marina Colasanti
A Nova Mulher - Marina Colasanti:
Em "A nova mulher", Marina Colasanti discute o novo papel da mulher na sociedade contemporânea. Uma conversa e uma reflexão sobre os vários aspectos do comportamento cotidiano da mulher.
leia mais e faça o download em Ziddu: http://www.ziddu.com/download/15879587/ANovaMulher-MarinaColasanti.doc.html
Em "A nova mulher", Marina Colasanti discute o novo papel da mulher na sociedade contemporânea. Uma conversa e uma reflexão sobre os vários aspectos do comportamento cotidiano da mulher.
leia mais e faça o download em Ziddu: http://www.ziddu.com/download/15879587/ANovaMulher-MarinaColasanti.doc.html
sábado, 23 de julho de 2011
Take-away, sala e Esplanada na Foz
Olá pessoal, amigos com experiência na restauração decidiram nos oferecer uma excelente oportunidade de rentabilizar o nosso tempo, ficando eles responsáveis pela produção dos nossos alimentos tão indispensáveis à nossa qualidade de vida.
Experimentem!!! e, usem o tempo para a família.
Marcadores:
Casais,
Utilidade Doméstica
Subscrever:
Mensagens (Atom)