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sábado, 7 de setembro de 2013

Curso Eu e as minhas emoções 21 de Setembro - Tijuca - Rio de Janeiro - Brasil

Rua Conde de Bonfim, 310 / Cobertura 01 – Tijuca, Rio de Janeiro - RJ – CEP: 20520-054 Metrô Sans Peña Faça a sua inscrição pelo Tel: (21) 3872-3990 Ou através do email: m.angelaescada e/ou edianemg@yahoo.com.br

As emoções estão sempre presentes na nossa vida e sucesso. Quando tomamos consciência de uma emoção, atribuímos a sua causa a algo fora do nosso controlo. Acredite que está dentro do seu controlo. Venha aprender onde e como usar o seu “controlo”!

Eu e as emoções!!!
Quem gere melhor? Eu? ou as emoções é que me gerem?
O que eu conheço de mim?
Desenvolver estratégias para ser emocionalmente inteligente
Conhecer e compreender a natureza das emoções
Dominar as competências básicas da inteligência emocional
Aplicar, na prática, os conceitos de inteligência emocional
Técnicas cognitivas de gestão das emoções

Para quem já fez cursos com Angela Escada já sabe que o método é ativo, com constante interação com e entre os participantes, através de vivências e exercícios que permitem a partilha e o crescimento. E no final do dia a criação de um PAC - Plano de Ação Corretiva visando a melhoria de competência pessoais e profissionais.

Facilitadora: Angela Escada - Psicóloga Clínica CRP: 05- 19516, Coaching com Certificação Internacional pelo CCF, Pesquisadora da Inteligência Emocional, Autora de 9 livros: Auto-Estima com Inteligência Emocional, Auto-Estima do Formador - Dicas e Sugestões, Faça a Diferença, Emoções, Crescer, Assertividade, Um dia ... uma frase!, "S" Soluções, Decisão (co-autora).

Investimento: 200R$
- Parcelamento: pagamento inicial 110R$ e um cheque de 90R$ - não há acréscimo devido ao parcelamento.
- 2 inscrições da mesma família ou amigos em comum têm desconto de 10% cada uma.

Inscrições:
pelo Tel: (21) 3872-3990
Ou através do email:
edianemg@yahoo.com.br
m.angelaescada@gmail.com

Os sentimentos que o olhar transmite


Na metáfora da salada de sentimentos que vocês colocaram na saladeira, temos Compreensão, tranquilidade, paz interior, sabedoria, disponibilidade, amizade, simpatia, paz, alegria, serenidade, satisfação e porto de abrigo. Lindisssssimo! Sim, acertaram todos.

Alojamento no Rio

Bom diiiia!
uma amiga que vive em Portugal procura alojamento para a temporada do Natal e Ano Novo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Não precisa ser em frente ao mar, pode ser em ruas paralelas.
se souber de alguma coisa, envie email para ela cmfcunha1@gmail.com
agradecida, abraceijos, angela

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Obras dos principais pensadores da educação

http://www.revistabula.com/831-62-obras-sobre-os-principais-pensadores-da-educacao-para-download/


http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/ResultadoPesquisaObraForm.do?first=50&skip=0&ds_titulo=&co_autor=&no_autor=&co_categoria=133&pagina=1&select_action=Submit&co_midia=2&co_obra=&co_idioma=&colunaOrdenar=DS_TITULO&ordem=null


quinta-feira, 5 de setembro de 2013

livro O Panorama Social

“O Panorama Social é um excelente instru-
mento de exploração do relacionamento
entre o interior e o exterior. O método de Lu-
cas Derks é surpreendentemente fácil de ser co-
municado, além de ter uma grande profundida-
de. De um modo geral é altamente aplicável e
muito bem pesquisado.”
Martin Shervington
Autor e consultor, John Seymour Associates

“Lucas Derks criou o modelo poderoso e
delicioso do Panorama Social, baseando-se
na essência da magia da PNL (Programação
Neurolinguística), que trata das representa-
ções. Neste trabalho criativo ele mostra como
nós representamos as ideias de relacionamen-
tos, sociedade, forças sociais, emoções sociais
(amor, ódio, perdão, perda, etc.), interações
sociais (poder, educação, autoridade, etc.) e,
ainda mais, mostra a relação de tudo isso com
o posicionamento das suas imagens em nossa
mente. Venho utilizando o Panorama Social em
treinamentos sobre Modelagem Cultural e sobre
o Modelo Matrix e tenho visto o seu poder; eu o
recomendo fortemente.”
L. Michael Hall, PhD
Psicólogo, modelador, treinador e autor

“Derks fez uma contribuição importan-
te ao fornecer uma cartilha bem pesquisa-
da sobre o assunto. A abordagem do Pano-
rama Social é um avanço importante em
relação à compreensão dos ‘bloqueios’ dos clien-
tes e aos respectivos métodos de intervenção. “
Rubin Battino
Autor

“O Panorama Social encantará as pessoas que
gostam de explorar o modelo de mundo de ou-
tras pessoas. Ele também ampliará o seu próprio
panorama de mundo, e você poderá se surpre-
ender com o que vai encontrar.”
Peter Young
Autor de Understanding NLP

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Recife - lindo!!!

A Beleza da zona norte do Recife mostrada com arte!


Clique no site abaixo e veja imagens belissimas dos bairros de Casa Forte, Jaqueira,
Poço da Panela, Derby, Graças, Jaqueira, Apipucos e outros.

http://www.skyscrapercity.com/showthread.php?t=823926

Diz-me onde moras, dir-te-ei quem és...

Texto de Miguel Esteves Cardoso

"Um dos grandes problemas da nossa sociedade é o trauma da morada. Por exemplo, há uns anos, um grande amigo meu, que morava em Sete Rios, comprou um andar em Carnaxide.
Fica pertíssimo de Lisboa, é agradável, tem árvores e cafés. Só tinha
um problema. Era em Carnaxide. Nunca mais ninguém o viu.
Para quem vive em Lisboa, tinha emigrado para a Mauritânia!
Acontece o mesmo com todos os sítios acabados em -ide, como Carnide e Moscavide. Rimam com Tide e com Pide e as pessoas não lhes ligam pevide.

Um palácio com sessenta quartos em Carnide é sempre mais traumático do
que umas águas-furtadas em Cascais. É a injustiça do endereço.

Está-se numa festa e as pessoas perguntam, por boa educação ou por
curiosidade, onde é que vivemos. O tamanho e a arquitectura da casa
não interessam. Mas morre imediatamente quem disser que mora em
Massamá, Brandoa, Cumeada, Agualva-Cacém, Abuxarda, Alformelos,
Murtosa, Angeja, ou em qualquer outro sítio que soe à toponímia de
Angola.

Para não falar na Cova da Piedade, na Coina, no Fogueteiro e na Cruz de Pau.
(...)

Ao ler os nomes de alguns sítios - Penedo, Magoito, Porrais, Venda das
Raparigas, compreende-se porque é que Portugal não está preparado para
entrar na Europa.

De facto, com sítios chamados Finca Joelhos (concelho de Avis) e Deixa
o Resto (Santiago do Cacém), como é que a Europa nos vai querer
integrar?

Compreende-se logo que o trauma de viver na Damaia ou na Reboleira não
é nada comparado com certos nomes portugueses.

Imagine-se o impacto de dizer "Eu sou da Margalha" (Gavião) no meio de
um jantar.

Veja-se a cena num chá dançante em que um rapaz pergunta delicadamente
"E a menina de onde é?", e a menina diz: "Eu sou da Fonte da Rata"
(Espinho).

E suponhamos que, para aliviar, o senhor prossiga, perguntando "E onde
mora, presentemente?", Só para ouvir dizer que a senhora habita na
Herdade da Chouriça (Estremoz).

É terrível. O que não será o choque psicológico da criança que acorda,
logo depois do parto, para verificar que acaba de nascer na localidade
de Vergão Fundeiro?

Vergão Fundeiro, que fica no concelho de Proença-a-Nova, parece o nome
de uma versão transmontana do Garganta Funda.

Aliás, que se pode dizer de um país que conta não com uma Vergadela
(em Braga), mas com duas, contando com a Vergadela de Santo Tirso?
Será ou não exagerado relatar a existência, no concelho de Arouca, de
uma Vergadelas?

É evidente, na nossa cultura, que existe o trauma da "terra".

Ninguém é do Porto ou de Lisboa.

Toda a gente é de outra terra qualquer. Geralmente, como veremos, a
nossa terra tem um nome profundamente embaraçante, daqueles que fazem
apetecer mentir.

Qualquer bilhete de identidade fica comprometido pela indicação de
naturalidade que reze Fonte do Bebe e Vai-te (Oliveira do Bairro).

É absolutamente impossível explicar este acidente da natureza a amigos
estrangeiros ("I am from the Fountain of Drink and Go Away...").
Apresente-se no aeroporto com o cartão de desembarque a denunciá-lo
como sendo originário de Filha Boa.
Verá que não é bem atendido. (...) Não há limites. Há até um lugar
chamado Cabrão, no concelho de Ponte de Lima !!!
Urge proceder à renomeação de todos estes apeadeiros.
Há que dar-lhes nomes civilizados e europeus, ou então parecidos com
os nomes dos restaurantes giraços, tipo : Não Sei, A Mousse é Caseira,
Vai Mais um Rissol. (...)

Também deve ser difícil arranjar outro país onde se possa fazer um
percurso que vá da Fome Aguda à Carne Assada (Sintra) passando pelo
Corte Pão e Água (Mértola), sem passar por Poriço (Vila Verde), e
acabando a comprar rebuçados em Bombom do Bogadouro (Amarante), depois
de ter parado para fazer um chichi em Alçaperna (Lousã).

Miguel Esteves Cardoso